Thursday, July 31, 2008
Cinema de reprise (IV e, se deus quiser, ultimo)
Cinema de reprise (IV e, se deus quiser, ultimo)
Cinema de reprise (III)
Cinema de reprise (III)
Cinema de reprise (III)
Wednesday, July 30, 2008
Cinema de reprise (II)
Cinema de reprise (II)
Cinema de reprise (II)
Cinema de reprise
Cinema de reprise
Cinema de reprise
Monday, July 28, 2008
Bate palmas com vontade

Eu queria mesmo era trazer para aqui uma música do Chico, um momento de puro prazer para oferecer a algumas amigas. Mas parece que não estou a conseguir tirar vídeos do youtube, vá-se lá saber porquê. Por isso, por enquanto, ficamos só a vê-lo assim paradinho. O que também não é nada mau, pois não?
Bate palmas com vontade

Eu queria mesmo era trazer para aqui uma música do Chico, um momento de puro prazer para oferecer a algumas amigas. Mas parece que não estou a conseguir tirar vídeos do youtube, vá-se lá saber porquê. Por isso, por enquanto, ficamos só a vê-lo assim paradinho. O que também não é nada mau, pois não?
Bate palmas com vontade
Friday, July 25, 2008
Por mim podes ir-te embora para sempre... ou talvez nao
Quando estão prestes a ter um filho, os dois elementos do casal deveriam sentar-se a conversar e chegar a um acordo. Deveriam combinar que nos próximos, digamos, seis a oito meses, o casal vai ficar imune às discussões. Ou seja, nada do que for dito em discussão durante este período deverá ser levado a sério. Nenhum dos insultos será tido em conta. Nenhuma das críticas terá consequências futuras. Nenhuma das barbaridades (quando uma pessoa se irrita costuma dizer e fazer muitas barbaridades) será considerada imperdoável (excluem-se deste acordo, por motivos óbvios, as traições - uma traição é uma traição, seja em que momento for). Este período durará o tempo necessário até que a mãe deixe de amamentar (recuperando depois o domínio total do seu corpo, devidamente cicatrizado e com as hormonas devidamente controladas); até que, já com biberon, a criança possa passar mais do que três horas longe da mãe e até passar a noite ou parte da noite em casa dos avós; até que o pai já consiga passar um dia inteiro com o filho sem se atrapalhar nem telefonar à mãe de cinco em cinco minutos; até que a mãe já tenha voltado ao trabalho e o casal já tenha encontrado a sua rotina nesta nova fase da vida; até que toda a gente lá em casa já consiga dormir uma noite descansada ou o mais perto disso que se conseguir. Também se aconselha a que, por esta altura, a criança saia do quarto dos pais (não é necessário mas ajuda muito). Findo este período, os elementos dos casal pedirão mutuamente desculpas por todos os impropérios que disseram e por toda a resmunguice acumulada e avançarão para esta nova etapa sem sono nem rancores. Dizendo em conjunto: o pior já passou, agora é que é à séria.
Palpita-me que esta minha ideia iria evitar bastantes divórcios.
Por mim podes ir-te embora para sempre... ou talvez nao
Quando estão prestes a ter um filho, os dois elementos do casal deveriam sentar-se a conversar e chegar a um acordo. Deveriam combinar que nos próximos, digamos, seis a oito meses, o casal vai ficar imune às discussões. Ou seja, nada do que for dito em discussão durante este período deverá ser levado a sério. Nenhum dos insultos será tido em conta. Nenhuma das críticas terá consequências futuras. Nenhuma das barbaridades (quando uma pessoa se irrita costuma dizer e fazer muitas barbaridades) será considerada imperdoável (excluem-se deste acordo, por motivos óbvios, as traições - uma traição é uma traição, seja em que momento for). Este período durará o tempo necessário até que a mãe deixe de amamentar (recuperando depois o domínio total do seu corpo, devidamente cicatrizado e com as hormonas devidamente controladas); até que, já com biberon, a criança possa passar mais do que três horas longe da mãe e até passar a noite ou parte da noite em casa dos avós; até que o pai já consiga passar um dia inteiro com o filho sem se atrapalhar nem telefonar à mãe de cinco em cinco minutos; até que a mãe já tenha voltado ao trabalho e o casal já tenha encontrado a sua rotina nesta nova fase da vida; até que toda a gente lá em casa já consiga dormir uma noite descansada ou o mais perto disso que se conseguir. Também se aconselha a que, por esta altura, a criança saia do quarto dos pais (não é necessário mas ajuda muito). Findo este período, os elementos dos casal pedirão mutuamente desculpas por todos os impropérios que disseram e por toda a resmunguice acumulada e avançarão para esta nova etapa sem sono nem rancores. Dizendo em conjunto: o pior já passou, agora é que é à séria.
Palpita-me que esta minha ideia iria evitar bastantes divórcios.
Por mim podes ir-te embora para sempre... ou talvez nao
Quando estão prestes a ter um filho, os dois elementos do casal deveriam sentar-se a conversar e chegar a um acordo. Deveriam combinar que nos próximos, digamos, seis a oito meses, o casal vai ficar imune às discussões. Ou seja, nada do que for dito em discussão durante este período deverá ser levado a sério. Nenhum dos insultos será tido em conta. Nenhuma das críticas terá consequências futuras. Nenhuma das barbaridades (quando uma pessoa se irrita costuma dizer e fazer muitas barbaridades) será considerada imperdoável (excluem-se deste acordo, por motivos óbvios, as traições - uma traição é uma traição, seja em que momento for). Este período durará o tempo necessário até que a mãe deixe de amamentar (recuperando depois o domínio total do seu corpo, devidamente cicatrizado e com as hormonas devidamente controladas); até que, já com biberon, a criança possa passar mais do que três horas longe da mãe e até passar a noite ou parte da noite em casa dos avós; até que o pai já consiga passar um dia inteiro com o filho sem se atrapalhar nem telefonar à mãe de cinco em cinco minutos; até que a mãe já tenha voltado ao trabalho e o casal já tenha encontrado a sua rotina nesta nova fase da vida; até que toda a gente lá em casa já consiga dormir uma noite descansada ou o mais perto disso que se conseguir. Também se aconselha a que, por esta altura, a criança saia do quarto dos pais (não é necessário mas ajuda muito). Findo este período, os elementos dos casal pedirão mutuamente desculpas por todos os impropérios que disseram e por toda a resmunguice acumulada e avançarão para esta nova etapa sem sono nem rancores. Dizendo em conjunto: o pior já passou, agora é que é à séria.
Palpita-me que esta minha ideia iria evitar bastantes divórcios.
Thursday, July 24, 2008
Pro menino e pra menina
A minha mãe foi comprar roupa para o neto mas, por distracção ou por não ter levado os óculos de ver ao perto para ler bem a etiqueta que dizia "girl", acabou por trazer um conjunto de três bodies de menina. Ela tem desculpa. Os bodies eram mesmo giros, todos coloridos, com gatos azuis e verdes, e o único que é ostensivamente cor-de-rosa estava escondido atrás dos outros. Já em casa, a descoberta causou algum embaraço e muitas gargalhadas. Queres que vá trocar? Não, por amor de deus, trocar porquê? Até calha bem. Já ando um bocado farta daquele azul-desmaiado que invadiu as nossas gavetas e, para dizer a verdade, o nosso rapagão fica bem de rosa-choque (não acham?). Tal como fica bem de cor-de-laranja. De amarelo. De verde. De vermelho. Quem é que terá inventado essa coisa de os rapazes só usarem azul e as raparigas cor-de-rosa? Só pode ter sido alguém com muito pouca imaginação, parece-me. Pois nós, cá em casa, não só temos imaginação como gostamos de desafiar os estereotipos. O mais velho tem uma bola das princesas. Pede-me para pôr ganchos no cabelo. E brinca comigo às casinhas. No livro que lemos à noite, o pai-tartaruga é o que tem a vassoura na mão e a mãe-tartaruga é a que está a ler o jornal, diz ele e quem sou eu para o contrariar?
Na batalha da mãe contra a sociedade, a mãe leva vantagem. Resta saber por quanto tempo...
Labels: Filhos
Pro menino e pra menina
A minha mãe foi comprar roupa para o neto mas, por distracção ou por não ter levado os óculos de ver ao perto para ler bem a etiqueta que dizia "girl", acabou por trazer um conjunto de três bodies de menina. Ela tem desculpa. Os bodies eram mesmo giros, todos coloridos, com gatos azuis e verdes, e o único que é ostensivamente cor-de-rosa estava escondido atrás dos outros. Já em casa, a descoberta causou algum embaraço e muitas gargalhadas. Queres que vá trocar? Não, por amor de deus, trocar porquê? Até calha bem. Já ando um bocado farta daquele azul-desmaiado que invadiu as nossas gavetas e, para dizer a verdade, o nosso rapagão fica bem de rosa-choque (não acham?). Tal como fica bem de cor-de-laranja. De amarelo. De verde. De vermelho. Quem é que terá inventado essa coisa de os rapazes só usarem azul e as raparigas cor-de-rosa? Só pode ter sido alguém com muito pouca imaginação, parece-me. Pois nós, cá em casa, não só temos imaginação como gostamos de desafiar os estereotipos. O mais velho tem uma bola das princesas. Pede-me para pôr ganchos no cabelo. E brinca comigo às casinhas. No livro que lemos à noite, o pai-tartaruga é o que tem a vassoura na mão e a mãe-tartaruga é a que está a ler o jornal, diz ele e quem sou eu para o contrariar?
Na batalha da mãe contra a sociedade, a mãe leva vantagem. Resta saber por quanto tempo...
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Pro menino e pra menina

A minha mãe foi comprar roupa para o neto mas, por distracção ou por não ter levado os óculos de ver ao perto para ler bem a etiqueta que dizia "girl", acabou por trazer um conjunto de três bodies de menina. Ela tem desculpa. Os bodies eram mesmo giros, todos coloridos, com gatos azuis e verdes, e o único que é ostensivamente cor-de-rosa estava escondido atrás dos outros. Já em casa, a descoberta causou algum embaraço e muitas gargalhadas. Queres que vá trocar? Não, por amor de deus, trocar porquê? Até calha bem. Já ando um bocado farta daquele azul-desmaiado que invadiu as nossas gavetas e, para dizer a verdade, o nosso rapagão fica bem de rosa-choque (não acham?). Tal como fica bem de cor-de-laranja. De amarelo. De verde. De vermelho. Quem é que terá inventado essa coisa de os rapazes só usarem azul e as raparigas cor-de-rosa? Só pode ter sido alguém com muito pouca imaginação, parece-me. Pois nós, cá em casa, não só temos imaginação como gostamos de desafiar os estereotipos. O mais velho tem uma bola das princesas. Pede-me para pôr ganchos no cabelo. E brinca comigo às casinhas. No livro que lemos à noite, o pai-tartaruga é o que tem a vassoura na mão e a mãe-tartaruga é a que está a ler o jornal, diz ele e quem sou eu para o contrariar?
Na batalha da mãe contra a sociedade, a mãe leva vantagem. Resta saber por quanto tempo...
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Tuesday, July 22, 2008
Terapia
Labels: vidinha
Terapia
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Friday, July 18, 2008
Alegria e amor, que mais podemos pedir?
Labels: Filhos
Alegria e amor, que mais podemos pedir?
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Alegria e amor, que mais podemos pedir?
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Thursday, July 17, 2008
Coming out
- olá a todos, o meu nome é maria joão caetano e tenho um blogue.
E pronto. Agora já sabem. E eu espero aguentar-me à bronca.
Labels: blog
Coming out
- olá a todos, o meu nome é maria joão caetano e tenho um blogue.
E pronto. Agora já sabem. E eu espero aguentar-me à bronca.
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Coming out
- olá a todos, o meu nome é maria joão caetano e tenho um blogue.
E pronto. Agora já sabem. E eu espero aguentar-me à bronca.
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Tuesday, July 15, 2008
Desculpe la
Margarida Rebelo Pinto passou anos a queixar-se que os críticos literários e a imprensa especializada a ignoravam. Queria ser tratada em pé de igualdade com os outros escritores. Ora aí está. Este mês, com esta deliciosa entrevista, foi capa da Ler e o seu livro, Português Suave, teve críticas arrasadoras nos suplementos culturais do Público e do Expresso. Deve estar satisfeita, portanto.
Labels: Livros
Desculpe la
Margarida Rebelo Pinto passou anos a queixar-se que os críticos literários e a imprensa especializada a ignoravam. Queria ser tratada em pé de igualdade com os outros escritores. Ora aí está. Este mês, com esta deliciosa entrevista, foi capa da Ler e o seu livro, Português Suave, teve críticas arrasadoras nos suplementos culturais do Público e do Expresso. Deve estar satisfeita, portanto.
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Desculpe la
Margarida Rebelo Pinto passou anos a queixar-se que os críticos literários e a imprensa especializada a ignoravam. Queria ser tratada em pé de igualdade com os outros escritores. Ora aí está. Este mês, com esta deliciosa entrevista, foi capa da Ler e o seu livro, Português Suave, teve críticas arrasadoras nos suplementos culturais do Público e do Expresso. Deve estar satisfeita, portanto.
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Sunday, July 13, 2008
A minha infancia no gerundio
A minha infancia no gerundio
A minha infancia no gerundio
Thursday, July 10, 2008
A escatologia do amor
Labels: Filhos
A escatologia do amor
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A escatologia do amor
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Wednesday, July 09, 2008
Tenho saudades tuas

Como quem vê um quadro. Às vezes, temos que nos afastar um pouco para que a vida fique mais nítida.
Labels: Amor
Saturday, July 05, 2008
Com açucar, com afecto
É tão fácil fazer-me feliz.
Labels: Amor
Com açucar, com afecto
É tão fácil fazer-me feliz.
Labels: Amor
Com açucar, com afecto
É tão fácil fazer-me feliz.
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Friday, July 04, 2008
A mae da Sonia
Os pais vão buscar os filhos ao sábado de manhã e levam-nos ao jardim zooloógico e ao parque, à praia e à piscina, vão ver a avó e comer gelados. Uma galhofa. Esses auto-intitulados pais não sabem o que é chegar do trabalho todos (mas mesmo todos) os dias e, mesmo cansados ou enervados, ter de jogar à bola, dar banho aos filhos, ajudá-los a fazer os trabalhos de casa, arranjar maneira de eles comerem os bróculos, aturar-lhes as birras e ler-lhes uma história antes de dormir. Nem têm que acordar todos (mas mesmo todos) os dias às sete ou às sete e meia ou lá às horas que as crianças se lembram de acordar e fazer um sorriso e vestir-lhes a roupa e levá-los à escola. Esses pais não têm que se preocupar se o miúdo cresceu e agora é preciso comprar uns sapatos, nem se a roupa da ginástica ainda está suja, nem se as fraldas estão a acabar. Não têm que se lembrar se há sopa no frigorífico ou comida para o jantar. Não são eles que acordam três vezes por noite para os pôr a fazer chi-chi ou porque tiveram um pesadelo ou só para os ir tapar. Isto para já não falar da educação propriamente dita, essa coisa que exige tempo, rotinas, conversas e discussões (e quando se está com um filho de quinze em quinze dias a gente tem mais que fazer do que se chatear, obviamente). São, pois, uma espécie de pais de faz-de-conta.
E eu percebo que as pessoas se separem (lagarto, cruzes, canhoto, onde é que está madeira para eu bater?), que ninguém deve ficar em casa só por causa dos filhos, eu percebo que às vezes os casamentos são lixados e todos devemos procurar ser felizes. Mas não me venham cá dizer que isto é justo. Ou que se resolve com uma lei qualquer que estabelece os deveres da parentalidade.
(*) passei meia-hora a lutar com o computador a tentar perceber como é que se faz um link, mas a minha crónica nabice informática é insuperável. Por isso, quem quiser ler a sónia faça o favor de procurar o cocó na fralda.
A mae da Sonia
Os pais vão buscar os filhos ao sábado de manhã e levam-nos ao jardim zooloógico e ao parque, à praia e à piscina, vão ver a avó e comer gelados. Uma galhofa. Esses auto-intitulados pais não sabem o que é chegar do trabalho todos (mas mesmo todos) os dias e, mesmo cansados ou enervados, ter de jogar à bola, dar banho aos filhos, ajudá-los a fazer os trabalhos de casa, arranjar maneira de eles comerem os bróculos, aturar-lhes as birras e ler-lhes uma história antes de dormir. Nem têm que acordar todos (mas mesmo todos) os dias às sete ou às sete e meia ou lá às horas que as crianças se lembram de acordar e fazer um sorriso e vestir-lhes a roupa e levá-los à escola. Esses pais não têm que se preocupar se o miúdo cresceu e agora é preciso comprar uns sapatos, nem se a roupa da ginástica ainda está suja, nem se as fraldas estão a acabar. Não têm que se lembrar se há sopa no frigorífico ou comida para o jantar. Não são eles que acordam três vezes por noite para os pôr a fazer chi-chi ou porque tiveram um pesadelo ou só para os ir tapar. Isto para já não falar da educação propriamente dita, essa coisa que exige tempo, rotinas, conversas e discussões (e quando se está com um filho de quinze em quinze dias a gente tem mais que fazer do que se chatear, obviamente). São, pois, uma espécie de pais de faz-de-conta.
E eu percebo que as pessoas se separem (lagarto, cruzes, canhoto, onde é que está madeira para eu bater?), que ninguém deve ficar em casa só por causa dos filhos, eu percebo que às vezes os casamentos são lixados e todos devemos procurar ser felizes. Mas não me venham cá dizer que isto é justo. Ou que se resolve com uma lei qualquer que estabelece os deveres da parentalidade.
(*) passei meia-hora a lutar com o computador a tentar perceber como é que se faz um link, mas a minha crónica nabice informática é insuperável. Por isso, quem quiser ler a sónia faça o favor de procurar o cocó na fralda.
A mae da Sonia
Os pais vão buscar os filhos ao sábado de manhã e levam-nos ao jardim zooloógico e ao parque, à praia e à piscina, vão ver a avó e comer gelados. Uma galhofa. Esses auto-intitulados pais não sabem o que é chegar do trabalho todos (mas mesmo todos) os dias e, mesmo cansados ou enervados, ter de jogar à bola, dar banho aos filhos, ajudá-los a fazer os trabalhos de casa, arranjar maneira de eles comerem os bróculos, aturar-lhes as birras e ler-lhes uma história antes de dormir. Nem têm que acordar todos (mas mesmo todos) os dias às sete ou às sete e meia ou lá às horas que as crianças se lembram de acordar e fazer um sorriso e vestir-lhes a roupa e levá-los à escola. Esses pais não têm que se preocupar se o miúdo cresceu e agora é preciso comprar uns sapatos, nem se a roupa da ginástica ainda está suja, nem se as fraldas estão a acabar. Não têm que se lembrar se há sopa no frigorífico ou comida para o jantar. Não são eles que acordam três vezes por noite para os pôr a fazer chi-chi ou porque tiveram um pesadelo ou só para os ir tapar. Isto para já não falar da educação propriamente dita, essa coisa que exige tempo, rotinas, conversas e discussões (e quando se está com um filho de quinze em quinze dias a gente tem mais que fazer do que se chatear, obviamente). São, pois, uma espécie de pais de faz-de-conta.
E eu percebo que as pessoas se separem (lagarto, cruzes, canhoto, onde é que está madeira para eu bater?), que ninguém deve ficar em casa só por causa dos filhos, eu percebo que às vezes os casamentos são lixados e todos devemos procurar ser felizes. Mas não me venham cá dizer que isto é justo. Ou que se resolve com uma lei qualquer que estabelece os deveres da parentalidade.
(*) passei meia-hora a lutar com o computador a tentar perceber como é que se faz um link, mas a minha crónica nabice informática é insuperável. Por isso, quem quiser ler a sónia faça o favor de procurar o cocó na fralda.
Ta bem, abelha
Ta bem, abelha
Ta bem, abelha
Wednesday, July 02, 2008
De pequenino
Labels: Filhos
De pequenino
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De pequenino
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Tuesday, July 01, 2008
Fascinios
Labels: Adolescência, Amigos, televisão
Fascinios
Labels: Adolescência, Amigos, televisão
Fascinios
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