Saturday, November 30, 2013

"Just smile all the time"

Respigadora como sou, fui roubar esta música dos Wilco aqui. Porque sorrir é mesmo o melhor remédio. Para tudo. (e eu às vezes esqueço-me)




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"Just smile all the time"

Respigadora como sou, fui roubar esta música dos Wilco aqui. Porque sorrir é mesmo o melhor remédio. Para tudo. (e eu às vezes esqueço-me)




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A felicidade nas coisas pequenas (XIII)

Acordar às 9 horas. Beber café sem pressas. Um sol de inverno que afasta todas as sombras. Os rapazes a correrem no largo de são carlos. Almoço com amigos dos bons e comer uns belos hamburgueres. A missa onde confirmamos a caminhada do miúdo. Acender o aquecedor. Montar a árvore de natal e o presépio. Fazer o jantar a ouvir Eminem, só porque sim. Pensar que o que calhava aqui bem era um copo de vinho. Seguir em frente.

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A felicidade nas coisas pequenas (XIII)

Acordar às 9 horas. Beber café sem pressas. Um sol de inverno que afasta todas as sombras. Os rapazes a correrem no largo de são carlos. Almoço com amigos dos bons e comer uns belos hamburgueres. A missa onde confirmamos a caminhada do miúdo. Acender o aquecedor. Montar a árvore de natal e o presépio. Fazer o jantar a ouvir Eminem, só porque sim. Pensar que o que calhava aqui bem era um copo de vinho. Seguir em frente.

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Friday, November 29, 2013

Depois passa

Há dias assim. E depois passam e ficamos bem.

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Depois passa

Há dias assim. E depois passam e ficamos bem.

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Thursday, November 28, 2013

Conhecer melhor as nossas/novas famílias

A investigadora Sofia Marinho, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, está a fazer um estudo sobre a "Partilha de cuidados, educação e tempo com os filhos entre pais e mães que não vivem juntos", através de um questionário online. Porque ela me pediu ajuda e porque este é um tema que me interessa, aqui fica o link para o questionário para quem quiser ajudar nesta investigação. É coisa para demorar um bocadinho mas penso que este tipo de estudos pode ser importante para perceber o que se passa com as nossas famílias e as nossas crianças.


Obrigado.

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Conhecer melhor as nossas/novas famílias

A investigadora Sofia Marinho, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, está a fazer um estudo sobre a "Partilha de cuidados, educação e tempo com os filhos entre pais e mães que não vivem juntos", através de um questionário online. Porque ela me pediu ajuda e porque este é um tema que me interessa, aqui fica o link para o questionário para quem quiser ajudar nesta investigação. É coisa para demorar um bocadinho mas penso que este tipo de estudos pode ser importante para perceber o que se passa com as nossas famílias e as nossas crianças.


Obrigado.

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"Lá vamos, cantando e rindo"


A Companhia Maior está a partir de hoje e até domingo no CCB com o espectáulo 'Estalo Novo', encenado por João Galante e Ana Borralho. Uma viagem às memórias daquele grupo de actores que são também as nossas memórias. E os nossos medos. E o nosso presente. É tão bom. E, mais uma vez, tão comovente. Não percam.

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"Lá vamos, cantando e rindo"


A Companhia Maior está a partir de hoje e até domingo no CCB com o espectáulo 'Estalo Novo', encenado por João Galante e Ana Borralho. Uma viagem às memórias daquele grupo de actores que são também as nossas memórias. E os nossos medos. E o nosso presente. É tão bom. E, mais uma vez, tão comovente. Não percam.

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Wednesday, November 27, 2013

Como conjugar uma gastroenterite

Ontem, conversa à mesa do jantar: mãe, hoje quatro meninos da minha sala comeram dieta.


Hoje, ao chegar à escola, informam-me que o Pedro, tal como mais uns quantos colegas, está farto de vomitar e fazer diarreia. E assim continuou até adormecer.


Amanhã: ficaremos os dois em casa.

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Como conjugar uma gastroenterite

Ontem, conversa à mesa do jantar: mãe, hoje quatro meninos da minha sala comeram dieta.


Hoje, ao chegar à escola, informam-me que o Pedro, tal como mais uns quantos colegas, está farto de vomitar e fazer diarreia. E assim continuou até adormecer.


Amanhã: ficaremos os dois em casa.

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Bora

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Bora

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Monday, November 25, 2013

E dói?

Dói. Um bocadinho. Mas é tão fixe. É uma borboleta.

E dói?

Dói. Um bocadinho. Mas é tão fixe. É uma borboleta.

Fui à Primark

E para mim aquilo é assim mais ou menos como ir à feira, só que não há farturas e a roupa está pendurada em cabides em vez de estar aos montes. De resto, é igual: uma multidão de gente aos encontrões, a qualidade das peças deixa muito a desejar, e é preciso ter muita paciência e algum jeito para encontrar "aquelas" coisas que até valem a pena. Eu não tenho essas capacidades. Com grande pena minha.

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Fui à Primark

E para mim aquilo é assim mais ou menos como ir à feira, só que não há farturas e a roupa está pendurada em cabides em vez de estar aos montes. De resto, é igual: uma multidão de gente aos encontrões, a qualidade das peças deixa muito a desejar, e é preciso ter muita paciência e algum jeito para encontrar "aquelas" coisas que até valem a pena. Eu não tenho essas capacidades. Com grande pena minha.

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Saturday, November 23, 2013

Da casa vazia

Não gosto de entrar em casa com silêncio.


Estou habituada a trazê-los sempre comigo, a virmos apertados no elevador, com as mochilas e os sacos das compras, eles sempre a falar alto e a discutir e eu a tentar manter a calma e a não conseguir. Abrimos a porta e a nossa casa ganha vida. Estou habituada a dizer vinte vezes que têm de ir para o banho e a fazer o jantar ao mesmo tempo e a ser tudo muito agitado. Estou habituada aos desenhos animados na televisão e a ler histórias de porquinhos e lobos maus. E aos brinquedos na sala. E aos boas-noites que demoram.


Não me importo, e até gosto, de passar um ou outro dia sozinha, só comigo, consigo entreter-me em casa ou vou ao cinema ou vou às compras ou pego num livro e vou esplanadar para algum sítio. Não me importo, embora não goste muito, com os serões que passo sozinha no sofá, depois de os deitar, a ver séries e a facebookar.


Não, eu não tenho que estar sempre com eles. Longe disso. Passo a vida a dizer que preciso de mais tempo só para mim, e é verdade que preciso, mas não gosto disto, de entrar em casa sem barulho nem filhos. É só este momento, depois passa. Vá-se lá entender.

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Da casa vazia

Não gosto de entrar em casa com silêncio.


Estou habituada a trazê-los sempre comigo, a virmos apertados no elevador, com as mochilas e os sacos das compras, eles sempre a falar alto e a discutir e eu a tentar manter a calma e a não conseguir. Abrimos a porta e a nossa casa ganha vida. Estou habituada a dizer vinte vezes que têm de ir para o banho e a fazer o jantar ao mesmo tempo e a ser tudo muito agitado. Estou habituada aos desenhos animados na televisão e a ler histórias de porquinhos e lobos maus. E aos brinquedos na sala. E aos boas-noites que demoram.


Não me importo, e até gosto, de passar um ou outro dia sozinha, só comigo, consigo entreter-me em casa ou vou ao cinema ou vou às compras ou pego num livro e vou esplanadar para algum sítio. Não me importo, embora não goste muito, com os serões que passo sozinha no sofá, depois de os deitar, a ver séries e a facebookar.


Não, eu não tenho que estar sempre com eles. Longe disso. Passo a vida a dizer que preciso de mais tempo só para mim, e é verdade que preciso, mas não gosto disto, de entrar em casa sem barulho nem filhos. É só este momento, depois passa. Vá-se lá entender.

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"A Buraka é dona do terreno"

Ontem a noite foi dos Buraka Som Sistema e foi fantástica. O documentário do João Pedro Moreira, 'Off the Beaten Track', é muito fixe e dá-nos uma visão por dentro do grupo, da Amadora a Londres passando por Angola. Eles em palco são fabulosos. A Blaia é imparável. E a Aula Magna tem aquela energia. O público (hispsters, rappers, betos, todas as tribos e gente sem tribo, como eu, misturada na plateia) fez a festa. Mesmo. Dançámos e pulámos que nem umas malucas e se não fosse ter que vir trabalhar logo pela manhã teríamos ficado "up all night" a abanar o rabo até nos doerem as pernas.


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"A Buraka é dona do terreno"

Ontem a noite foi dos Buraka Som Sistema e foi fantástica. O documentário do João Pedro Moreira, 'Off the Beaten Track', é muito fixe e dá-nos uma visão por dentro do grupo, da Amadora a Londres passando por Angola. Eles em palco são fabulosos. A Blaia é imparável. E a Aula Magna tem aquela energia. O público (hispsters, rappers, betos, todas as tribos e gente sem tribo, como eu, misturada na plateia) fez a festa. Mesmo. Dançámos e pulámos que nem umas malucas e se não fosse ter que vir trabalhar logo pela manhã teríamos ficado "up all night" a abanar o rabo até nos doerem as pernas.


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Thursday, November 21, 2013

Do amor

Do amor

Mais abraços

O Felicidário tem sido uma inspiração ao longo deste ano. Gosto de todas as ilustrações. E de todas as mensagens. O Felicidário faz-me sorrir (e é uma grande ideia para uma prenda de natal).



(esta é do Afonso Cruz)

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Mais abraços

O Felicidário tem sido uma inspiração ao longo deste ano. Gosto de todas as ilustrações. E de todas as mensagens. O Felicidário faz-me sorrir (e é uma grande ideia para uma prenda de natal).



(esta é do Afonso Cruz)

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Wednesday, November 20, 2013

Excessos

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Excessos

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Tuesday, November 19, 2013

Abrir portas (3)

Tenho sempre muitas dúvidas em relação aos espectáculos para os miúdos. Há muita oferta mas também há muita coisa má. Entre os mega-espectáculos nos mega-pavilhões que são uma banhada pegada e os espectáculos para crianças mas tão intelectuais e tão tão à frente que só alguns adultos percebem, é difícil encontrar algo que seja bonito e bem feito, adequado à idade deles (e eles têm idades muito diferentes) mas que, ao mesmo tempo, os leve a dar um passo em frente. Vamos experimentando.


No domingo fomos ver este.



Já conhecia a companhia, o Quorum Ballet, mas nunca tinha visto nenhum dos seus espectáculos infantis. Isso deu-me alguma confiança, mesmo sabendo que levá-los a ver dança é ainda mais arriscado do que levá-los a ver teatro. Mas o facto de eles conhecerem bem a história da Alice tornou tudo mais fácil. Identificaram logo as personagens e não passaram o tempo a fazer perguntas. Os meus filhos são daqueles que nunca querem interagir nem ir para o palco nem fazer nada. E no final quase tenho que me zangar para que batam umas palminhas aos artistas. Ainda assim, posso dizer que gostaram. O Pedro ficou de boca aberta com as espargatas e o António reparou nos ténis coloridos que eles usam (assim se vê como estão em idades tão diferentes). E gostámos muito do gato ronronante, da bailarina que faz de Alice (que energia) e da divertida Rainha de Copas.


Claro que se lhes perguntar eles vão sempre dizer que preferiam ter ficado a jogar à bola. Mas isso, como se diz na minha terra, são outros quinhentos.

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Abrir portas (3)

Tenho sempre muitas dúvidas em relação aos espectáculos para os miúdos. Há muita oferta mas também há muita coisa má. Entre os mega-espectáculos nos mega-pavilhões que são uma banhada pegada e os espectáculos para crianças mas tão intelectuais e tão tão à frente que só alguns adultos percebem, é difícil encontrar algo que seja bonito e bem feito, adequado à idade deles (e eles têm idades muito diferentes) mas que, ao mesmo tempo, os leve a dar um passo em frente. Vamos experimentando.


No domingo fomos ver este.



Já conhecia a companhia, o Quorum Ballet, mas nunca tinha visto nenhum dos seus espectáculos infantis. Isso deu-me alguma confiança, mesmo sabendo que levá-los a ver dança é ainda mais arriscado do que levá-los a ver teatro. Mas o facto de eles conhecerem bem a história da Alice tornou tudo mais fácil. Identificaram logo as personagens e não passaram o tempo a fazer perguntas. Os meus filhos são daqueles que nunca querem interagir nem ir para o palco nem fazer nada. E no final quase tenho que me zangar para que batam umas palminhas aos artistas. Ainda assim, posso dizer que gostaram. O Pedro ficou de boca aberta com as espargatas e o António reparou nos ténis coloridos que eles usam (assim se vê como estão em idades tão diferentes). E gostámos muito do gato ronronante, da bailarina que faz de Alice (que energia) e da divertida Rainha de Copas.


Claro que se lhes perguntar eles vão sempre dizer que preferiam ter ficado a jogar à bola. Mas isso, como se diz na minha terra, são outros quinhentos.

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Monday, November 18, 2013

"Don't give up until"

Mais do que sabermos das vidas uns dos outros, uma das coisas mais fixes no facebook é a possibilidade de partilharmos as coisas de que gostamos. Um artigo que lemos. Um filme. Uma frase. Uma imagem. Coisas que encontramos, que nos tocam e que queremos mostrar aos amigos. Da mesma forma, é fantástico ir recebendo as "prendas" que os amigos ali colocam. A meio da tarde, alguém partilha uma frase que nos faz sorrir. Ou um texto que sozinhos nunca iríamos encontrar.  Ou uma música que era mesmo aquilo que precisávamos ouvir. Ou que nos traz tantas memórias. Ou que nos faz ir ouvir outras músicas.


Hoje de manhã, a Sofia partilhou esta canção. E eu fiquei por aqui.




"True love will find you in the end
You'll find out just who was your friend
Don't be sad, I know you will
But don't give up until
True love will find you in the end


This is a promise with a catch
Only if you're looking can it find you
'Cause true love is searching too
But how can it recognize you
Unless you step out into the light?
Don't be sad, I know you will
But don't give up until
True love finds you in the end"


por Daniel Johnston


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"Don't give up until"

Mais do que sabermos das vidas uns dos outros, uma das coisas mais fixes no facebook é a possibilidade de partilharmos as coisas de que gostamos. Um artigo que lemos. Um filme. Uma frase. Uma imagem. Coisas que encontramos, que nos tocam e que queremos mostrar aos amigos. Da mesma forma, é fantástico ir recebendo as "prendas" que os amigos ali colocam. A meio da tarde, alguém partilha uma frase que nos faz sorrir. Ou um texto que sozinhos nunca iríamos encontrar.  Ou uma música que era mesmo aquilo que precisávamos ouvir. Ou que nos traz tantas memórias. Ou que nos faz ir ouvir outras músicas.


Hoje de manhã, a Sofia partilhou esta canção. E eu fiquei por aqui.




"True love will find you in the end
You'll find out just who was your friend
Don't be sad, I know you will
But don't give up until
True love will find you in the end


This is a promise with a catch
Only if you're looking can it find you
'Cause true love is searching too
But how can it recognize you
Unless you step out into the light?
Don't be sad, I know you will
But don't give up until
True love finds you in the end"


por Daniel Johnston


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Sunday, November 17, 2013

As hormonas são lixadas

Um dos problemas de estar sozinha com os miúdos é que quando estou naqueles dias difíceis do mês não há mais ninguém aqui para aturar os meus humores. Tenho uma certa pena deles.


Mas a parte boa é que, ao contrário dos homens, as crianças nunca dizem, com aquele ar condescendente, "vá, tu hoje estás um bocadinho irritadiça mas isso passa, eu percebo". (odeio, odeio, odeio)

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As hormonas são lixadas

Um dos problemas de estar sozinha com os miúdos é que quando estou naqueles dias difíceis do mês não há mais ninguém aqui para aturar os meus humores. Tenho uma certa pena deles.


Mas a parte boa é que, ao contrário dos homens, as crianças nunca dizem, com aquele ar condescendente, "vá, tu hoje estás um bocadinho irritadiça mas isso passa, eu percebo". (odeio, odeio, odeio)

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Saturday, November 16, 2013

Eu não disse

que me andava a apetecer encher a casa com cheiro a bolos?



biscoitos de limão, receita da minha infância. ficaram deliciosos.


(sim, o meu mais novo tem um equipamento do sporting por baixo do avental. vamos ignorar o assunto, ok?)

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Eu não disse

que me andava a apetecer encher a casa com cheiro a bolos?



biscoitos de limão, receita da minha infância. ficaram deliciosos.


(sim, o meu mais novo tem um equipamento do sporting por baixo do avental. vamos ignorar o assunto, ok?)

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Já disse que adoro o natal?

Cá em casa a árvore só se monta em dezembro. Mas as cartas para o pai natal estão prontas a ir para o correio. Também já temos os calendários com chocolates a postos. E já comecei a fazer a lista das prendas que quero oferecer. Com este frio apetecem mantas nas pernas e apetece ter a casa a cheirar a bolo. Estamos quase lá.

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Já disse que adoro o natal?

Cá em casa a árvore só se monta em dezembro. Mas as cartas para o pai natal estão prontas a ir para o correio. Também já temos os calendários com chocolates a postos. E já comecei a fazer a lista das prendas que quero oferecer. Com este frio apetecem mantas nas pernas e apetece ter a casa a cheirar a bolo. Estamos quase lá.

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Thursday, November 14, 2013

De graça

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De graça

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Wednesday, November 13, 2013

A felicidade nas coisas pequenas (XII)

Um livro e uma esplanada.

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A felicidade nas coisas pequenas (XII)

Um livro e uma esplanada.

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Tuesday, November 12, 2013

A sabedoria nos livros das crianças

Piglet sidled up to Pooh from behind.


'Pooh?' he whispered.
'Yes, Piglet?'
'Nothing', said Piglet, taking Pooh's hand. 'I just wanted to be sure of you.'


 


(A.A. Milne, 'Winnie-the-Pooh')

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A sabedoria nos livros das crianças

Piglet sidled up to Pooh from behind.


'Pooh?' he whispered.
'Yes, Piglet?'
'Nothing', said Piglet, taking Pooh's hand. 'I just wanted to be sure of you.'


 


(A.A. Milne, 'Winnie-the-Pooh')

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Monday, November 11, 2013

Sabores bons

Quantos de nós já pensaram que deviam mudar de vida? E quantos de nós tiveram efectivamente coragem de virar tudo do avesso e começar de novo? Ela teve. Sonhou. Imaginou. E pôs mãos à obra. Porque quando se tem vontade (e o apoio incondicional de quem mais a adora) tudo pode ser possível.


E, assim, é com o maior orgulho que vos apresento a Med Tastes. Quando vos apetecer um vinho espectacular. Quando quiserem oferecer uma guloseima especial. Ou surpreender alguém com um sabor dos nossos. Falem com a Sónia. É que, além de ser minha amiga, esta rapariga conhece tudo o que é do bom e do melhor e está disponível para partilhar esses petiscos com vocês.


Boa sorte, miúda.


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Sabores bons

Quantos de nós já pensaram que deviam mudar de vida? E quantos de nós tiveram efectivamente coragem de virar tudo do avesso e começar de novo? Ela teve. Sonhou. Imaginou. E pôs mãos à obra. Porque quando se tem vontade (e o apoio incondicional de quem mais a adora) tudo pode ser possível.


E, assim, é com o maior orgulho que vos apresento a Med Tastes. Quando vos apetecer um vinho espectacular. Quando quiserem oferecer uma guloseima especial. Ou surpreender alguém com um sabor dos nossos. Falem com a Sónia. É que, além de ser minha amiga, esta rapariga conhece tudo o que é do bom e do melhor e está disponível para partilhar esses petiscos com vocês.


Boa sorte, miúda.


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Outono

Ontem, numa fornada só, assei marmelos e batata doce. E lembrei-me muito da minha avó. Era ela que descascava as romãs para eu comer.

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Outono

Ontem, numa fornada só, assei marmelos e batata doce. E lembrei-me muito da minha avó. Era ela que descascava as romãs para eu comer.

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Contar com os outros

Uma das lições que tenho vindo a aprender com isto tudo é a contar com os outros. Há momentos em que é preciso olhar para o que temos e admitir que sozinhos não somos capazes. Para mim isso foi difícil. Não era bem uma questão de orgulho, era só que não estava habituada a depender de outras pessoas ou sequer a pedir favores. Havia sempre uma maneira de resolver. Até ao dia em que não há maneira. E de repente dou por mim a perguntar quem é que pode dar uma boleia para os miúdos irem às festas de anos. Mais do que uma vez. Ou a tentar perceber quem é que pode ficar com eles uma noite para eu não falhar o aniversário de um amigo. Mais do que uma vez. Ou a mandar mensagens para arranjar companhia para o fim-de-semana. Ou a pedir asilo nas férias. Ou a pedir aos pais que me salvem nos dias em que tenho horários malucos no trabalho. Ou a pedir à mana que ature os meus no fim-de-semana em que estou de serviço. Ou a pedir a um colega que troque o horário por causa de um jogo de futebol. Vendo bem, isto não é drama nenhum. Como me dizia noutro dia o meu amigo João Miguel, que tempos estes em que vivemos em que as pessoas têm vergonha de pedir ajuda aos avós ou aos tios aos padrinhos, em que a família deixou de ser o suporte óbvio que antes era e passou a ser aquelas pessoas que convidamos para os casamentos e aniversários e depois nunca mais vemos. Algo está errado, não é? Afinal, a família também serve para isto. Para ajudar. Para estar lá quando é preciso. Não é por acaso que se costuma dizer que é necessária uma aldeia para educar uma criança. Pode não ser exactamente necessária uma aldeia. Mas temos a família e temos os amigos. E se convém não abusar da generosidade alheia (e é importante perceber quando as pessoas dizem "se precisares de alguma coisa" e estão a ser sinceras ou só estão a ser educadas) também convém não ficarmos enfiados no nosso canto à espera que os outros adivinhem do que é que precisamos. Até porque na maior partes das vezes não adivinham. É uma aprendizagem. Mas tem valido a pena. Para além da ajuda que agradeço do fundo do coração também há os laços que se apertam, que se retomam, que se descobrem. Juntos somos sempre melhores. Mil obrigados por tudo. Sem vocês não seria possível.

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Contar com os outros

Uma das lições que tenho vindo a aprender com isto tudo é a contar com os outros. Há momentos em que é preciso olhar para o que temos e admitir que sozinhos não somos capazes. Para mim isso foi difícil. Não era bem uma questão de orgulho, era só que não estava habituada a depender de outras pessoas ou sequer a pedir favores. Havia sempre uma maneira de resolver. Até ao dia em que não há maneira. E de repente dou por mim a perguntar quem é que pode dar uma boleia para os miúdos irem às festas de anos. Mais do que uma vez. Ou a tentar perceber quem é que pode ficar com eles uma noite para eu não falhar o aniversário de um amigo. Mais do que uma vez. Ou a mandar mensagens para arranjar companhia para o fim-de-semana. Ou a pedir asilo nas férias. Ou a pedir aos pais que me salvem nos dias em que tenho horários malucos no trabalho. Ou a pedir à mana que ature os meus no fim-de-semana em que estou de serviço. Ou a pedir a um colega que troque o horário por causa de um jogo de futebol. Vendo bem, isto não é drama nenhum. Como me dizia noutro dia o meu amigo João Miguel, que tempos estes em que vivemos em que as pessoas têm vergonha de pedir ajuda aos avós ou aos tios aos padrinhos, em que a família deixou de ser o suporte óbvio que antes era e passou a ser aquelas pessoas que convidamos para os casamentos e aniversários e depois nunca mais vemos. Algo está errado, não é? Afinal, a família também serve para isto. Para ajudar. Para estar lá quando é preciso. Não é por acaso que se costuma dizer que é necessária uma aldeia para educar uma criança. Pode não ser exactamente necessária uma aldeia. Mas temos a família e temos os amigos. E se convém não abusar da generosidade alheia (e é importante perceber quando as pessoas dizem "se precisares de alguma coisa" e estão a ser sinceras ou só estão a ser educadas) também convém não ficarmos enfiados no nosso canto à espera que os outros adivinhem do que é que precisamos. Até porque na maior partes das vezes não adivinham. É uma aprendizagem. Mas tem valido a pena. Para além da ajuda que agradeço do fundo do coração também há os laços que se apertam, que se retomam, que se descobrem. Juntos somos sempre melhores. Mil obrigados por tudo. Sem vocês não seria possível.

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Sunday, November 10, 2013

A nossa missa

"Os meninos sabem de ondem vêm os bebés?", pergunta o padre que, como de costume, na homilia, sai do altar e se aproxima das crianças que enchem a missa de sábado à tarde. E a miudagem, sempre aflita para explicar as leituras, desta vez responde em coro algo sobre as barrigas das mães.


Gosto disto.

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A nossa missa

"Os meninos sabem de ondem vêm os bebés?", pergunta o padre que, como de costume, na homilia, sai do altar e se aproxima das crianças que enchem a missa de sábado à tarde. E a miudagem, sempre aflita para explicar as leituras, desta vez responde em coro algo sobre as barrigas das mães.


Gosto disto.

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Saturday, November 09, 2013

Cinema mudo

Habituei-me a ver televisão sem som quando o António nasceu e nós morávamos numa casa de 55 metros quadrados. Depois mudámos para esta casa, que é maior e até tem corredores com portas, mas então era o Pedro que era pequenino e era preciso perceber se algum deles chamava e assim como assim eu nunca vejo nada que não tenha legendas e pronto agora que já estou habituada a isto é difícil voltar atrás. De tal forma que até quando estou sozinha em casa me esqueço de ligar o som. Às vezes aumento um bocadinho volume, só mesmo um bocadinho, como um sussurro. Mas na maior parte do tempo a minha televisão é como o cinema mudo. Mas a cores.

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Cinema mudo

Habituei-me a ver televisão sem som quando o António nasceu e nós morávamos numa casa de 55 metros quadrados. Depois mudámos para esta casa, que é maior e até tem corredores com portas, mas então era o Pedro que era pequenino e era preciso perceber se algum deles chamava e assim como assim eu nunca vejo nada que não tenha legendas e pronto agora que já estou habituada a isto é difícil voltar atrás. De tal forma que até quando estou sozinha em casa me esqueço de ligar o som. Às vezes aumento um bocadinho volume, só mesmo um bocadinho, como um sussurro. Mas na maior parte do tempo a minha televisão é como o cinema mudo. Mas a cores.

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Thursday, November 07, 2013

No chão

"Quando nos apaixonamos perdemos o chão. Ou vamos ao chão. Das duas uma."


Uma frase assim, dita às seis da tarde, na penumbra do pequeno auditório do CCB, por Rui Horta, pode dar um sentido completamente novo a um dia que não está a fazer sentido nenhum.



(este, que está no chão, é o Pedro Gil em modo Adriano, da Yourcenar, e a foto é do espetáculo 'Multiplex', que vai ser ali apresentado amanhã e sábado)

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No chão

"Quando nos apaixonamos perdemos o chão. Ou vamos ao chão. Das duas uma."


Uma frase assim, dita às seis da tarde, na penumbra do pequeno auditório do CCB, por Rui Horta, pode dar um sentido completamente novo a um dia que não está a fazer sentido nenhum.



(este, que está no chão, é o Pedro Gil em modo Adriano, da Yourcenar, e a foto é do espetáculo 'Multiplex', que vai ser ali apresentado amanhã e sábado)

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Porque sim

"O sentimento de ser eleito está presente, por exemplo, em toda a relação amorosa. Porque o amor é, por definição, um dom não merecido; ser-se amado sem mérito é justamente a prova de um amor verdadeiro. Se uma mulher me diz: amo-te porque és inteligente, porque és honesto, porque me dás presentes, porque não andas no engate, porque lavas a louça, sinto-me decepcionado; este amor tem o ar de ser qualquer coisa de interessado. É muito mais bonito ouvir: estou louca por ti".


Estou louca por ti porque sim.


Lembrei-me deste excerto de 'A Lentidão', de Milan Kundera, escolhido por uma amiga especial para uma ocasião especial há muito tempo, apenas para dizer isto: quando se gosta realmente de alguém é impossível conseguirmos explicar porquê. É algo que se sente e pronto. Mas quando não se gosta conseguimos sempre encontrar milhares de justificações.

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Porque sim

"O sentimento de ser eleito está presente, por exemplo, em toda a relação amorosa. Porque o amor é, por definição, um dom não merecido; ser-se amado sem mérito é justamente a prova de um amor verdadeiro. Se uma mulher me diz: amo-te porque és inteligente, porque és honesto, porque me dás presentes, porque não andas no engate, porque lavas a louça, sinto-me decepcionado; este amor tem o ar de ser qualquer coisa de interessado. É muito mais bonito ouvir: estou louca por ti".


Estou louca por ti porque sim.


Lembrei-me deste excerto de 'A Lentidão', de Milan Kundera, escolhido por uma amiga especial para uma ocasião especial há muito tempo, apenas para dizer isto: quando se gosta realmente de alguém é impossível conseguirmos explicar porquê. É algo que se sente e pronto. Mas quando não se gosta conseguimos sempre encontrar milhares de justificações.

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Tuesday, November 05, 2013

Desapego

Desapego

Fechar a porta

"Não há mais porta, mas também já não tenho vontade de entrar."


Chico Buarque

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Fechar a porta

"Não há mais porta, mas também já não tenho vontade de entrar."


Chico Buarque

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Histórias de amor


do (fabuloso) filme 'When Harry Met Sally'. porque é bom acreditar.

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do (fabuloso) filme 'When Harry Met Sally'. porque é bom acreditar.

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Sunday, November 03, 2013

Parabéns

Conhecemo-nos em 1997. Deve ter sido em março. Pouco depois já eramos amigas, das grandes, e ela estava a apanhar os cacos do meu coração partido. Entretanto passaram-se os anos. Vivemos muitas aventuras juntas. E também afastadas. Casámo-nos. Tivemos filhos. Trabalhámos que nem umas malucas. Ficámos mais velhas. Mas no essencial continua tudo na mesma. Somos amigas, das grandes, e, entre outras coisas, ela continua a apanhar os cacos do meu coração partido. Também damos abraços bons assim. Esta foto foi tirada há precisamente 16 anos mas podia ter sido ontem, não podia? Love you. Parabéns.


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Parabéns

Conhecemo-nos em 1997. Deve ter sido em março. Pouco depois já eramos amigas, das grandes, e ela estava a apanhar os cacos do meu coração partido. Entretanto passaram-se os anos. Vivemos muitas aventuras juntas. E também afastadas. Casámo-nos. Tivemos filhos. Trabalhámos que nem umas malucas. Ficámos mais velhas. Mas no essencial continua tudo na mesma. Somos amigas, das grandes, e, entre outras coisas, ela continua a apanhar os cacos do meu coração partido. Também damos abraços bons assim. Esta foto foi tirada há precisamente 16 anos mas podia ter sido ontem, não podia? Love you. Parabéns.


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Friday, November 01, 2013

Blanche DuBois




'Blue Jasmine', Woody Allen no seu melhor. E Cate Blanchett também.

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Blanche DuBois




'Blue Jasmine', Woody Allen no seu melhor. E Cate Blanchett também.

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Mais um ano

Os miúdos. Os nossos mais próximos. Os amigos que contam. Telefonemas e mensagens. Mais amigos. E ainda os outros, que só se lembram de nós porque o facebook deixa o aviso, e não faz mal que assim seja, é bom à mesma. Bolos, velas, cartões, prendas, abraços, conversas, cumplicidades. Este dia de anos teve sol e bruxas assustadoras e teve um pouco de tudo. Foi bem bom. Obrigado.



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Mais um ano

Os miúdos. Os nossos mais próximos. Os amigos que contam. Telefonemas e mensagens. Mais amigos. E ainda os outros, que só se lembram de nós porque o facebook deixa o aviso, e não faz mal que assim seja, é bom à mesma. Bolos, velas, cartões, prendas, abraços, conversas, cumplicidades. Este dia de anos teve sol e bruxas assustadoras e teve um pouco de tudo. Foi bem bom. Obrigado.



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As regras da casa

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