Tuesday, September 30, 2014

'Let's Dance'




David Bowie

 

Falta um mês. E porque estes dias (estas semanas? estes meses? estes anos?) não têm sido fáceis e andamos todos a precisar de um pouco de animação, vamos passar o mês a dançar. Dançar faz bem ao corpo e à alma. A mim dançar faz-me muito bem. Dançar sozinha em casa. Dançar com os meus putos aos pulos na sala. Dançar abraçada. Dançar de olhos fechados na pista de uma discoteca. Dançar com amigas uma noite inteira para espantar os maus humores. Por aqui, em outubro vamos dançar. Todos os dias. Em contagem decrescente para os 40.

Labels: , , ,

'Let's Dance'




David Bowie

 

Falta um mês. E porque estes dias (estas semanas? estes meses? estes anos?) não têm sido fáceis e andamos todos a precisar de um pouco de animação, vamos passar o mês a dançar. Dançar faz bem ao corpo e à alma. A mim dançar faz-me muito bem. Dançar sozinha em casa. Dançar com os meus putos aos pulos na sala. Dançar abraçada. Dançar de olhos fechados na pista de uma discoteca. Dançar com amigas uma noite inteira para espantar os maus humores. Por aqui, em outubro vamos dançar. Todos os dias. Em contagem decrescente para os 40.

Labels: , , ,

Monday, September 29, 2014

Parabéns, Mafaldinha





A Mafalda faz 50 anos mas nunca envelhece. One of my favourites.

Labels:

Parabéns, Mafaldinha





A Mafalda faz 50 anos mas nunca envelhece. One of my favourites.

Labels:

Sunday, September 28, 2014

Apetece-me isto


Havia tantas coisas a dizer sobre estes últimos dias. Mas acho que esta é mesmo a mais importante. Começou o outono.

Labels:

Apetece-me isto


Havia tantas coisas a dizer sobre estes últimos dias. Mas acho que esta é mesmo a mais importante. Começou o outono.

Labels:

Monday, September 22, 2014

"We were on a break!"


Se sabes o que esta frase significa e isso te faz rir é bem provável que sejas um quarentão (ou quase). A frase era uma das 'punch-lines' da série 'Friends', que estreou há precisamente 20 anos. Eu devo tê-la descoberto por volta de 1997/98. Obrigado Isi (e Helena e Rita e Mário e...) pelos serões passados a ver as cassetes e os DVDs e a rir até nos doer a barriga e até sabermos de cor quase todas as piadas. 'Friends' é uma das minhas séries preferidas de sempre. Um daqueles marcos geracionais. É como gostar dos Xutos e ter ouvido 'grunge'. É como ter os trabalhos da faculdade gravados em disquetes e rever sempre com emoção o filme 'When Harry Met Sally'. É como ter usado perneiras e dançado ao som de 'Fame'. É como ter crescido sem telemóvel nem internet nem lojas de pronto-a-vestir com roupa barata. E como é bom rever os episódios e continuar a rir como se tivéssemos pouco mais de 20 anos.

Labels: , ,

"We were on a break!"


Se sabes o que esta frase significa e isso te faz rir é bem provável que sejas um quarentão (ou quase). A frase era uma das 'punch-lines' da série 'Friends', que estreou há precisamente 20 anos. Eu devo tê-la descoberto por volta de 1997/98. Obrigado Isi (e Helena e Rita e Mário e...) pelos serões passados a ver as cassetes e os DVDs e a rir até nos doer a barriga e até sabermos de cor quase todas as piadas. 'Friends' é uma das minhas séries preferidas de sempre. Um daqueles marcos geracionais. É como gostar dos Xutos e ter ouvido 'grunge'. É como ter os trabalhos da faculdade gravados em disquetes e rever sempre com emoção o filme 'When Harry Met Sally'. É como ter usado perneiras e dançado ao som de 'Fame'. É como ter crescido sem telemóvel nem internet nem lojas de pronto-a-vestir com roupa barata. E como é bom rever os episódios e continuar a rir como se tivéssemos pouco mais de 20 anos.

Labels: , ,

Friday, September 19, 2014

Ajuda psiquiátrica (2)

Fiz terapia durante quase um ano. É difícil avaliar a eficácia daquelas sessões caríssimas, semanais ou quinzenais; houve uma altura em que me fez muito bem, depois comecei a ficar cheia de sentimentos de culpa por estar ali a gastar dinheiro que me fazia falta para outras coisas. Uma pessoa tem pouco dinheiro e tem que decidir se é mais importante passar uma hora a conversar com a psiquiatra ou ir almoçar fora, se nos faz mais feliz fazer terapia durante um ano ou investir numas férias diferentes com os miúdos. Não podendo fazer tudo, o que escolher? O que é mais necessário? Ando outra vez a pensar que, se calhar, devia voltar à terapia, com alguém diferente, alguém que me fizesse tão bem que não me desse margem para dúvidas. Ando a pensar nisso e, sabendo que não tenho dinheiro, não sei se tenho coragem (a vida é tão mais fácil quando se tem os bolsos recheados).

Labels:

Ajuda psiquiátrica (2)

Fiz terapia durante quase um ano. É difícil avaliar a eficácia daquelas sessões caríssimas, semanais ou quinzenais; houve uma altura em que me fez muito bem, depois comecei a ficar cheia de sentimentos de culpa por estar ali a gastar dinheiro que me fazia falta para outras coisas. Uma pessoa tem pouco dinheiro e tem que decidir se é mais importante passar uma hora a conversar com a psiquiatra ou ir almoçar fora, se nos faz mais feliz fazer terapia durante um ano ou investir numas férias diferentes com os miúdos. Não podendo fazer tudo, o que escolher? O que é mais necessário? Ando outra vez a pensar que, se calhar, devia voltar à terapia, com alguém diferente, alguém que me fizesse tão bem que não me desse margem para dúvidas. Ando a pensar nisso e, sabendo que não tenho dinheiro, não sei se tenho coragem (a vida é tão mais fácil quando se tem os bolsos recheados).

Labels:

Thursday, September 18, 2014

Ajuda psiquiátrica

Ajuda psiquiátrica

Wednesday, September 17, 2014

O novo ano escolar - primeiras impressões

Os miúdos estão felizes. A mãe também anda contentezinha mas está de rastos.


Quanto tempo falta para as próximas férias?

Labels: ,

O novo ano escolar - primeiras impressões

Os miúdos estão felizes. A mãe também anda contentezinha mas está de rastos.


Quanto tempo falta para as próximas férias?

Labels: ,

Tuesday, September 16, 2014

Eu não tinha já dito que foi espectacular?

A confirmação está aqui (e que bem que hoje me teria sabido terminar o dia com um momento assim...)

Labels: ,

Eu não tinha já dito que foi espectacular?

A confirmação está aqui (e que bem que hoje me teria sabido terminar o dia com um momento assim...)

Labels: ,

Monday, September 15, 2014

O primeiro dia de...

5º ano, escola nova (e, pela primeira vez, pública), turma nova, horários, regulamentos, caderneta, senhas para almoço, conhecer o ATL, o ginásio, a biblioteca, novos professores, novos colegas, tudo diferente, forrar livros, preparar a mochila, organizar os lanches e as novas rotinas. Mas se perguntarmos ao António o que é que aconteceu hoje de importante, ele dirá: o seu primeiro treino de futebol. Ah! Isso sim. Isso é que são novidades.


Desde pequeno que o António adora jogar futebol (ele adora tudo o que seja desporto, ainda para mais se meter corridas e bolas) e desde pequeno que ouço as pessoas a dizerem-me que o rapaz tem jeito e que devia levar isto mais a sério. Mas nunca tinha havido oportunidade e, a bem dizer, nunca tinha havido vontade para o pôr numa escolinha. Pagar para jogar futebol? Perder o meu tempo com bola? Nããão. E, acima de tudo, queria evitar aquela pressão que existe na escolas de futebol para que os miúdos sejam logo craques - pressão dos "misteres" e dos pais, que estão ali à espera de encontrar o próximo Cristiano Ronaldo, que levam os treinos muito a sério, em vez de encararem aquilo como um divertimento, que incentivam as rasteiras e insultam os árbitros. Então fomos experimentando outros desportos, que havia mais à mão, a natação, o karaté, o ténis, e o puto fazia tudo bem, recebia elogios dos professores, mas nada o fascinava e insistia que o futebol é que era e ainda hoje, ao preencher um questionário da escola, escreveu que quando fôr grande quer ser futebolista. Eu não acho que ele vá ser futebolista mas se é para tirar teimas, pois que se tirem. E foi por isto tudo que, este ano, finalmente, aceitei experimentarmos o futebol. Foi uma coisa negociada com ele - que terá de se aplicar na escola se quiser continuar a ir aos treinos - até porque me vai exigir uma grande ginástica na nossa logística familiar (raios partam o miúdo que tem o estádio do benfica aqui ao lado mas saiu-me um sportinguista ferrenho).


De maneiras que hoje foi o primeiro treino. À experiência. Sem compromissos, nem pagamentos. Uma excitação como nunca tinha visto. Há uma semana que não falava de mais nada. De manhã foi a apresentação na escola, à tarde fomos ao campo de relva sintética onde ele esteve uma hora a dar toques na bola, no meio de uma data de putos de verde e branco, encantado da vida e já a pedir para voltar. Tenho muito medo que ele se desencante com o facto de aquilo ser uma escola a sério, não é chegar ali e jogar à bola, há muitos exercícios repetitivos e chatinhos. E tentei prepará-lo para o facto de haver meninos que jogam muito melhor (uma coisa é ele ser muito bom entre a meia dúzia de amigos, outra é um clube onde há miúdos que treinam quase desde o berço), de nem sempre conseguir fazer as coisas bem e de ter de aceitar as derrotas. Ele diz que percebe, que não se importa. Garante-me que adorou. Pelo sim, pelo não, amanhã vai voltar para mais um treino ainda antes da inscrição.


Tinha uma secreta esperança que ele não gostasse. O mano também lá esteve hoje, noutro canto do relvado, fez tudo certinho como devia e até parecia divertido mas, no final, anunciou que não queria voltar. Podia acontecer tambem ao António, não era? Dava-me tanto jeito... Por outro lado, vê-lo assim entusiamado com alguma coisa também é muito bom. E, quem sabe, talvez eu descubra que afinal até tenho vocação para dona Dolores.

Labels: , ,

O primeiro dia de...

5º ano, escola nova (e, pela primeira vez, pública), turma nova, horários, regulamentos, caderneta, senhas para almoço, conhecer o ATL, o ginásio, a biblioteca, novos professores, novos colegas, tudo diferente, forrar livros, preparar a mochila, organizar os lanches e as novas rotinas. Mas se perguntarmos ao António o que é que aconteceu hoje de importante, ele dirá: o seu primeiro treino de futebol. Ah! Isso sim. Isso é que são novidades.


Desde pequeno que o António adora jogar futebol (ele adora tudo o que seja desporto, ainda para mais se meter corridas e bolas) e desde pequeno que ouço as pessoas a dizerem-me que o rapaz tem jeito e que devia levar isto mais a sério. Mas nunca tinha havido oportunidade e, a bem dizer, nunca tinha havido vontade para o pôr numa escolinha. Pagar para jogar futebol? Perder o meu tempo com bola? Nããão. E, acima de tudo, queria evitar aquela pressão que existe na escolas de futebol para que os miúdos sejam logo craques - pressão dos "misteres" e dos pais, que estão ali à espera de encontrar o próximo Cristiano Ronaldo, que levam os treinos muito a sério, em vez de encararem aquilo como um divertimento, que incentivam as rasteiras e insultam os árbitros. Então fomos experimentando outros desportos, que havia mais à mão, a natação, o karaté, o ténis, e o puto fazia tudo bem, recebia elogios dos professores, mas nada o fascinava e insistia que o futebol é que era e ainda hoje, ao preencher um questionário da escola, escreveu que quando fôr grande quer ser futebolista. Eu não acho que ele vá ser futebolista mas se é para tirar teimas, pois que se tirem. E foi por isto tudo que, este ano, finalmente, aceitei experimentarmos o futebol. Foi uma coisa negociada com ele - que terá de se aplicar na escola se quiser continuar a ir aos treinos - até porque me vai exigir uma grande ginástica na nossa logística familiar (raios partam o miúdo que tem o estádio do benfica aqui ao lado mas saiu-me um sportinguista ferrenho).


De maneiras que hoje foi o primeiro treino. À experiência. Sem compromissos, nem pagamentos. Uma excitação como nunca tinha visto. Há uma semana que não falava de mais nada. De manhã foi a apresentação na escola, à tarde fomos ao campo de relva sintética onde ele esteve uma hora a dar toques na bola, no meio de uma data de putos de verde e branco, encantado da vida e já a pedir para voltar. Tenho muito medo que ele se desencante com o facto de aquilo ser uma escola a sério, não é chegar ali e jogar à bola, há muitos exercícios repetitivos e chatinhos. E tentei prepará-lo para o facto de haver meninos que jogam muito melhor (uma coisa é ele ser muito bom entre a meia dúzia de amigos, outra é um clube onde há miúdos que treinam quase desde o berço), de nem sempre conseguir fazer as coisas bem e de ter de aceitar as derrotas. Ele diz que percebe, que não se importa. Garante-me que adorou. Pelo sim, pelo não, amanhã vai voltar para mais um treino ainda antes da inscrição.


Tinha uma secreta esperança que ele não gostasse. O mano também lá esteve hoje, noutro canto do relvado, fez tudo certinho como devia e até parecia divertido mas, no final, anunciou que não queria voltar. Podia acontecer tambem ao António, não era? Dava-me tanto jeito... Por outro lado, vê-lo assim entusiamado com alguma coisa também é muito bom. E, quem sabe, talvez eu descubra que afinal até tenho vocação para dona Dolores.

Labels: , ,

Sunday, September 14, 2014

Um bom conselho

Um bom conselho

Thursday, September 11, 2014

O cante (e as saudades de uma açorda)

'Alentejo, Alentejo', de Sérgio Tréfaut, é um documentário sobre o cante tanto quanto é um filme sobre o Alentejo - o Alentejo de ontem e de hoje, o Alentejo dos meus avós, o meu Alentejo. Estamos todos ali, no pão migado para as açordas. Com alho, coentros, poejo, bacalhau. Nas linguiças e nos copos de tinto. Nas tabernas onde se canta. Naquela paisagem. Naquele sotaque. Estamos todos, os alentejanos, ali, naquelas modas que parecem tão simples de cantar mas não são.



(este não é o trailer do filme mas foi o único vídeo que encontrei e, apesar de as imagens serem diferentes, a ideia principal está lá)

'Alentejo, Alentejo' estreia na próxima semana. Até lá, podem ler a opinião menos parcial de uma não-alentejana. Ou procurar ouvir algum dos grupos que por estes dias cantam em Lisboa.

Labels: ,

O cante (e as saudades de uma açorda)

'Alentejo, Alentejo', de Sérgio Tréfaut, é um documentário sobre o cante tanto quanto é um filme sobre o Alentejo - o Alentejo de ontem e de hoje, o Alentejo dos meus avós, o meu Alentejo. Estamos todos ali, no pão migado para as açordas. Com alho, coentros, poejo, bacalhau. Nas linguiças e nos copos de tinto. Nas tabernas onde se canta. Naquela paisagem. Naquele sotaque. Estamos todos, os alentejanos, ali, naquelas modas que parecem tão simples de cantar mas não são.



(este não é o trailer do filme mas foi o único vídeo que encontrei e, apesar de as imagens serem diferentes, a ideia principal está lá)

'Alentejo, Alentejo' estreia na próxima semana. Até lá, podem ler a opinião menos parcial de uma não-alentejana. Ou procurar ouvir algum dos grupos que por estes dias cantam em Lisboa.

Labels: ,

Tuesday, September 09, 2014

O primeiro dia

Ontem foi o primeiro dia de escola do 1ºano do Pedro. A fotografia para a posteridade mostra-o com um sorriso enorme. O meu pequenino está um crescido (típico momento de mãe emocionada).



Parece que o rapaz se portou lindamente a apresentar o trabalho das férias. O trabalho foi feito antes de irmos para a praia. Em pleno agosto corremos benfica à procura de uma cartolina verde, tinha que ser verde, e depois foi ele que escolheu as fotografias da viagem e como as queria colar. Achei que ele ia esquecer-se de tudo mas, afinal, depois de duas semanas, ainda se lembrava do Pompidou e do Arco do Triunfo e tudo e tudo (mais um típico momento de mãe emocionada).

Labels: ,

O primeiro dia

Ontem foi o primeiro dia de escola do 1ºano do Pedro. A fotografia para a posteridade mostra-o com um sorriso enorme. O meu pequenino está um crescido (típico momento de mãe emocionada).



Parece que o rapaz se portou lindamente a apresentar o trabalho das férias. O trabalho foi feito antes de irmos para a praia. Em pleno agosto corremos benfica à procura de uma cartolina verde, tinha que ser verde, e depois foi ele que escolheu as fotografias da viagem e como as queria colar. Achei que ele ia esquecer-se de tudo mas, afinal, depois de duas semanas, ainda se lembrava do Pompidou e do Arco do Triunfo e tudo e tudo (mais um típico momento de mãe emocionada).

Labels: ,

Sunday, September 07, 2014

Foi bom mas acabou-se

Sexta-feira, 22. Começámos pelo Redondo, onde estivemos no monte de uns amigos. Na segunda-feira, depois de uma paragem técnica para comer uma feijoada em Ferreira, descemos até ao Algarve. Houve um dia em que fomos até Tavira e fomos muitos. Mas no resto do tempo estivemos em Lagos, no apartamento da família, e fomos só três. Vimos (outra vez) os desenhos animados do Tom Sawyer e do Dartacão. Comemos bolas de berlim na praia. Jogámos raquetes. Jogámos peixinho. Aprendemos a cantar todas as músicas pirosas que passam na RFM (sim, até aquela do Enrique Iglesias e do Mickael Carreira). As crianças deram umas voltas no carrossel, porque as tradições são para se manter. Pintámos as unhas. E quando começámos a implicar uns com os outros achámos que era altura de ir à procura de companhia. No domingo, 31, olhámos para o mapa e definimos o itinerário, sem passar pela auto-estrada. Aterrámos dois dias à beira de uma piscina em Milfontes onde tínhamos amigos. O Pedro já quase não precisa de braçadeiras. O António portou-se lindamente. No dia seguinte, enfiámos tudo outra vez no porta-bagagens e chegámos à Zambujeira a tempo de assistir ao pôr-do-sol mais lindo do mundo, na companhia de bons amigos e de um copo de vinho (também pode ser gin tónico). Comemos pão ainda quente, com a manteiga a derreter-se. E uns ovos de tomatada à maneira. Tirámos polaroids. Os putos deslizaram nas ondas deitados na prancha. E fizeram mais amigos. E compraram anéis. E foram ao circo no largo da igreja. E sentiram-se crescidos. Talvez tenham crescido, de facto, enquanto eu estava distraída, conversava e gargalhava. Até experimentei, com uma amiga, uma aula de pilates, na praia, ao fim do dia. Com o sol a mergulhar no mar mesmo à nossa frente e a areia a arrefecer por baixo dos pés e os músculos a esticarem-se devagarinho. Finalmente, na sexta-feira, voltámos a casa dos pais/avós. Para brincar com os primos. Andar de bicicleta na rua. Passear a Hope. Estarmos todos juntos. Comer bolo ainda morno, feito pela tia. Baloiçarmos na rede. Ou simplesmente não fazer nada.








 

 

Até poucos dias antes das férias não fazia ideia do que iria acontecer. O plano era: metemo-nos no carro e logo se vê. Mas eu sou uma gaja cheia de sorte. Tenho amigos dos bons e uma família impecável. E tenho os meus putos, que me desesperam e me alegram, me irritam e me mimam, tudo assim ao mesmo tempo, de uma maneira assoberbada e inexplicável. Metemo-nos no carro e só chegámos a casa há bocado porque tinha mesmo que ser. Foi bom mas acabou-se.


Labels: , , ,

Foi bom mas acabou-se

Sexta-feira, 22. Começámos pelo Redondo, onde estivemos no monte de uns amigos. Na segunda-feira, depois de uma paragem técnica para comer uma feijoada em Ferreira, descemos até ao Algarve. Houve um dia em que fomos até Tavira e fomos muitos. Mas no resto do tempo estivemos em Lagos, no apartamento da família, e fomos só três. Vimos (outra vez) os desenhos animados do Tom Sawyer e do Dartacão. Comemos bolas de berlim na praia. Jogámos raquetes. Jogámos peixinho. Aprendemos a cantar todas as músicas pirosas que passam na RFM (sim, até aquela do Enrique Iglesias e do Mickael Carreira). As crianças deram umas voltas no carrossel, porque as tradições são para se manter. Pintámos as unhas. E quando começámos a implicar uns com os outros achámos que era altura de ir à procura de companhia. No domingo, 31, olhámos para o mapa e definimos o itinerário, sem passar pela auto-estrada. Aterrámos dois dias à beira de uma piscina em Milfontes onde tínhamos amigos. O Pedro já quase não precisa de braçadeiras. O António portou-se lindamente. No dia seguinte, enfiámos tudo outra vez no porta-bagagens e chegámos à Zambujeira a tempo de assistir ao pôr-do-sol mais lindo do mundo, na companhia de bons amigos e de um copo de vinho (também pode ser gin tónico). Comemos pão ainda quente, com a manteiga a derreter-se. E uns ovos de tomatada à maneira. Tirámos polaroids. Os putos deslizaram nas ondas deitados na prancha. E fizeram mais amigos. E compraram anéis. E foram ao circo no largo da igreja. E sentiram-se crescidos. Talvez tenham crescido, de facto, enquanto eu estava distraída, conversava e gargalhava. Até experimentei, com uma amiga, uma aula de pilates, na praia, ao fim do dia. Com o sol a mergulhar no mar mesmo à nossa frente e a areia a arrefecer por baixo dos pés e os músculos a esticarem-se devagarinho. Finalmente, na sexta-feira, voltámos a casa dos pais/avós. Para brincar com os primos. Andar de bicicleta na rua. Passear a Hope. Estarmos todos juntos. Comer bolo ainda morno, feito pela tia. Baloiçarmos na rede. Ou simplesmente não fazer nada.








 

 

Até poucos dias antes das férias não fazia ideia do que iria acontecer. O plano era: metemo-nos no carro e logo se vê. Mas eu sou uma gaja cheia de sorte. Tenho amigos dos bons e uma família impecável. E tenho os meus putos, que me desesperam e me alegram, me irritam e me mimam, tudo assim ao mesmo tempo, de uma maneira assoberbada e inexplicável. Metemo-nos no carro e só chegámos a casa há bocado porque tinha mesmo que ser. Foi bom mas acabou-se.


Labels: , , ,

Friday, September 05, 2014

Um vestido pode ser muito mais do que um vestido

Parece que a Angelina Jolie ficou inconsolável com as críticas das bloggers portuguesas, grandes especialistas em moda, ao seu vestido de noiva e promete que para a próxima vai tentar não as desiludir e até, quem sabe, pedirá a sua opinião para comprar um modelito de jeito.



Já eu, que sou assumidamente pouco dada a estas coisas do estilo e serei até um bocadinho pirosa, não só gostei do vestido como me derreto a olhar para as fotografias do casamento. E não, não é só por causa daquele rapaz de bigode e das crianças lindas e de parecerem todos felizes. É porque acho que ela esta mesmo bonita.

Labels:

Um vestido pode ser muito mais do que um vestido

Parece que a Angelina Jolie ficou inconsolável com as críticas das bloggers portuguesas, grandes especialistas em moda, ao seu vestido de noiva e promete que para a próxima vai tentar não as desiludir e até, quem sabe, pedirá a sua opinião para comprar um modelito de jeito.



Já eu, que sou assumidamente pouco dada a estas coisas do estilo e serei até um bocadinho pirosa, não só gostei do vestido como me derreto a olhar para as fotografias do casamento. E não, não é só por causa daquele rapaz de bigode e das crianças lindas e de parecerem todos felizes. É porque acho que ela esta mesmo bonita.

Labels:

Thursday, September 04, 2014

Da falta que um homem faz (7)

Espalhar creme nas costas.

Labels: ,

Da falta que um homem faz (7)

Espalhar creme nas costas.

Labels: ,