Sunday, May 31, 2015

A felicidade pode ser isto

A coisa mais importante que aconteceu este fim-de-semana foi a festa do Pedro. Posso escrever o mesmo post todos os anos pois todos os anos sinto o mesmo. Não há nada que me faça mais feliz do que vê-los felizes e os aniversários são sempre momentos de grande felicidade. Que bom é ser criança e ficar feliz assim, a brincar, de joelhos esfolados, e a comer salame de chocolate. Que bom é reunir a família em nossa casa, sermos tantos que não cabemos na nossa mesa minúscula, é tão raro mas tão bom. 


As outras coisas que aconteceram este fim-de-semana foram:


IMG_1169.JPG


 brincar com todos os brinquedos novos oferecidos pelos amigos;


IMG_1170.JPG


 estudar a reprodução dos animais para o teste de ciências (sabiam que os ovos têm uma câmara de ar?);


IMG_1189.JPG


 ir ao parque, jogar à bola, correr e descalçar os sapatos para sentir as pedrinhas nos pés; 


IMG_1177.JPG


fazer milhares de acrobacias. e, sim, estar de cabeça para baixo continua a ser um grande divertimento.

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A felicidade pode ser isto

A coisa mais importante que aconteceu este fim-de-semana foi a festa do Pedro. Posso escrever o mesmo post todos os anos pois todos os anos sinto o mesmo. Não há nada que me faça mais feliz do que vê-los felizes e os aniversários são sempre momentos de grande felicidade. Que bom é ser criança e ficar feliz assim, a brincar, de joelhos esfolados, e a comer salame de chocolate. Que bom é reunir a família em nossa casa, sermos tantos que não cabemos na nossa mesa minúscula, é tão raro mas tão bom. 


As outras coisas que aconteceram este fim-de-semana foram:


IMG_1169.JPG


 brincar com todos os brinquedos novos oferecidos pelos amigos;


IMG_1170.JPG


 estudar a reprodução dos animais para o teste de ciências (sabiam que os ovos têm uma câmara de ar?);


IMG_1189.JPG


 ir ao parque, jogar à bola, correr e descalçar os sapatos para sentir as pedrinhas nos pés; 


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fazer milhares de acrobacias. e, sim, estar de cabeça para baixo continua a ser um grande divertimento.

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Wednesday, May 27, 2015

É por causa deles (e de outros como eles) que eu acredito em histórias de amor

Foi um privilégio assistir ao início disto tudo. É um privilégio continuar a acompanhar a felicidade e o amor da Sónia e do Ricardo. Eles fizeram 15 anos de casados. E a festa foi boa demais.


sonia15.jpgEu estava a trabalhar (acho que estou sempre a trabalhar nos fins-de-semana em que acontecem coisas importantes) mas consegui estar lá outra vez, a brindar com eles, e a tentar perceber qual é o segredo das histórias de amor felizes e para sempre. É por causa deles, e de outros como eles, que eu conheço na vida real e não só nos filmes, que eu continuo a acreditar.


(as fotografias foram roubadas à Cristina, que acompanhou tudinho)

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É por causa deles (e de outros como eles) que eu acredito em histórias de amor

Foi um privilégio assistir ao início disto tudo. É um privilégio continuar a acompanhar a felicidade e o amor da Sónia e do Ricardo. Eles fizeram 15 anos de casados. E a festa foi boa demais.


sonia15.jpgEu estava a trabalhar (acho que estou sempre a trabalhar nos fins-de-semana em que acontecem coisas importantes) mas consegui estar lá outra vez, a brindar com eles, e a tentar perceber qual é o segredo das histórias de amor felizes e para sempre. É por causa deles, e de outros como eles, que eu conheço na vida real e não só nos filmes, que eu continuo a acreditar.


(as fotografias foram roubadas à Cristina, que acompanhou tudinho)

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Friday, May 22, 2015

Então e esse joelho?

Não tem sido fácil, meus caros. Eu não gosto de me queixar mas a verdade é que mais de dois meses depois do "acidente" já não me dói a andar e até consigo passar um bom par de horas sem pensar na lesão mas ainda tenho dores muito precisas e agudas quando faço determinados movimentos ou quando estou em algumas posições. De maneiras que, como a malta já não é nova e parece que isto de deixar que o corpo se cure por si já não resulta como antes, hoje comecei a fazer fisioterapia. Durante três semanas vou andar a fazer exercícios e massagens e tratamentos com lasers e essas coisas sofisticadas. Numa primeira impressão, posso dizer que devo ser a mais nova ali, àquela hora matinal, mas que os velhinhos que lá estavam a fazer exercícios com bolas coloridas se devem ter rido bastante da minha figura desesperada quando tive que levantar a perna não sei quantas vezes seguidas com um peso de um quilo atado ao tornozelo. Já não me lembrava porque é que odeio tanto ir a ginásios.

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Então e esse joelho?

Não tem sido fácil, meus caros. Eu não gosto de me queixar mas a verdade é que mais de dois meses depois do "acidente" já não me dói a andar e até consigo passar um bom par de horas sem pensar na lesão mas ainda tenho dores muito precisas e agudas quando faço determinados movimentos ou quando estou em algumas posições. De maneiras que, como a malta já não é nova e parece que isto de deixar que o corpo se cure por si já não resulta como antes, hoje comecei a fazer fisioterapia. Durante três semanas vou andar a fazer exercícios e massagens e tratamentos com lasers e essas coisas sofisticadas. Numa primeira impressão, posso dizer que devo ser a mais nova ali, àquela hora matinal, mas que os velhinhos que lá estavam a fazer exercícios com bolas coloridas se devem ter rido bastante da minha figura desesperada quando tive que levantar a perna não sei quantas vezes seguidas com um peso de um quilo atado ao tornozelo. Já não me lembrava porque é que odeio tanto ir a ginásios.

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Wednesday, May 20, 2015

Canções de amor


É uma das canções de amor preferidas do João. E minha também.


Songbird. Dos Fleetwood Mac.


"For you, there'll be no more crying,
For you, the sun will be shining,
And I feel that when I'm with you,
It's alright, I know it's right
To you, I'll give the world
to you, I'll never be cold
'Cause I feel that when I'm with you,
It's alright, I know it's right.
And the songbirds are singing,
Like they know the score,
And I love you, I love you, I love you,
Like never before.
And I wish you all the love in the world,
But most of all, I wish it from myself.
And the songbirds keep singing,
Like they know the score,
And I love you, I love you, I love you,
Like never before, like never before."

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Canções de amor


É uma das canções de amor preferidas do João. E minha também.


Songbird. Dos Fleetwood Mac.


"For you, there'll be no more crying,
For you, the sun will be shining,
And I feel that when I'm with you,
It's alright, I know it's right
To you, I'll give the world
to you, I'll never be cold
'Cause I feel that when I'm with you,
It's alright, I know it's right.
And the songbirds are singing,
Like they know the score,
And I love you, I love you, I love you,
Like never before.
And I wish you all the love in the world,
But most of all, I wish it from myself.
And the songbirds keep singing,
Like they know the score,
And I love you, I love you, I love you,
Like never before, like never before."

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Politicamente incorrecto

Os meus filhos comem cereais ao pequeno-almoço.


E agora? Vão chamar a protecção de menores?

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Politicamente incorrecto

Os meus filhos comem cereais ao pequeno-almoço.


E agora? Vão chamar a protecção de menores?

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Tuesday, May 19, 2015

Impudícia e evasão

"A maior parte das salas das chamadas 'sociedade de educação e recreio' não oferecem o mínimo de condições higiénicas, estando algumas instaladas em verdadeiros tugúrios onde o povo acorre em busca deste género de divertimentos. (...) As danças modernas, pela sensualidade melíflua ou descongestionada dos seus acordes, são inteiramente imorais, e a execução e circunstâncias que as rodeiam demonstram à sociedade que o baile - hoje mais do que qualquer época - é um instrumento de perversão. A atmosfera sensual que se respira, a impudícia das vestes femininas, o cúmplice afrouxamento das luzes, a irresponsabilidade do aglomerado, propiciam a evasão, criando um estado de passividade favorável a influências deletérias."


Luís Filipe Mimoso Reis, "Os Costumes e os Bailes" in Boletim de Acção Católica, junho de 1953, citado no livro que ando a ler.

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Impudícia e evasão

"A maior parte das salas das chamadas 'sociedade de educação e recreio' não oferecem o mínimo de condições higiénicas, estando algumas instaladas em verdadeiros tugúrios onde o povo acorre em busca deste género de divertimentos. (...) As danças modernas, pela sensualidade melíflua ou descongestionada dos seus acordes, são inteiramente imorais, e a execução e circunstâncias que as rodeiam demonstram à sociedade que o baile - hoje mais do que qualquer época - é um instrumento de perversão. A atmosfera sensual que se respira, a impudícia das vestes femininas, o cúmplice afrouxamento das luzes, a irresponsabilidade do aglomerado, propiciam a evasão, criando um estado de passividade favorável a influências deletérias."


Luís Filipe Mimoso Reis, "Os Costumes e os Bailes" in Boletim de Acção Católica, junho de 1953, citado no livro que ando a ler.

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Monday, May 18, 2015

Campeões

férias1.jpgHá dias em que tudo faz sentido. Hoje o Pedro faz sete anos. 


(a foto é de 2011)

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Campeões

férias1.jpgHá dias em que tudo faz sentido. Hoje o Pedro faz sete anos. 


(a foto é de 2011)

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Friday, May 15, 2015

Está sol


Também está um vendaval terrível. Mas está sol. E a vida continua. 


Com música de Noah and the Whale.

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Está sol


Também está um vendaval terrível. Mas está sol. E a vida continua. 


Com música de Noah and the Whale.

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Tuesday, May 12, 2015

Servir

Meninas de 12 anos, algumas nem isso, que vinham das aldeias para servir em casas de famílias ricas ou não tão ricas assim em Lisboa. Meninas ainda mas já a tomar conta de bebés, a limpar as casas, a fazer recados, a serem assediadas pelos patrões. A ganhar pouco ou nada. Longe das famílias. Era assim o Portugal do Estado Novo. Aquele Portugal que vemos nos filmes antigos, onde se faz a apologia dos bons costumes, dos pobrezinhos mas honrados, da obediência (e serviliência) ao chefe de família (e a salazar e a deus). As mulheres na base desta pirâmide. Ando a ler O Tempo das Criadas - A condição Servil em Portugal (1940-1970), de Inês Brasão. O estilo é demasiado académico para o meu gosto, mas o tema é absolutamente fascinante.


image.jpg

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Servir

Meninas de 12 anos, algumas nem isso, que vinham das aldeias para servir em casas de famílias ricas ou não tão ricas assim em Lisboa. Meninas ainda mas já a tomar conta de bebés, a limpar as casas, a fazer recados, a serem assediadas pelos patrões. A ganhar pouco ou nada. Longe das famílias. Era assim o Portugal do Estado Novo. Aquele Portugal que vemos nos filmes antigos, onde se faz a apologia dos bons costumes, dos pobrezinhos mas honrados, da obediência (e serviliência) ao chefe de família (e a salazar e a deus). As mulheres na base desta pirâmide. Ando a ler O Tempo das Criadas - A condição Servil em Portugal (1940-1970), de Inês Brasão. O estilo é demasiado académico para o meu gosto, mas o tema é absolutamente fascinante.


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Monday, May 11, 2015

Pic-nic

Estou numa daquelas fases em que, se pudesse, desistia de trabalhar e dedicava-me só a ser mãe e cozinhar e passar tempo com os meus putos e os meus amigos. É uma coisa que me acontece de vez em quando e com mais frequência nesta altura do ano, em que os dias começam a ficar compridos e o calor pede sandálias e esplanadas e sangria. Por muito que goste do meu trabalho (e de uma maneira geral até gosto) neste momento apetecia-me mesmo era ficar de férias até outubro.


picnic.jpg


no domingo foi assim, num Jardim da Estrela a abarrotar, a malta deitada na relva, a criançada à solta e nós a cantar os parabéns a uma grande amiga. coisa boa.

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Pic-nic

Estou numa daquelas fases em que, se pudesse, desistia de trabalhar e dedicava-me só a ser mãe e cozinhar e passar tempo com os meus putos e os meus amigos. É uma coisa que me acontece de vez em quando e com mais frequência nesta altura do ano, em que os dias começam a ficar compridos e o calor pede sandálias e esplanadas e sangria. Por muito que goste do meu trabalho (e de uma maneira geral até gosto) neste momento apetecia-me mesmo era ficar de férias até outubro.


picnic.jpg


no domingo foi assim, num Jardim da Estrela a abarrotar, a malta deitada na relva, a criançada à solta e nós a cantar os parabéns a uma grande amiga. coisa boa.

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Sunday, May 10, 2015

Três anos

A vida muda e nós mudamos com ela. Over and over and over and over.

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Três anos

A vida muda e nós mudamos com ela. Over and over and over and over.

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Friday, May 08, 2015

Fazemos coisas estranhas pelos filhos

Como por exemplo esta:



Nunca tinha ido ver um Velocidade Furiosa ao cinema. Mas também nunca tinha sido mãe de um adolescente. Hoje levei o meu filho de 11 anos a ver um filme com gajos musculados, miúdas de biquíni, carros a grande velocidade e uma catadupa de explosões, acidentes, pancadaria e outras cenas perigosas. Saí de lá um bocadinho atordoada. O António adorou. No final, combinámos não dizer nada ao mano para ele não ficar triste. E o puto sentiu-se "bué" crescido.

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Fazemos coisas estranhas pelos filhos

Como por exemplo esta:



Nunca tinha ido ver um Velocidade Furiosa ao cinema. Mas também nunca tinha sido mãe de um adolescente. Hoje levei o meu filho de 11 anos a ver um filme com gajos musculados, miúdas de biquíni, carros a grande velocidade e uma catadupa de explosões, acidentes, pancadaria e outras cenas perigosas. Saí de lá um bocadinho atordoada. O António adorou. No final, combinámos não dizer nada ao mano para ele não ficar triste. E o puto sentiu-se "bué" crescido.

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Thursday, May 07, 2015

Por mares nunca dantes navegados

Como se explica a uma criança de hoje o que era um escravo? Mostrei-lhe um bocadinho do filme Amistad, de Spielberg, no youtube. A medo, que me lembrava que aquilo era forte. Os negros, nus, a serem transportados no barco, ao monte, a comerem com as mãos, a serem chicoteados, os doentes atirados ao mar para morrerem, a serem vendidos na praça pública como gado. Ele, de olhos muito abertos, pediu para ver mais. Mas ficou para outro dia. Voltámos às datas e aos reis, ao Gil Eanes e ao Vasco da Gama. Fico sempre com pena de não ter mais tempo para estudar história com ele. Porque é uma disciplina que eu adoro. E porque tenho a certeza que se as coisas fossem diferentes - se não fosse preciso decorar tantas datas, se as matérias fossem explicadas de outra maneira, com filmes, com quadros, com histórias, com mais tempo - ele acabaria por gostar um bocadinho mais. Hoje até nem correu mal. Começámos na peste negra e fomos até ao Brasil. Consegui tê-lo sentado durante três horas e meia (bom, não esteve sempre sentado, mas de pé também se consegue estudar, não é?). Leu, fez resumos das partes mais importantes, fiz-lhe perguntas. Procurámos imagens das covas do lobo, da batalha de Aljubarrota, na internet. Li-lhe o Monstrengo do Fernando Pessoa. Seguimos os passos de Magalhães no globo. A última meia hora já foi em esforço, eu a senti-lo cada vez mais desconcentrado. Não acho que esteja lá muito bem preparado para o teste mas, sinceramente, não me pareceu que valesse a pena continuar. Fomos para o treino e pronto. Hoje até nem correu mal. Expliquei-lhe o que era um escravo e como os portugueses que deram tantos mundos ao mundo também cometeram tantas atrocidades. Acho que ele percebeu. E isso já é saber mais do que muito boa gente.


IMG_1102.JPG

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Por mares nunca dantes navegados

Como se explica a uma criança de hoje o que era um escravo? Mostrei-lhe um bocadinho do filme Amistad, de Spielberg, no youtube. A medo, que me lembrava que aquilo era forte. Os negros, nus, a serem transportados no barco, ao monte, a comerem com as mãos, a serem chicoteados, os doentes atirados ao mar para morrerem, a serem vendidos na praça pública como gado. Ele, de olhos muito abertos, pediu para ver mais. Mas ficou para outro dia. Voltámos às datas e aos reis, ao Gil Eanes e ao Vasco da Gama. Fico sempre com pena de não ter mais tempo para estudar história com ele. Porque é uma disciplina que eu adoro. E porque tenho a certeza que se as coisas fossem diferentes - se não fosse preciso decorar tantas datas, se as matérias fossem explicadas de outra maneira, com filmes, com quadros, com histórias, com mais tempo - ele acabaria por gostar um bocadinho mais. Hoje até nem correu mal. Começámos na peste negra e fomos até ao Brasil. Consegui tê-lo sentado durante três horas e meia (bom, não esteve sempre sentado, mas de pé também se consegue estudar, não é?). Leu, fez resumos das partes mais importantes, fiz-lhe perguntas. Procurámos imagens das covas do lobo, da batalha de Aljubarrota, na internet. Li-lhe o Monstrengo do Fernando Pessoa. Seguimos os passos de Magalhães no globo. A última meia hora já foi em esforço, eu a senti-lo cada vez mais desconcentrado. Não acho que esteja lá muito bem preparado para o teste mas, sinceramente, não me pareceu que valesse a pena continuar. Fomos para o treino e pronto. Hoje até nem correu mal. Expliquei-lhe o que era um escravo e como os portugueses que deram tantos mundos ao mundo também cometeram tantas atrocidades. Acho que ele percebeu. E isso já é saber mais do que muito boa gente.


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Wednesday, May 06, 2015

Oh estagiária

Um dia, estava eu há pouquíssimo tempo no DN, o Oscar passou por mim e lançou: "oh estagiária, levanta-te daí e vem jantar connosco", e lá fui eu a um jantar de despedida de um subdiretor que eu nem conhecia, rodeada de colegas de que mal sabia o nome, fascinada com aquilo tudo, e o Oscar a dizer-me "isto também faz parte do estágio". No estágio aprendi, entre outras coisas, que uma redacção é muito mais do que um grupo de pessoas que trabalham juntas. Outros tempos.

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Oh estagiária

Um dia, estava eu há pouquíssimo tempo no DN, o Oscar passou por mim e lançou: "oh estagiária, levanta-te daí e vem jantar connosco", e lá fui eu a um jantar de despedida de um subdiretor que eu nem conhecia, rodeada de colegas de que mal sabia o nome, fascinada com aquilo tudo, e o Oscar a dizer-me "isto também faz parte do estágio". No estágio aprendi, entre outras coisas, que uma redacção é muito mais do que um grupo de pessoas que trabalham juntas. Outros tempos.

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Friday, May 01, 2015

Da falta que um homem faz (10)


 "If you ever need someone to cry to
If you ever need someone to hold you

I will be there
Standing by your side
I will be there
Standing by your side

If you ever need someone
To just love you
If you ever need someone
To simply adore you

I will be there
Standing by your side
I will be there
Standing by your side

From the mountains to the sea
And the city
From the valleys to the moon
In every country

I will be there
Standing beside you
I will be there
Standing by your side

I will be there"

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Da falta que um homem faz (10)


 "If you ever need someone to cry to
If you ever need someone to hold you

I will be there
Standing by your side
I will be there
Standing by your side

If you ever need someone
To just love you
If you ever need someone
To simply adore you

I will be there
Standing by your side
I will be there
Standing by your side

From the mountains to the sea
And the city
From the valleys to the moon
In every country

I will be there
Standing beside you
I will be there
Standing by your side

I will be there"

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