Wednesday, May 28, 2014

Sem medos







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Sem medos







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Monday, May 26, 2014

A felicidade nas coisas pequenas (XVIII)

Estar de folga e não ligar o facebook.

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A felicidade nas coisas pequenas (XVIII)

Estar de folga e não ligar o facebook.

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Sunday, May 25, 2014

Grávidas


Grávidas. Atrizes. Giras. Divertidas.

(eu gosto muito de grávidas. e gosto muito de barrigas. tenho tantas saudades das minhas barrigas)

'Consegues ver os teus pés?', entre hoje e quarta, no Teatro Taborda, em Lisboa.

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Grávidas


Grávidas. Atrizes. Giras. Divertidas.

(eu gosto muito de grávidas. e gosto muito de barrigas. tenho tantas saudades das minhas barrigas)

'Consegues ver os teus pés?', entre hoje e quarta, no Teatro Taborda, em Lisboa.

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Saturday, May 24, 2014

A invasão

Às 9.30 da manhã, o metro estava cheio. Cheio como em hora de ponta. Espanhóis aos pulos dentro da carruagem. A cantarem. Espanhóis com pulseiras de elásticos nos pulsos, a consultarem os mapas da cidade e a perguntarem pelas estações de metro e pelo Rossio e pelos pastéis de belém.


Que ganhe o melhor, mas se puder ser este a malta fica um bocadinho mais contente.


E, já agora, uma música para começarmos a aquecer para o Mundial (esta, que é antiga, porque não achei gracinha nenhuma à da Shakira nem à do Pitbull).





'Uma Partida de Futebol', Skank

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A invasão

Às 9.30 da manhã, o metro estava cheio. Cheio como em hora de ponta. Espanhóis aos pulos dentro da carruagem. A cantarem. Espanhóis com pulseiras de elásticos nos pulsos, a consultarem os mapas da cidade e a perguntarem pelas estações de metro e pelo Rossio e pelos pastéis de belém.


Que ganhe o melhor, mas se puder ser este a malta fica um bocadinho mais contente.


E, já agora, uma música para começarmos a aquecer para o Mundial (esta, que é antiga, porque não achei gracinha nenhuma à da Shakira nem à do Pitbull).





'Uma Partida de Futebol', Skank

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Friday, May 23, 2014

"Don't leave me untill you leave me"


Chegar a casa numa sexta-feira à tarde, depois do trabalho, sentar-me no sofá a ver o episódio de ontem da 'Anatomia de Grey' e choramingar um bocadinho com este Owen dos cabelos ruivos.

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"Don't leave me untill you leave me"


Chegar a casa numa sexta-feira à tarde, depois do trabalho, sentar-me no sofá a ver o episódio de ontem da 'Anatomia de Grey' e choramingar um bocadinho com este Owen dos cabelos ruivos.

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Entre pedras e pedrinhas

Foi tão bom. Pela música, pelos amigos, pelos miúdos, ensonados mas ainda assim fascinados com os dourados do teatro e com aqueles instrumentos todos, o acordeão, a harpa, os violinos, a sanfona, e os coros e os cantares alentejanos que são tão lindos. E no final, onze da noite, já na rua, no largo de são carlos, ainda houve mais vozes e aqueles homens juntinhos a abanarem-se lentamente de um lado para o outro.


 

Fotos do espetáculo, ontem à noite, da Ronda dos Quatro Caminhos, retiradas do Facebook do Teatro Nacional de São Carlos

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Entre pedras e pedrinhas

Foi tão bom. Pela música, pelos amigos, pelos miúdos, ensonados mas ainda assim fascinados com os dourados do teatro e com aqueles instrumentos todos, o acordeão, a harpa, os violinos, a sanfona, e os coros e os cantares alentejanos que são tão lindos. E no final, onze da noite, já na rua, no largo de são carlos, ainda houve mais vozes e aqueles homens juntinhos a abanarem-se lentamente de um lado para o outro.


 

Fotos do espetáculo, ontem à noite, da Ronda dos Quatro Caminhos, retiradas do Facebook do Teatro Nacional de São Carlos

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Wednesday, May 21, 2014

Tanta coisa boa




Obrigado, Anabela, por me mostrares esta "coisa boa". Eu já adorava o Moreno Veloso (e não só por ser filho de quem é) e agora estou com muita vontade de ouvir o novo disco.




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Tanta coisa boa




Obrigado, Anabela, por me mostrares esta "coisa boa". Eu já adorava o Moreno Veloso (e não só por ser filho de quem é) e agora estou com muita vontade de ouvir o novo disco.




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Tuesday, May 20, 2014

Contra os exames, sempre

Sou contra os exames do 4ºano (e também do 6º, pelo menos. e provavelmente também do 9º, embora ainda não me tenha dedicado a pensar muito nisso).


Acho que os meninos devem ser avaliados. Acho que devemos ser exigentes com eles. Acho que eles devem aprender a ser responsáveis. Acho que estudar é, sim, senhor, o seu trabalho.


Mas acho que haveria mil e uma maneiras de conseguir isto tudo sem ter que sujeitá-los a esta pressão tão formal, tão oficial, tão burocrática que são os exames (já há os testes, não há? e havia aquela coisa chamada avaliação contínua, não havia?) e, acima de tudo, sem ter que perder grande parte do tempo lectivo a ensiná-los a fazer estes exames. Porque a verdade é esta. Os exames vieram limitar a liberdade dos professores no que toca a metodologias e a estratégias de ensino. Vieram limitar a criatividade dentro da sala de aula. E limitar, e muito, a liberdade e a criatividade dos nossos miúdos. Haveria outras maneiras, porventura mais divertidas e se calhar até mais eficazes de pôr estas crianças a ler e a compreender textos e a fazerem redacções e a saberem a gramática toda e a saberem dividir e multiplicar (e até fazerem contas com fracções) e a saberem as formas geométricas e os sólidos e os ângulos e os quilómetros e os litros. Claro que haveria. Mas não adianta que eles saibam isso tudo de outra maneira. O que é importante é que saibam desta forma. Não interessa que eles saibam tudo isso e muito mais, o que interessa é que saibam responder a este tipo de exames.


E essa normalização a mim irrita-me. Complica-me com os nervos. Porque é limitadora, porque é injusta, porque é uma parvoíce. Os putos têm 10 anos. A escola devia ser um sítio que lhes abre portas e não que lhes diz que só há uma maneira certa de fazer as coisas. Os putos têm 10 anos. Aprender devia ser divertido e não uma seca de fichas que é preciso fazer. Os putos têm 10 anos. Há uns que sabem mais matemática, há outros que sabem mais história, há uns que gostam de pintar, há outros que são óptimos a tocar flauta. Devíamos estar a explorar estas várias valências. Aproveitar aquilo em que eles são melhores para minorar as suas dificuldades. Descobrir estratégias, quem sabe até individuais, para que todos cheguem à meta, mesmo que de maneiras diferentes. Isto é possível. Isto não é utopia.


Não me venham com a conversa de que temos de os preparar para o futuro. Estamos a criar pequenos burocratas-não-pensantes-e-obedientes que quando vão para uma prova se preocupam com coisas como ter uma caneta preta sem bonecos. Que futuro cinzento nos espera.


 


Posto isto. Não há como escapar. Os miúdos têm que fazer os exames. Os professores têm que os preparar para os exames. No resto do tempo, resistimos como podemos. Em casa e na escola. Há que desdramatizar, para bem deles e para nosso bem. Dar-lhes espaço. Dar-lhes tempo. Não os pressionar. Relativizar. Procurar aquele difícil equilíbrio entre o garantir que eles estão à altura e o não fazer disto um bicho de sete cabeças. Ando à procura deste equilíbrio. Uns dias consigo, outros nem por isso. Mas ando à procura. Acredito mesmo nisto.

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Contra os exames, sempre

Sou contra os exames do 4ºano (e também do 6º, pelo menos. e provavelmente também do 9º, embora ainda não me tenha dedicado a pensar muito nisso).


Acho que os meninos devem ser avaliados. Acho que devemos ser exigentes com eles. Acho que eles devem aprender a ser responsáveis. Acho que estudar é, sim, senhor, o seu trabalho.


Mas acho que haveria mil e uma maneiras de conseguir isto tudo sem ter que sujeitá-los a esta pressão tão formal, tão oficial, tão burocrática que são os exames (já há os testes, não há? e havia aquela coisa chamada avaliação contínua, não havia?) e, acima de tudo, sem ter que perder grande parte do tempo lectivo a ensiná-los a fazer estes exames. Porque a verdade é esta. Os exames vieram limitar a liberdade dos professores no que toca a metodologias e a estratégias de ensino. Vieram limitar a criatividade dentro da sala de aula. E limitar, e muito, a liberdade e a criatividade dos nossos miúdos. Haveria outras maneiras, porventura mais divertidas e se calhar até mais eficazes de pôr estas crianças a ler e a compreender textos e a fazerem redacções e a saberem a gramática toda e a saberem dividir e multiplicar (e até fazerem contas com fracções) e a saberem as formas geométricas e os sólidos e os ângulos e os quilómetros e os litros. Claro que haveria. Mas não adianta que eles saibam isso tudo de outra maneira. O que é importante é que saibam desta forma. Não interessa que eles saibam tudo isso e muito mais, o que interessa é que saibam responder a este tipo de exames.


E essa normalização a mim irrita-me. Complica-me com os nervos. Porque é limitadora, porque é injusta, porque é uma parvoíce. Os putos têm 10 anos. A escola devia ser um sítio que lhes abre portas e não que lhes diz que só há uma maneira certa de fazer as coisas. Os putos têm 10 anos. Aprender devia ser divertido e não uma seca de fichas que é preciso fazer. Os putos têm 10 anos. Há uns que sabem mais matemática, há outros que sabem mais história, há uns que gostam de pintar, há outros que são óptimos a tocar flauta. Devíamos estar a explorar estas várias valências. Aproveitar aquilo em que eles são melhores para minorar as suas dificuldades. Descobrir estratégias, quem sabe até individuais, para que todos cheguem à meta, mesmo que de maneiras diferentes. Isto é possível. Isto não é utopia.


Não me venham com a conversa de que temos de os preparar para o futuro. Estamos a criar pequenos burocratas-não-pensantes-e-obedientes que quando vão para uma prova se preocupam com coisas como ter uma caneta preta sem bonecos. Que futuro cinzento nos espera.


 


Posto isto. Não há como escapar. Os miúdos têm que fazer os exames. Os professores têm que os preparar para os exames. No resto do tempo, resistimos como podemos. Em casa e na escola. Há que desdramatizar, para bem deles e para nosso bem. Dar-lhes espaço. Dar-lhes tempo. Não os pressionar. Relativizar. Procurar aquele difícil equilíbrio entre o garantir que eles estão à altura e o não fazer disto um bicho de sete cabeças. Ando à procura deste equilíbrio. Uns dias consigo, outros nem por isso. Mas ando à procura. Acredito mesmo nisto.

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Monday, May 19, 2014

Uma história desdentada

Meia hora a vasculhar nas prateleiras da livraria para encontrar este livro que ainda teve de ser lido e aprovado pelo Pedro. Funcionou porque tem tudo a ver com esta idade: na turma estão todos com dentes a abanar e fizeram questão de me mostrar as suas bocas desdentadas. Ele, tão orgulhoso, ajudou a contar a história (e houve até um toque de magia patrocinado pela fada dos dentes).



'O menino que detestava escovas de dentes', de Zehra Hicks (Editorial Presença)


O bolo de cenoura também parece que se safou. Para o ano há mais.

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Uma história desdentada

Meia hora a vasculhar nas prateleiras da livraria para encontrar este livro que ainda teve de ser lido e aprovado pelo Pedro. Funcionou porque tem tudo a ver com esta idade: na turma estão todos com dentes a abanar e fizeram questão de me mostrar as suas bocas desdentadas. Ele, tão orgulhoso, ajudou a contar a história (e houve até um toque de magia patrocinado pela fada dos dentes).



'O menino que detestava escovas de dentes', de Zehra Hicks (Editorial Presença)


O bolo de cenoura também parece que se safou. Para o ano há mais.

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Observando

Há um novo jornal para ler. Chama-se O Observador e só está disponível online. Nos dias que correm, em que o jornalismo está pela hora da morte, esta é uma boa notícia. Que corra tudo bem é o que queremos.


Podem começar por ler a história da Maria, que vale muito a pena.

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Observando

Há um novo jornal para ler. Chama-se O Observador e só está disponível online. Nos dias que correm, em que o jornalismo está pela hora da morte, esta é uma boa notícia. Que corra tudo bem é o que queremos.


Podem começar por ler a história da Maria, que vale muito a pena.

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Um bebé a caminho

É oficial. Vai haver mais um bebé M. para mimar e nós estamos muito felizes com a notícia. Parabéns, minha querida Sónia. Parabéns, família Cocó.


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Um bebé a caminho

É oficial. Vai haver mais um bebé M. para mimar e nós estamos muito felizes com a notícia. Parabéns, minha querida Sónia. Parabéns, família Cocó.


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Sunday, May 18, 2014

Seis anos depois



O Pedro já tem uma camisola do Benfica.

A prenda do ano foi Legos. Pediu a toda a gente que lhe perguntou o que queria. E recebeu muitos. Bolas e carrinhos também são sempre bem vindos. E ainda recebeu um postal maravilhoso feito pela Beatriz, uma pulseira amarela feita pela Mariana, cromos para a caderneta do mundial e mais, muito mais. No meio da confusão (eram 26 crianças a pular em insufláveis) ainda trouxemos prendas por abrir.

Vê-los felizes, a brincar com os amigos, é seguramente uma das melhores coisas do mundo. E os abraços deles também.

A foto foi tirada antes do ataque de uma otite malvada que o pôs a chorar com dores durante mais de uma hora até adormecer agarrado a mim. Seis anos depois, há coisas que não mudam.

Amanhã há mais. Um bolo de cenoura e uma história para contar aos colegas. A mãe, pouco dada a coisas públicas, está um bocadinho nervosa por ter de enfrentar uma turma de miúdos de 5 e 6 anos. Já o mano, que tem um exame logo de manhã, não só está inconsolável por não poder participar no momento como não está nada mas mesmo nada nervoso com a prova. Feitios.

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Seis anos depois



O Pedro já tem uma camisola do Benfica.

A prenda do ano foi Legos. Pediu a toda a gente que lhe perguntou o que queria. E recebeu muitos. Bolas e carrinhos também são sempre bem vindos. E ainda recebeu um postal maravilhoso feito pela Beatriz, uma pulseira amarela feita pela Mariana, cromos para a caderneta do mundial e mais, muito mais. No meio da confusão (eram 26 crianças a pular em insufláveis) ainda trouxemos prendas por abrir.

Vê-los felizes, a brincar com os amigos, é seguramente uma das melhores coisas do mundo. E os abraços deles também.

A foto foi tirada antes do ataque de uma otite malvada que o pôs a chorar com dores durante mais de uma hora até adormecer agarrado a mim. Seis anos depois, há coisas que não mudam.

Amanhã há mais. Um bolo de cenoura e uma história para contar aos colegas. A mãe, pouco dada a coisas públicas, está um bocadinho nervosa por ter de enfrentar uma turma de miúdos de 5 e 6 anos. Já o mano, que tem um exame logo de manhã, não só está inconsolável por não poder participar no momento como não está nada mas mesmo nada nervoso com a prova. Feitios.

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Há seis anos


o Pedro.

mais de 4 quilos. bochechas. muito cabelo. e cabelo muito escuro. pachorrento.

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Há seis anos


o Pedro.

mais de 4 quilos. bochechas. muito cabelo. e cabelo muito escuro. pachorrento.

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Saturday, May 17, 2014

Quase lá

Na semana que agora acabou já houve testes, nesta que aí vem são as provas finais, a seguir há mais uma semana com testes e depois... parece que ainda há aulas mas já não quero saber. O próximo ano lectivo vai ser muito mais puxado pois vou ter um no 1º ano e outro no 5º ano (!!!) e ainda por cima em escolas diferentes, sim, vai ser muito pior, eu sei, mas, para já, para já, só quero chegar ao verão, ok?


É mais ou menos isto.

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Quase lá

Na semana que agora acabou já houve testes, nesta que aí vem são as provas finais, a seguir há mais uma semana com testes e depois... parece que ainda há aulas mas já não quero saber. O próximo ano lectivo vai ser muito mais puxado pois vou ter um no 1º ano e outro no 5º ano (!!!) e ainda por cima em escolas diferentes, sim, vai ser muito pior, eu sei, mas, para já, para já, só quero chegar ao verão, ok?


É mais ou menos isto.

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Friday, May 16, 2014

Aforismos ao jantar

"Comigo fico, talvez não contente,


Porém certo e sem erro."


(Ricardo Reis)


 


Frase 514 do livro 'Como viver (ou não) em 777 frases', recolha de frases de Fernando Pessoa feita por Richard Zenith. O livro acabou de ser editado pela Quetzal e é uma pequena maravilha.

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Aforismos ao jantar

"Comigo fico, talvez não contente,


Porém certo e sem erro."


(Ricardo Reis)


 


Frase 514 do livro 'Como viver (ou não) em 777 frases', recolha de frases de Fernando Pessoa feita por Richard Zenith. O livro acabou de ser editado pela Quetzal e é uma pequena maravilha.

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Shorts

Aparentemente os calções curtos são a moda deste verão. Eu ia dizer não, obrigado, já tivemos que baste no ano passado, não aguento mais ver miúdas e menos miúdas a passearem na cidade com o rabo à mostra como se estivessem na praia, mas pronto, há quem goste, até que me apercebi que os calções curtos são a moda deste ano também para os homens. Ora se é o The Wall Street Journal que o diz é porque é verdade. E isto é uma óptima notícia. Estamos todas um bocadinho fartas daqueles calções compridos dos homens que os fazem parecer um tanto palhaços, não estamos?


Citando Dodai Stewart: “Since the turn of the century—the late '90s, early aughts—we have been plagued by unsightly shorts. It's unclear who is to blame. Hip hop? Rave? Surfers? Skateboarders? It doesn't matter, really. The hideous trend slithered onto men nationwide, curling its tentacles around the legs of innocent dudes and sheathing them in the most terrible way. And it's held on for so long. (...)Bring up that hemline! (...) Show us your legs.”


Portanto, é oficial. Ainda há pouco tempo Al Gore e Bill Clinton foram gozados por causa dos seus calções, mas em 2014 toda a gente acha (e eu também) que Pharrel Williams tem imenso estilo com uns calções acima do joelho.


 


Vendo bem as coisas, If Christiano Ronaldo can wear them, so can our dads/boyfriends/best guy friends (who all look like Christiano Ronaldo, right?) 


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Shorts

Aparentemente os calções curtos são a moda deste verão. Eu ia dizer não, obrigado, já tivemos que baste no ano passado, não aguento mais ver miúdas e menos miúdas a passearem na cidade com o rabo à mostra como se estivessem na praia, mas pronto, há quem goste, até que me apercebi que os calções curtos são a moda deste ano também para os homens. Ora se é o The Wall Street Journal que o diz é porque é verdade. E isto é uma óptima notícia. Estamos todas um bocadinho fartas daqueles calções compridos dos homens que os fazem parecer um tanto palhaços, não estamos?


Citando Dodai Stewart: “Since the turn of the century—the late '90s, early aughts—we have been plagued by unsightly shorts. It's unclear who is to blame. Hip hop? Rave? Surfers? Skateboarders? It doesn't matter, really. The hideous trend slithered onto men nationwide, curling its tentacles around the legs of innocent dudes and sheathing them in the most terrible way. And it's held on for so long. (...)Bring up that hemline! (...) Show us your legs.”


Portanto, é oficial. Ainda há pouco tempo Al Gore e Bill Clinton foram gozados por causa dos seus calções, mas em 2014 toda a gente acha (e eu também) que Pharrel Williams tem imenso estilo com uns calções acima do joelho.


 


Vendo bem as coisas, If Christiano Ronaldo can wear them, so can our dads/boyfriends/best guy friends (who all look like Christiano Ronaldo, right?) 


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Em aquecimento para os Stones

Já tenho nos ouvidos o novo disco da Ronda dos Quatro Caminhos, que se chama Tierra Alantre e que junta os elementos do grupo com a Orquestra Sinfónica Portuguesa e o Coro do Teatro Nacional de S. Carlos e ainda mais uma mão cheia de convidados em viagem musical pela zona de Trás-os-Montes, Minho e Galiza. Eu gosto e não é só por ser gente amiga. No próximo dia 22 há concerto no Teatro São Carlos. Vamos?



Foto da capa do disco, de José Carlos Carvalho

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Em aquecimento para os Stones

Já tenho nos ouvidos o novo disco da Ronda dos Quatro Caminhos, que se chama Tierra Alantre e que junta os elementos do grupo com a Orquestra Sinfónica Portuguesa e o Coro do Teatro Nacional de S. Carlos e ainda mais uma mão cheia de convidados em viagem musical pela zona de Trás-os-Montes, Minho e Galiza. Eu gosto e não é só por ser gente amiga. No próximo dia 22 há concerto no Teatro São Carlos. Vamos?



Foto da capa do disco, de José Carlos Carvalho

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Thursday, May 15, 2014

Me, myself and I

"When there's no-one else in sight
In the crowded lonely night
Well I wait so long
For my love vibration
And I'm dancing with myself


(...)


So let's sink another drink
'Cause it'll give me time to think
If I had the chance
I'd ask the world to dance
And I'll be dancing with myself"





Billy Idol, 'Dancing with myself' (1980).

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Me, myself and I

"When there's no-one else in sight
In the crowded lonely night
Well I wait so long
For my love vibration
And I'm dancing with myself


(...)


So let's sink another drink
'Cause it'll give me time to think
If I had the chance
I'd ask the world to dance
And I'll be dancing with myself"





Billy Idol, 'Dancing with myself' (1980).

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Na América

"In recent weeks, these people said, Mr. Baquet had become angered over a decision by Ms. Abramson to make a job offer to a senior editor from The Guardian, Janine Gibson, and install her alongside him in a co-managing editor position without consulting him. It escalated the conflict between them and rose to the attention of Mr. Sulzberger. (...) Ms. Abramson did not return messages seeking comment. As part of a settlement agreement between her and the paper, neither side would go into detail about her firing. (...) Jane Mayer, a journalist at The New Yorker and a friend of Ms. Abramson, said, “I know that Jill cares passionately about great journalism and The New York Times. She works incredibly hard, holds everyone including herself to the highest standards, and is a forceful and fearless advocate. Not everyone is going to like that, but it’s what makes her one of the most talented journalists of our times.”"


 


Esta notícia foi escrita pelo The New York Times sobre a demissão da sua própria diretora, Jill Abramson. É mais ou menos o mesmo género de notícias que os jornais costumam fazer por cá quando há mudanças na sua direcção, não é?

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Na América

"In recent weeks, these people said, Mr. Baquet had become angered over a decision by Ms. Abramson to make a job offer to a senior editor from The Guardian, Janine Gibson, and install her alongside him in a co-managing editor position without consulting him. It escalated the conflict between them and rose to the attention of Mr. Sulzberger. (...) Ms. Abramson did not return messages seeking comment. As part of a settlement agreement between her and the paper, neither side would go into detail about her firing. (...) Jane Mayer, a journalist at The New Yorker and a friend of Ms. Abramson, said, “I know that Jill cares passionately about great journalism and The New York Times. She works incredibly hard, holds everyone including herself to the highest standards, and is a forceful and fearless advocate. Not everyone is going to like that, but it’s what makes her one of the most talented journalists of our times.”"


 


Esta notícia foi escrita pelo The New York Times sobre a demissão da sua própria diretora, Jill Abramson. É mais ou menos o mesmo género de notícias que os jornais costumam fazer por cá quando há mudanças na sua direcção, não é?

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Em França

Em França

Mais uma viagem, mais uma corrida

Este era o momento para vir aqui escrever coisas fofinhas e inspiradoras sobre o começar de novo e os ciclos da vida e mais um pensamento positivo qualquer sobre como a vida nos ensina e o importante são os afectos e as pessoas que encontramos neste caminho e blá blá blá. Mas eu não sou essa pessoa, não é? Portanto é isto. Hoje é o primeiro dia. Outra vez? É. Vamos lá.

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Mais uma viagem, mais uma corrida

Este era o momento para vir aqui escrever coisas fofinhas e inspiradoras sobre o começar de novo e os ciclos da vida e mais um pensamento positivo qualquer sobre como a vida nos ensina e o importante são os afectos e as pessoas que encontramos neste caminho e blá blá blá. Mas eu não sou essa pessoa, não é? Portanto é isto. Hoje é o primeiro dia. Outra vez? É. Vamos lá.

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Tuesday, May 13, 2014

És linda porque és a minha mãe

Lamechices. Headlights. Uma declaração de amor de Eminem para a mãe com vídeo de Spike Lee.




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És linda porque és a minha mãe

Lamechices. Headlights. Uma declaração de amor de Eminem para a mãe com vídeo de Spike Lee.




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Monday, May 12, 2014

Carrossel

Há os mentirosos.


Há os cobardes.


E há os mentirosos e cobardes.


 


Cada vez mais me convenço que, mais do que saber o tipo de homem que se quer, é importante saber o tipo de homem que não se quer.

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Carrossel

Há os mentirosos.


Há os cobardes.


E há os mentirosos e cobardes.


 


Cada vez mais me convenço que, mais do que saber o tipo de homem que se quer, é importante saber o tipo de homem que não se quer.

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Saturday, May 10, 2014

Dois anos

Costumo dizer que a vida é um pouco como uma montanha russa, com altos e baixos. Mas hoje, pensando melhor, parece-me que a vida é mais como um carrossel. Damos voltas e voltas mas, na verdade, não saimos do lugar. Ou saimos. Mas logo voltamos ao lugar onde estávamos.

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Dois anos

Costumo dizer que a vida é um pouco como uma montanha russa, com altos e baixos. Mas hoje, pensando melhor, parece-me que a vida é mais como um carrossel. Damos voltas e voltas mas, na verdade, não saimos do lugar. Ou saimos. Mas logo voltamos ao lugar onde estávamos.

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Datas

O Bernardo Sassetti morreu há dois anos.

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Datas

O Bernardo Sassetti morreu há dois anos.

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Thursday, May 08, 2014

A Scarlett

E já que hoje estamos numa de elogios, aqui fica mais um: tenho muitas saudades de ter este rapaz sentado ao meu lado e passarmos os dias a conversar sobre tudo e sobre nada. Se querem perceber porquê leiam isto, que é muito, muito bom.



Scarlett Johansson em 'Under the Skin', o filme que está a dar que falar. A Scarlett também merece todos os elogios, claro.

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A Scarlett

E já que hoje estamos numa de elogios, aqui fica mais um: tenho muitas saudades de ter este rapaz sentado ao meu lado e passarmos os dias a conversar sobre tudo e sobre nada. Se querem perceber porquê leiam isto, que é muito, muito bom.



Scarlett Johansson em 'Under the Skin', o filme que está a dar que falar. A Scarlett também merece todos os elogios, claro.

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Crises

Crises

E os meus olhos pedem teu olhar

Se só pudesse guardar uma imagem seria esta: nós no teu carro, com os vidros abertos, a cantar o acústico do Gilberto Gil e a dançar com as mãos. Parabéns, Isabel, minha amiga.




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E os meus olhos pedem teu olhar

Se só pudesse guardar uma imagem seria esta: nós no teu carro, com os vidros abertos, a cantar o acústico do Gilberto Gil e a dançar com as mãos. Parabéns, Isabel, minha amiga.




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Tuesday, May 06, 2014

"Porque se você parar pra pensar, na verdade não há"






Legião Urbana, 'Pais e Filhos', 1989

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"Porque se você parar pra pensar, na verdade não há"






Legião Urbana, 'Pais e Filhos', 1989

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Você já amou como se não houvesse amanhã?

 É o que pergunta Marcelo D2 em 'Você Diz que o Amor Não Dói':





"Você já amou como se não houvesse o amanhã?
Aquele amor que quando bate cê perde o medo da morte?
E quem foi que disse que não existe o amanhã
E se esse amor ainda tá lá, ai cê é um cara de sorte, hein?
Nem sempre a gente escolhe o caminho certo
Não consegue ou não tá esperto
Porque o certo nem sempre está perto
Perto, digo, aos olhos do coração
Não se pode ter tudo e nem tudo que se
Tem está ao alcance das mãos"

 

Esta manhã, num sofá num hotel da avenida da Liberdade, estive à conversa com o rapper brasileiro, com um capuz pela cabeça, falando sobre filmes e tatuagens e músicas e amor, e lembrando as palavras de Hemingway em 'Midnight in Paris', de Woody Allen:






"I believe that love that is true and real, creates a respite from death. All cowardice comes from not loving or not loving well, which is the same thing. And then the man who is brave and true looks death squarely in the face, like some rhino-hunters I know or Belmonte, who is truly brave... It is because they make love with sufficient passion, to push death out of their minds... until it returns, as it does, to all men... and then you must make really good love again."


Marcelo D2 atua amanhã no Teatro Tivoli em Lisboa e sexta-feira na Queima das Fitas do Porto. Ou de como, mesmo sem poder ir ao concerto, há dias em que me sinto uma privilegiada por fazer o que faço.


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Você já amou como se não houvesse amanhã?

 É o que pergunta Marcelo D2 em 'Você Diz que o Amor Não Dói':





"Você já amou como se não houvesse o amanhã?
Aquele amor que quando bate cê perde o medo da morte?
E quem foi que disse que não existe o amanhã
E se esse amor ainda tá lá, ai cê é um cara de sorte, hein?
Nem sempre a gente escolhe o caminho certo
Não consegue ou não tá esperto
Porque o certo nem sempre está perto
Perto, digo, aos olhos do coração
Não se pode ter tudo e nem tudo que se
Tem está ao alcance das mãos"

 

Esta manhã, num sofá num hotel da avenida da Liberdade, estive à conversa com o rapper brasileiro, com um capuz pela cabeça, falando sobre filmes e tatuagens e músicas e amor, e lembrando as palavras de Hemingway em 'Midnight in Paris', de Woody Allen:






"I believe that love that is true and real, creates a respite from death. All cowardice comes from not loving or not loving well, which is the same thing. And then the man who is brave and true looks death squarely in the face, like some rhino-hunters I know or Belmonte, who is truly brave... It is because they make love with sufficient passion, to push death out of their minds... until it returns, as it does, to all men... and then you must make really good love again."


Marcelo D2 atua amanhã no Teatro Tivoli em Lisboa e sexta-feira na Queima das Fitas do Porto. Ou de como, mesmo sem poder ir ao concerto, há dias em que me sinto uma privilegiada por fazer o que faço.


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Monday, May 05, 2014

A festa do António: no jardim

Tivemos muita pena de não podermos convidar alguns amigos para estarem connosco neste dia mas a crise, a malfadada crise, não permite grandes festanças. Por isso ficámos só nós, a família e os padrinhos, que agora já são da família, e fizemos uma festa pequenina mas fabulosa, como é sempre que estamos com aquelas pessoas que nos são mais queridas. Escolhemos o Jardim da Estrela porque é um dos nossos jardins preferidos e porque, depois de uma busca desesperante em restaurantes, hotéis e empresas de catering, tudo com propostas que não se adequavam ao que eu queria (parece que um lanche às 6 da tarde é uma coisa estranha) e preços proibitivos (pelo menos para mim), me lembrei que já há uns anos tinha ali organizado um almoço e tinha corrido tudo bem. Bendita a hora em que tive esta ideia. Num recanto do jardim, a Inês preparou-nos, com todo o cuidado, um lanche que misturava o menu dos adultos (com folhadinhos, pastéis de bacalhau, chamuças, guacamole, uma massada fria e cheesecake) e o menu das crianças (com croquetes, pães de leite, batatas fritas, chocolates, gomas e pão-de-ló), a preços bastante simpáticos. No meio da confusão, não me lembrei de tirar uma fotografia à chegada para vos mostrar como estava tudo tão bonito e apetitoso. Mas garanto-vos que foi um belo fim de tarde. Enquanto nós, os crescidos, ficámos sentados a gargalhar e a beber sangria, os miúdos puderam correr e brincar à vontade. O António estava feliz e isso era mesmo o mais importante.


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A festa do António: no jardim

Tivemos muita pena de não podermos convidar alguns amigos para estarem connosco neste dia mas a crise, a malfadada crise, não permite grandes festanças. Por isso ficámos só nós, a família e os padrinhos, que agora já são da família, e fizemos uma festa pequenina mas fabulosa, como é sempre que estamos com aquelas pessoas que nos são mais queridas. Escolhemos o Jardim da Estrela porque é um dos nossos jardins preferidos e porque, depois de uma busca desesperante em restaurantes, hotéis e empresas de catering, tudo com propostas que não se adequavam ao que eu queria (parece que um lanche às 6 da tarde é uma coisa estranha) e preços proibitivos (pelo menos para mim), me lembrei que já há uns anos tinha ali organizado um almoço e tinha corrido tudo bem. Bendita a hora em que tive esta ideia. Num recanto do jardim, a Inês preparou-nos, com todo o cuidado, um lanche que misturava o menu dos adultos (com folhadinhos, pastéis de bacalhau, chamuças, guacamole, uma massada fria e cheesecake) e o menu das crianças (com croquetes, pães de leite, batatas fritas, chocolates, gomas e pão-de-ló), a preços bastante simpáticos. No meio da confusão, não me lembrei de tirar uma fotografia à chegada para vos mostrar como estava tudo tão bonito e apetitoso. Mas garanto-vos que foi um belo fim de tarde. Enquanto nós, os crescidos, ficámos sentados a gargalhar e a beber sangria, os miúdos puderam correr e brincar à vontade. O António estava feliz e isso era mesmo o mais importante.


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A festa do António: na igreja

A igreja estava à pinha e a cerimónia durou duas horas, mais meia hora para assinaturas e formalidades, mas o miúdo nem pestanejou, tão concentrado que estava a renunciar a satanás. Concentrado e lindo, de camisa e ténis, que há coisas com as quais não vale a pena a gente preocupar-se muito.



Obrigado ao avô-fotógrafo que registou tudo, como de costume.

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A festa do António: na igreja

A igreja estava à pinha e a cerimónia durou duas horas, mais meia hora para assinaturas e formalidades, mas o miúdo nem pestanejou, tão concentrado que estava a renunciar a satanás. Concentrado e lindo, de camisa e ténis, que há coisas com as quais não vale a pena a gente preocupar-se muito.



Obrigado ao avô-fotógrafo que registou tudo, como de costume.

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Sunday, May 04, 2014

As mães


Nós todas.

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As mães


Nós todas.

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A mãe

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A mãe

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Saturday, May 03, 2014

Fugir (2)


sol, rio, um livro, mojitos.

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Fugir (2)


sol, rio, um livro, mojitos.

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Fugir

Era o que me apetecia neste momento. Fugir. Não sei muito bem para onde. Só sei que não me apetecia nada estar aqui onde estou. Fugir desta minha vida, fugir de mim, nem que fosse só por um bocadinho.

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Fugir

Era o que me apetecia neste momento. Fugir. Não sei muito bem para onde. Só sei que não me apetecia nada estar aqui onde estou. Fugir desta minha vida, fugir de mim, nem que fosse só por um bocadinho.

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Thursday, May 01, 2014

A felicidade nas coisas pequenas (XVII)

O jornalista e escritor brasileiro Zuenir Ventura foi um dos primeiros repórteres estrangeiros a chegar a Portugal após o 25 de abril de 74. Ontem, Zuenir, com 82 anos, esteve na Fundação José Saramago a contar algumas das memórias desses dias de loucura e ainda outras histórias, revelando um sentido de humor delicioso. Também lá estava o grande, mas mais reservado, Luís Fernando Veríssimo. Foi um privilégio acabar o dia assim, a ouvir estes senhores falarem das ditaduras, dos políticos, de futebol e das netas. E nem sequer tive que tirar notas. Foi mesmo só prazer. E, depois, continuar à conversa com a Joana em frente de uma pizza e de um copo de vinho.


Este é Zuenir, em Lisboa, em 1974. A foto foi encontrada aqui.

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A felicidade nas coisas pequenas (XVII)

O jornalista e escritor brasileiro Zuenir Ventura foi um dos primeiros repórteres estrangeiros a chegar a Portugal após o 25 de abril de 74. Ontem, Zuenir, com 82 anos, esteve na Fundação José Saramago a contar algumas das memórias desses dias de loucura e ainda outras histórias, revelando um sentido de humor delicioso. Também lá estava o grande, mas mais reservado, Luís Fernando Veríssimo. Foi um privilégio acabar o dia assim, a ouvir estes senhores falarem das ditaduras, dos políticos, de futebol e das netas. E nem sequer tive que tirar notas. Foi mesmo só prazer. E, depois, continuar à conversa com a Joana em frente de uma pizza e de um copo de vinho.


Este é Zuenir, em Lisboa, em 1974. A foto foi encontrada aqui.

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