Thursday, July 31, 2014

Save the date

Daqui a exactamente três meses, quando fizer 40 anos, quero estar com os meus amigos para, juntos, celebrarmos a vida, a amizade, a alegria e o tempo que passa por nós e passa connosco. Nesse dia, vamos dar muitos abraços, rir e dançar, que são algumas das coisas melhores do mundo.





Lykke Li, 'Dance, dance, dance'

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Save the date

Daqui a exactamente três meses, quando fizer 40 anos, quero estar com os meus amigos para, juntos, celebrarmos a vida, a amizade, a alegria e o tempo que passa por nós e passa connosco. Nesse dia, vamos dar muitos abraços, rir e dançar, que são algumas das coisas melhores do mundo.





Lykke Li, 'Dance, dance, dance'

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Wednesday, July 30, 2014

Nunca mais *

"B: The happiest time? (…) This must be the happiest time: half of being adult done, the rest ahead of me. Old enough to be a little wise, past being really dumb… (…) Enough shit gone through to have a sense of the shit that’s ahead (…). What I like most about being where I am is that there’s a lot I don’t have to go through anymore (…)."



[Edward Albee, Three Tall Women, 1994]


 


* post roubado ao Pedro, com o devido agradecimento

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Nunca mais *

"B: The happiest time? (…) This must be the happiest time: half of being adult done, the rest ahead of me. Old enough to be a little wise, past being really dumb… (…) Enough shit gone through to have a sense of the shit that’s ahead (…). What I like most about being where I am is that there’s a lot I don’t have to go through anymore (…)."



[Edward Albee, Three Tall Women, 1994]


 


* post roubado ao Pedro, com o devido agradecimento

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Sunday, July 27, 2014

A felicidade nas coisas pequenas (XX)


Uma fartura, vertigens, gritos e umas viagens de carrinho-de-choque até à adolescência.

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A felicidade nas coisas pequenas (XX)


Uma fartura, vertigens, gritos e umas viagens de carrinho-de-choque até à adolescência.

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Friday, July 25, 2014

Komeçou

O meu filho manda-me mensagens de telemóvel que terminam com "bjokas".


(e devo ficar feliz por ele gostar de me mandar mensagens e beijinhos, não é?)

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Komeçou

O meu filho manda-me mensagens de telemóvel que terminam com "bjokas".


(e devo ficar feliz por ele gostar de me mandar mensagens e beijinhos, não é?)

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Paradoxos de uma mãe divorciada

De três em três semanas, calha-me trabalhar ao fim-de-semana. Odeio, claro.


 


Mas.


 


Nesses fins-de-semana em que me calha trabalhar tenho que arranjar uns avós ou uns tios que fiquem com os meus filhos. E, quase sempre, os avós e os tios são simpáticos e, para facilitar, ficam com eles também à noite.


 


Isso significa que.


 


De três em três semanas, calha-me ter uma ou duas ou (raramente, muito raramente) três noites sem crianças. Em que não preciso correr do trabalho para os ir buscar. Em que posso cozinhar umas comidas com molhos e picantes. Ou posso comer uns flocos ao jantar. Ou posso ir jantar fora. Em que posso ir ao cinema ou ao teatro ou a um concerto ou estar com amigos. Em que não tenho que pensar neles e nas roupas deles e nas comidas neles e nas brincadeiras deles e nas coisas todas deles. Em que posso sair até às tantas. Ou ficar em casa sem fazer nada. Em que posso estar sozinha. Ou estar acompanhada. E isso faz com que trabalhar ao fim-de-semana não seja assim tão mau. Nada mau mesmo.


 


Hoje é sexta-feira. Hoje é um desses dias paradoxais.

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Paradoxos de uma mãe divorciada

De três em três semanas, calha-me trabalhar ao fim-de-semana. Odeio, claro.


 


Mas.


 


Nesses fins-de-semana em que me calha trabalhar tenho que arranjar uns avós ou uns tios que fiquem com os meus filhos. E, quase sempre, os avós e os tios são simpáticos e, para facilitar, ficam com eles também à noite.


 


Isso significa que.


 


De três em três semanas, calha-me ter uma ou duas ou (raramente, muito raramente) três noites sem crianças. Em que não preciso correr do trabalho para os ir buscar. Em que posso cozinhar umas comidas com molhos e picantes. Ou posso comer uns flocos ao jantar. Ou posso ir jantar fora. Em que posso ir ao cinema ou ao teatro ou a um concerto ou estar com amigos. Em que não tenho que pensar neles e nas roupas deles e nas comidas neles e nas brincadeiras deles e nas coisas todas deles. Em que posso sair até às tantas. Ou ficar em casa sem fazer nada. Em que posso estar sozinha. Ou estar acompanhada. E isso faz com que trabalhar ao fim-de-semana não seja assim tão mau. Nada mau mesmo.


 


Hoje é sexta-feira. Hoje é um desses dias paradoxais.

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Thursday, July 24, 2014

Apetecia-me o céu




'Just Like Heaven', dos Cure.

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Apetecia-me o céu




'Just Like Heaven', dos Cure.

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Wednesday, July 23, 2014

A vida no prego

"A mãe engoliu em seco mas nem por isso a voz lhe saiu melhor, foi uma prenda do meu marido. Cara senhora, diz o velho pacientemente, eu compro ao peso, não pago os feitios das peças nem o valor estimativo. A mãe torce as mãos, perdemos tudo, tenho dois filhos, este e uma rapariga que acaba este ano o liceu, o senhor deve saber a dor que é não podermos cuidar dos nossos, só nos deixaram trazar cinco contos por pessoa, já cá estamos há muitos meses, o dinheiro está a acabar, o senhor sabe que  ninguém pode viver sem dinheiro e não consigo arranjar trabalho, ou não há ou não mo dão, o meu marido trabalhou a vida inteira, não tivemos culpa. O velho interrompe a mãe, cara senhora, sou só o homem com uma balança, só sei pesar o que a balança pesa, peço desculpa."


Esta semana, por causa de coisas de trabalho, voltei a 'O Retorno', de Dulce Maria Cardoso. Trabalhar assim é um prazer.

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A vida no prego

"A mãe engoliu em seco mas nem por isso a voz lhe saiu melhor, foi uma prenda do meu marido. Cara senhora, diz o velho pacientemente, eu compro ao peso, não pago os feitios das peças nem o valor estimativo. A mãe torce as mãos, perdemos tudo, tenho dois filhos, este e uma rapariga que acaba este ano o liceu, o senhor deve saber a dor que é não podermos cuidar dos nossos, só nos deixaram trazar cinco contos por pessoa, já cá estamos há muitos meses, o dinheiro está a acabar, o senhor sabe que  ninguém pode viver sem dinheiro e não consigo arranjar trabalho, ou não há ou não mo dão, o meu marido trabalhou a vida inteira, não tivemos culpa. O velho interrompe a mãe, cara senhora, sou só o homem com uma balança, só sei pesar o que a balança pesa, peço desculpa."


Esta semana, por causa de coisas de trabalho, voltei a 'O Retorno', de Dulce Maria Cardoso. Trabalhar assim é um prazer.

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Monday, July 21, 2014

Mas, afinal, o que é que vocês, mulheres, querem?

O meu amigo andava com azar ao amor e já estava um pouco desesperado. Preciso de ajuda, disse. Mas, afinal, o que é que vocês, mulheres, querem? Nós? Nós queremos a história de amor dos filmes com um príncipe encantado para ser feliz para sempre. Nisso, parece-me, somos pouco originais. Queremos quase todas o mesmo. Ainda que o não digamos. Ainda que, às vezes, o neguemos. Ainda que, de vez em quando, nós próprias nos convençamos do contrário. Nós queremos a história de amor dos filmes, percebeste, meu amigo? E ele, acho que já estava um bocadinho tocado, olhou para mim e murmurou: ah, então é isso.



Imagem roubada à Farmácia de Serviço.

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Mas, afinal, o que é que vocês, mulheres, querem?

O meu amigo andava com azar ao amor e já estava um pouco desesperado. Preciso de ajuda, disse. Mas, afinal, o que é que vocês, mulheres, querem? Nós? Nós queremos a história de amor dos filmes com um príncipe encantado para ser feliz para sempre. Nisso, parece-me, somos pouco originais. Queremos quase todas o mesmo. Ainda que o não digamos. Ainda que, às vezes, o neguemos. Ainda que, de vez em quando, nós próprias nos convençamos do contrário. Nós queremos a história de amor dos filmes, percebeste, meu amigo? E ele, acho que já estava um bocadinho tocado, olhou para mim e murmurou: ah, então é isso.



Imagem roubada à Farmácia de Serviço.

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Quatro


Os primos. Três rapazes e uma princesa meia escondida. Amigos para a vida, espero.

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Quatro


Os primos. Três rapazes e uma princesa meia escondida. Amigos para a vida, espero.

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Friday, July 18, 2014

'Mothers'


 


 Uma série de fotografias de Ken Heyman.


 

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'Mothers'


 


 Uma série de fotografias de Ken Heyman.


 

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Parabéns?



A Gata começou a miar há sete anos.


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Parabéns?



A Gata começou a miar há sete anos.


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Thursday, July 17, 2014

À atenção do ainda presidente da câmara de Lisboa




É um dos nossos sítios preferidos para ir passear, piquenicar, jogar à bola, andar de bicicleta ou de skate, e já tínhamos notado que o Parque das Nações não está a ser tratado com o cuidado de antigamente. Depois, a Sónia também reparou. E, hoje, o Público conta o que se passa junto ao rio. Se calhar ainda vamos a tempo de fazer alguma coisa, sim?

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À atenção do ainda presidente da câmara de Lisboa




É um dos nossos sítios preferidos para ir passear, piquenicar, jogar à bola, andar de bicicleta ou de skate, e já tínhamos notado que o Parque das Nações não está a ser tratado com o cuidado de antigamente. Depois, a Sónia também reparou. E, hoje, o Público conta o que se passa junto ao rio. Se calhar ainda vamos a tempo de fazer alguma coisa, sim?

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E eu já estou a ficar maluca

Ter um filho de 10 anos é... ouvir esta música logo de manhã. E pormo-nos os três a dançar pela casa, abanando a anca e cantando "é melhor não duvidar".


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E eu já estou a ficar maluca

Ter um filho de 10 anos é... ouvir esta música logo de manhã. E pormo-nos os três a dançar pela casa, abanando a anca e cantando "é melhor não duvidar".


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Wednesday, July 16, 2014

A meio da vida

"Uma pessoa chega aos 40 anos e compreende que, estatisticamente, está no meio da vida, e isso tem um valor simbólico muito forte", dizia-me o Gonçalo Cadilhe no outro dia, numa conversa num terraço com vista sobre Lisboa a propósito do seu novo livro (podem ler mais aqui: cadilhe.pdf). Ele, que é um viajante e amante do surf, decidiu aproveitar o "meio da vida" para realizar a sua viagem de sonho e passou um ano a surfar em algumas das melhores ondas do mundo, enquanto tratava de pensar nas coisas boas e más da sua vida.


Daqui a três meses, eu também vou fazer 40 anos. E neste deitar contas à vida, que é inevitável, o que está a ser mais estranho não é tanto olhar para trás e ver aquilo que fiz ou que deixei por fazer, pois vivo bem com o meu passado, nem sequer é sentir-me a envelhecer, ver os cabelos brancos e as peles caídas, pois que também não me faz muita confusão essa parte, o que está a ser mais difícil é mesmo esta sensação de que se por um lado a vida vai a meio, por outro é como se estivesse agora a começar. Ou a começar de novo. Isso é algo com que não contava. Achei que ia chegar aos 40 com uma vida perfeitamente estabilizada e com muito mais certezas sobre o caminho a percorrer. E, afinal, a única certeza que tenho é que não podemos dar nada como adquirido e temos que estar sempre prontos para as mudanças. E, afinal, não consigo planear as próximas férias de natal, quanto mais fazer planos para quando for velhinha. E, afinal, não há um só caminho pela frente, mas vários, e ainda há muitas decisões por tomar e muitas possibilidades por acontecer.
E isso é inesperado mas não tem que ser necessariamente mau. Vamos a meio. Ainda não é o fim.

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A meio da vida

"Uma pessoa chega aos 40 anos e compreende que, estatisticamente, está no meio da vida, e isso tem um valor simbólico muito forte", dizia-me o Gonçalo Cadilhe no outro dia, numa conversa num terraço com vista sobre Lisboa a propósito do seu novo livro (podem ler mais aqui: cadilhe.pdf). Ele, que é um viajante e amante do surf, decidiu aproveitar o "meio da vida" para realizar a sua viagem de sonho e passou um ano a surfar em algumas das melhores ondas do mundo, enquanto tratava de pensar nas coisas boas e más da sua vida.


Daqui a três meses, eu também vou fazer 40 anos. E neste deitar contas à vida, que é inevitável, o que está a ser mais estranho não é tanto olhar para trás e ver aquilo que fiz ou que deixei por fazer, pois vivo bem com o meu passado, nem sequer é sentir-me a envelhecer, ver os cabelos brancos e as peles caídas, pois que também não me faz muita confusão essa parte, o que está a ser mais difícil é mesmo esta sensação de que se por um lado a vida vai a meio, por outro é como se estivesse agora a começar. Ou a começar de novo. Isso é algo com que não contava. Achei que ia chegar aos 40 com uma vida perfeitamente estabilizada e com muito mais certezas sobre o caminho a percorrer. E, afinal, a única certeza que tenho é que não podemos dar nada como adquirido e temos que estar sempre prontos para as mudanças. E, afinal, não consigo planear as próximas férias de natal, quanto mais fazer planos para quando for velhinha. E, afinal, não há um só caminho pela frente, mas vários, e ainda há muitas decisões por tomar e muitas possibilidades por acontecer.
E isso é inesperado mas não tem que ser necessariamente mau. Vamos a meio. Ainda não é o fim.

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Monday, July 14, 2014

Da falta que um homem faz (6)

Uma pessoa gosta de cozinhar e experimentar receitas e isso é tudo muito bonito mas, e agora, quem é que vai comer isto?



(está uma delícia...)

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Da falta que um homem faz (6)

Uma pessoa gosta de cozinhar e experimentar receitas e isso é tudo muito bonito mas, e agora, quem é que vai comer isto?



(está uma delícia...)

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Entre a avenida de Roma e a rotunda da Boavista

Com calor e sem obrigações escolares, os fins-de-semana transformam-se numa espécie de mini-férias. Este deu para tudo. Para irmos jantar com amigos ao Mercado da Ribeira, para vermos o novo filme dos 'Aviões', para termos um fim de tarde fabuloso na praia, para comermos caracóis com outros amigos, para ir andar de skate e, por acaso, assistirmos a uma aula de zumba no Parque das Nações (eu disse assistir, não participar), para ver a Alemanha ganhar a copa, para o António comprar o seu telemóvel, que ele pagou, todo orgulhoso, com o dinheiro que poupou das prendas de anos e do baptizado (o que sobrou já está a ser poupado para o i-pad). E até para passar duas horas assim:



Tínhamos, em consenso, decretado um período livre de tecnologias, sem televisão nem playstation nem computador (sem telemóvel, também), desde o lanche até à hora do futebol, e os miúdos lembraram-se de ir buscar o monopólio. Jogas connosco, mãe? Jogo, claro que jogo. Mesmo se eu não gosto nada de jogar monopólio, nunca gostei. E se precisamente por volta das seis da tarde de domingo estava num daqueles momentos de neura em que só me apetecia ficar deitadinha no meu canto sem que ninguém me chateasse. Mas jogo, claro que jogo. E divertimo-nos imenso. É por estas e por outras que os filhos nos fazem bem. E nos ajudam, sempre, a perceber o que é essencial.

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Entre a avenida de Roma e a rotunda da Boavista

Com calor e sem obrigações escolares, os fins-de-semana transformam-se numa espécie de mini-férias. Este deu para tudo. Para irmos jantar com amigos ao Mercado da Ribeira, para vermos o novo filme dos 'Aviões', para termos um fim de tarde fabuloso na praia, para comermos caracóis com outros amigos, para ir andar de skate e, por acaso, assistirmos a uma aula de zumba no Parque das Nações (eu disse assistir, não participar), para ver a Alemanha ganhar a copa, para o António comprar o seu telemóvel, que ele pagou, todo orgulhoso, com o dinheiro que poupou das prendas de anos e do baptizado (o que sobrou já está a ser poupado para o i-pad). E até para passar duas horas assim:



Tínhamos, em consenso, decretado um período livre de tecnologias, sem televisão nem playstation nem computador (sem telemóvel, também), desde o lanche até à hora do futebol, e os miúdos lembraram-se de ir buscar o monopólio. Jogas connosco, mãe? Jogo, claro que jogo. Mesmo se eu não gosto nada de jogar monopólio, nunca gostei. E se precisamente por volta das seis da tarde de domingo estava num daqueles momentos de neura em que só me apetecia ficar deitadinha no meu canto sem que ninguém me chateasse. Mas jogo, claro que jogo. E divertimo-nos imenso. É por estas e por outras que os filhos nos fazem bem. E nos ajudam, sempre, a perceber o que é essencial.

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Sunday, July 13, 2014

Sabem quando a gente diz que esta geração está perdida e no nosso tempo é que era bom?

Por causa da festa da escola, os miúdos aprenderam a cantar o refrão do 'Chico Fininho', do Rui Veloso. Um clássico. Aproveitei para lhes mostrar a canção toda, porque ando um bocado farta daquelas músicas parvas que eles ouvem, e deparei-me com isto:


"Gingando pela rua
Ao som do Lou Reed
Sempre na sua
Sempre cheio de speed
Segue o seu caminho
Com merda na algibeira
O Chico Fininho
O freak da cantareira


 



Chico fininho
Uuuuuuh uuuuuuh (x4)


 


Aos sss pela rua acima
Depois de mais um shoot nas retretes
Curtindo uma trip de heroína
Sapato bicudo e joanetes


A noite vem já e mal atina
Ele é o maior da cantadeira
Patchuli borbulhas e brilhantina
Cólica escorbuto e caganeira


 


Chico fininho
Uuuuuuh uuuuuuh (x4)


 


Sempre a domar a cena
Fareja a judite em cada esquina
A vida só tem um problema
O ácido com muita estricnina


Da cantareira baixa
Da baixa cantareira
Conhece os flipados
Todos de gingeira


 


Chico fininho
Uuuuuuh uuuuuuh (x4)"


 


Já não me lembrava que a letra do Carlos Tê incluía merda, trips de heroína e caganeira. Muito bom. Se calhar, pensando bem, acho que os Dzrt, o Anselmo Ralph e os outros até são uma boa opção, não?


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Sabem quando a gente diz que esta geração está perdida e no nosso tempo é que era bom?

Por causa da festa da escola, os miúdos aprenderam a cantar o refrão do 'Chico Fininho', do Rui Veloso. Um clássico. Aproveitei para lhes mostrar a canção toda, porque ando um bocado farta daquelas músicas parvas que eles ouvem, e deparei-me com isto:


"Gingando pela rua
Ao som do Lou Reed
Sempre na sua
Sempre cheio de speed
Segue o seu caminho
Com merda na algibeira
O Chico Fininho
O freak da cantareira


 



Chico fininho
Uuuuuuh uuuuuuh (x4)


 


Aos sss pela rua acima
Depois de mais um shoot nas retretes
Curtindo uma trip de heroína
Sapato bicudo e joanetes


A noite vem já e mal atina
Ele é o maior da cantadeira
Patchuli borbulhas e brilhantina
Cólica escorbuto e caganeira


 


Chico fininho
Uuuuuuh uuuuuuh (x4)


 


Sempre a domar a cena
Fareja a judite em cada esquina
A vida só tem um problema
O ácido com muita estricnina


Da cantareira baixa
Da baixa cantareira
Conhece os flipados
Todos de gingeira


 


Chico fininho
Uuuuuuh uuuuuuh (x4)"


 


Já não me lembrava que a letra do Carlos Tê incluía merda, trips de heroína e caganeira. Muito bom. Se calhar, pensando bem, acho que os Dzrt, o Anselmo Ralph e os outros até são uma boa opção, não?


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Saturday, July 12, 2014

"Acordares"


Tenho uma nespresso, que me ofereceram as minhas amigas, para a bica depois das refeições. Mas de manhã, quando tenho tempo, gosto mais assim. O cheiro do café a misturar-se com o cheiro das torradas. O sol na janela da cozinha. Uma caneca a fumegar. Um café que se vai saboreando aos poucos. Um novo dia que começa.


Bom fim-de-semana.

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"Acordares"


Tenho uma nespresso, que me ofereceram as minhas amigas, para a bica depois das refeições. Mas de manhã, quando tenho tempo, gosto mais assim. O cheiro do café a misturar-se com o cheiro das torradas. O sol na janela da cozinha. Uma caneca a fumegar. Um café que se vai saboreando aos poucos. Um novo dia que começa.


Bom fim-de-semana.

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Friday, July 11, 2014

Em greve


Havia tanto a dizer. O João Paulo Baltazar diz o essencial: "A greve é a forma de luta mais extrema. O despedimento colectivo é a medida de gestão mais radical. Hoje faço greve porque ainda trabalho na TSF. Faço greve em protesto contra a falta de discussão séria de medidas alternativas ao despedimento de 140 trabalhadores do grupo Controlinveste (quase metade deles, jornalistas). Faço greve em protesto contra a falta de diálogo frontal, construtivo e participado sobre o quotidiano e o futuro da empresa. Faço greve em defesa de uma imprensa forte e plural. Contra uma cultura de automatismos acríticos, precariedade laboral e medo à solta."

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Em greve


Havia tanto a dizer. O João Paulo Baltazar diz o essencial: "A greve é a forma de luta mais extrema. O despedimento colectivo é a medida de gestão mais radical. Hoje faço greve porque ainda trabalho na TSF. Faço greve em protesto contra a falta de discussão séria de medidas alternativas ao despedimento de 140 trabalhadores do grupo Controlinveste (quase metade deles, jornalistas). Faço greve em protesto contra a falta de diálogo frontal, construtivo e participado sobre o quotidiano e o futuro da empresa. Faço greve em defesa de uma imprensa forte e plural. Contra uma cultura de automatismos acríticos, precariedade laboral e medo à solta."

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Thursday, July 10, 2014

Os nossos milésimos de segundo de fama

Hoje estamos no Observador a contar como foram as nossas férias a três. Segundo os psicólogos ouvidos pela jornalista, somos um "caso de sucesso". Está bem. Eu também acho que sim. E, a prová-lo, cá em casa estamos todos desejosos que cheguem as férias. Mesmo.

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Os nossos milésimos de segundo de fama

Hoje estamos no Observador a contar como foram as nossas férias a três. Segundo os psicólogos ouvidos pela jornalista, somos um "caso de sucesso". Está bem. Eu também acho que sim. E, a prová-lo, cá em casa estamos todos desejosos que cheguem as férias. Mesmo.

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E ainda há quem não goste de futebol

Enroscamo-nos os três no sofá para ver os jogos importantes. Raramente torcemos pela mesma equipa (e na final também vai ser assim) mas isso não nos atrapalha. Enroscamo-nos os três no sofá e assim ficamos um serão inteiro, com o António a explicar quem são os jogadores e a ensinar-me outras coisas interessantíssimas, como o facto de o Messi ter um filho chamado Tiago (não sabias, mãe?), e o Pedro a alinhar na conversa como se percebesse alguma coisa de bola até cair para o lado de cansaço. Enroscamo-nos os três no sofá, com pernas entrelaçadas e mãos apertadas e cabeças encostadas, todos misturados até já não se perceber quem é quem. E eu queria guardar estes momentos para sempre (sobretudo para me lembrar deles naqueles outros momentos em que há miúdos que se portam mal e uma mãe que também não se porta lá muito bem).

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E ainda há quem não goste de futebol

Enroscamo-nos os três no sofá para ver os jogos importantes. Raramente torcemos pela mesma equipa (e na final também vai ser assim) mas isso não nos atrapalha. Enroscamo-nos os três no sofá e assim ficamos um serão inteiro, com o António a explicar quem são os jogadores e a ensinar-me outras coisas interessantíssimas, como o facto de o Messi ter um filho chamado Tiago (não sabias, mãe?), e o Pedro a alinhar na conversa como se percebesse alguma coisa de bola até cair para o lado de cansaço. Enroscamo-nos os três no sofá, com pernas entrelaçadas e mãos apertadas e cabeças encostadas, todos misturados até já não se perceber quem é quem. E eu queria guardar estes momentos para sempre (sobretudo para me lembrar deles naqueles outros momentos em que há miúdos que se portam mal e uma mãe que também não se porta lá muito bem).

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Monday, July 07, 2014

"Tu si na cosa grande"




'Quase Gigolo', de John Torturro, com John Torturro, Woody Allen, Vanessa Paradis (que também canta), Sharon Stone, Liev Schreiber e Sofia Vergara. 


Segundo o Google, "Tu si na cosa grande" quer dizer qualquer coisa como "You are a great thing for me".

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"Tu si na cosa grande"




'Quase Gigolo', de John Torturro, com John Torturro, Woody Allen, Vanessa Paradis (que também canta), Sharon Stone, Liev Schreiber e Sofia Vergara. 


Segundo o Google, "Tu si na cosa grande" quer dizer qualquer coisa como "You are a great thing for me".

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Saturday, July 05, 2014

Mexilhões & sorrisos *


 


* Porque na minha opinião sorrisos são bem melhores do que cervejas.


(obrigado pela dica, amiga, gostámos muito)

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Mexilhões & sorrisos *


 


* Porque na minha opinião sorrisos são bem melhores do que cervejas.


(obrigado pela dica, amiga, gostámos muito)

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Friday, July 04, 2014

E em Lisboa vi isto

E em Lisboa vi isto

De Wiesbaden trouxe isto

De Wiesbaden trouxe isto

Wednesday, July 02, 2014

Tangerinas

Já vi o espectáculo do Fábio Porchat duas vezes e das duas vezes ri até me doer a barriga. Se pudesse, hoje iria lá de novo, ao Campo Pequeno, para rir com as mesma piadas e com as piadas novas e com aquele seu jeito desbragado de ser. Não podendo, fico a rir em casa, com coisas tão boas como esta:



Tão bom que compete de igual para igual com o meu sketche preferido, 'Sobre a Mesa', o tal das tangerinas. Se querem saber do que estou a falar leiam aqui tudo sobre o pessoal do Porta e o festival que eles apresentam entre hoje e sábado em Lisboa.

E riam, riam muito. Diz que faz bem à pele. E à vida em geral.

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Tangerinas

Já vi o espectáculo do Fábio Porchat duas vezes e das duas vezes ri até me doer a barriga. Se pudesse, hoje iria lá de novo, ao Campo Pequeno, para rir com as mesma piadas e com as piadas novas e com aquele seu jeito desbragado de ser. Não podendo, fico a rir em casa, com coisas tão boas como esta:



Tão bom que compete de igual para igual com o meu sketche preferido, 'Sobre a Mesa', o tal das tangerinas. Se querem saber do que estou a falar leiam aqui tudo sobre o pessoal do Porta e o festival que eles apresentam entre hoje e sábado em Lisboa.

E riam, riam muito. Diz que faz bem à pele. E à vida em geral.

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Tuesday, July 01, 2014

Vale


'Okinawa', vídeo novo de Silva, com Fernanda Takai

"Não vale se amar tão de longe/ de perto é que a gente se faz um bem"

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Vale


'Okinawa', vídeo novo de Silva, com Fernanda Takai

"Não vale se amar tão de longe/ de perto é que a gente se faz um bem"

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