Saturday, November 29, 2014

A minha geração ao poder

Quando eu comecei a trabalhar, como toda a gente que começa, não escrevia sobre nada realmente importante. Ficava com os trabalhos que os outros não queriam ou de que mais ninguém se lembrava. Entrevistava artistas em início de carreira, escritores que estavam a publicar o seu primeiro romance, actores que ainda nem revelação eram, companhias de teatro que se apresentavam em garagens gélidas, estreantes em todas as áreas. O tempo passou. Hoje, algumas dessas pessoas que ninguém conhecia são escritores premiados, actores famosos, gente que toma decisões, que representa o país em certames internacionais, artistas elogiados, diretores de teatro.


Entrevistei o Tiago Rodrigues pela primeira vez em 1999:


tiagorodrigues.jpg E agora aqui está ele, no Nacional.


A minha geração está a chegar ao poder. Eu não ganho nada com isso mas não consigo evitar sentir-me um bocadinho feliz.

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A minha geração ao poder

Quando eu comecei a trabalhar, como toda a gente que começa, não escrevia sobre nada realmente importante. Ficava com os trabalhos que os outros não queriam ou de que mais ninguém se lembrava. Entrevistava artistas em início de carreira, escritores que estavam a publicar o seu primeiro romance, actores que ainda nem revelação eram, companhias de teatro que se apresentavam em garagens gélidas, estreantes em todas as áreas. O tempo passou. Hoje, algumas dessas pessoas que ninguém conhecia são escritores premiados, actores famosos, gente que toma decisões, que representa o país em certames internacionais, artistas elogiados, diretores de teatro.


Entrevistei o Tiago Rodrigues pela primeira vez em 1999:


tiagorodrigues.jpg E agora aqui está ele, no Nacional.


A minha geração está a chegar ao poder. Eu não ganho nada com isso mas não consigo evitar sentir-me um bocadinho feliz.

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Thursday, November 27, 2014

Alentejo, Alentejo

Sentada na minha secretária, com auscultadores nos ouvidos, até me arrepiei a ouvir os cantores de Serpa a cantar o 'Alentejo, Alentejo', lá em Paris, logo depois de a Unesco ter aceite a inscrição do cante como património cultural imaterial da humanidade. Parabéns. A todos os que cantam. A todos os que trabalharam nesta candidatura. A todos nós, alentejanos. O fado pode ser muito bonito, pois pode, mas não é coisa nossa.



(e agora arrepio-me outra vez a ouvir isto, como sempre, aliás)

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Alentejo, Alentejo

Sentada na minha secretária, com auscultadores nos ouvidos, até me arrepiei a ouvir os cantores de Serpa a cantar o 'Alentejo, Alentejo', lá em Paris, logo depois de a Unesco ter aceite a inscrição do cante como património cultural imaterial da humanidade. Parabéns. A todos os que cantam. A todos os que trabalharam nesta candidatura. A todos nós, alentejanos. O fado pode ser muito bonito, pois pode, mas não é coisa nossa.



(e agora arrepio-me outra vez a ouvir isto, como sempre, aliás)

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Wednesday, November 26, 2014

Fazer o pino e muito mais

Num daqueles momentos de loucura saudável, decidi que seria giro irmos ver os acrobatas de Pequim, mesmo sendo num dia de semana, mesmo sendo no dia em que o Pedro tinha natação e o António um treino de futebol que terminava às 20.30. O Pedro tomou banho na piscina, o António nem por isso, vestiu-se no carro e foi já a caminho do CCB que jantámos umas sandes com sumo e biscoitos como sobremesa. O espetáculo durou duas horas, chegámos a casa já tarde, os putos estavam mais do que ensonados e acho que se deitaram sem lavar os dentes. Esta manhã o acordar foi mais difícil. Mas valeu a pena. Porque nos divertimos. E porque foi muito bom ver as caras deles, de felicidade e espanto, perante cada novo número, cada vez mais espectacular. Cambalhotas, contorcionismo, equilíbrio, saltos de todas as maneiras e feitios, com um, com dois, com muitos.


Quando eu era pequena sabia fazer o pino, encostada à parede mas fazia. Agora nem me atrevo a tentar. Mas lembro-me bem da sensação. É tão bom fazer o pino.

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Fazer o pino e muito mais

Num daqueles momentos de loucura saudável, decidi que seria giro irmos ver os acrobatas de Pequim, mesmo sendo num dia de semana, mesmo sendo no dia em que o Pedro tinha natação e o António um treino de futebol que terminava às 20.30. O Pedro tomou banho na piscina, o António nem por isso, vestiu-se no carro e foi já a caminho do CCB que jantámos umas sandes com sumo e biscoitos como sobremesa. O espetáculo durou duas horas, chegámos a casa já tarde, os putos estavam mais do que ensonados e acho que se deitaram sem lavar os dentes. Esta manhã o acordar foi mais difícil. Mas valeu a pena. Porque nos divertimos. E porque foi muito bom ver as caras deles, de felicidade e espanto, perante cada novo número, cada vez mais espectacular. Cambalhotas, contorcionismo, equilíbrio, saltos de todas as maneiras e feitios, com um, com dois, com muitos.


Quando eu era pequena sabia fazer o pino, encostada à parede mas fazia. Agora nem me atrevo a tentar. Mas lembro-me bem da sensação. É tão bom fazer o pino.

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Tuesday, November 25, 2014

Só para avisar

Já comi a primeira azevia da época.

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Só para avisar

Já comi a primeira azevia da época.

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Monday, November 24, 2014

Fazer o pino

Precisava de mais tempo nos meus fins-de-semana. Nos outros dias também mas os fins-de-semana parece que passam sempre a correr.


Tudo começou com José Sócrates a ser preso e nós sem sabermos de nada, com a televisão desligada, entretidos a rir e a conversar com uma grupeta de amigos que ocupavam os sofás, as cadeiras e os bancos lá de casa, a comer uma das melhores lasanhas do mundo e um pudim de chorar por mais. Conhecemo-nos há quase 15 anos, no mestrado na faculdade de letras. Hoje eles já são todos doutores ou quase doutores ou pós-doutores e eu nem o mestrado acabei. Mas tudo bem. Encontramo-nos uma ou (com sorte) duas vezes por ano e é sempre como se ainda estivéssemos numa aula de história do teatro ou dramaturgia ou o que fosse. As conversas encadeadas umas nas outras. Chegar ao fim da noite já a combinar o próximo jantar para daqui a seis meses.


Depois, entre os trabalhos de casa que nos ocuparam a tarde inteira no sábado e um domingo passado em família, no Alentejo, numa espécie de ensaio geral para o natal (sim, sim, já estou a pensar no natal), conseguimos ir ver Timber!, o espetáculo que os canadianos do Cirque Alfonse trouxeram ao São Luiz. Uma pequena maravilha que, além de ser de uma imensa beleza,  deixou os putos de olhos esbugalhados com as acrobacias, malabarismos e mortais variados. O António, que já sabia fazer o pino, está dedicado a conseguir andar com as mãos no chão e os pés no ar (o que me faz temer pelo que irá acontecer depois de, amanhã, irmos ver os acrobatas de Pequim...).


Timber©Nicolas Descôteaux (7).jpg  Timber©Nicolas Descôteaux (9).jpg
(além disso, foi também uma oportunidade para testar, ao vivo e a cores, aquela ideia, que está agora na moda, do "lumbersexual". Como dizia um amigo meu, não é bem a minha chávena de chá, mas percebo a ideia)


Precisava de mais tempo nos meus fins-de-semana. Ontem, ao voltar do alentejo, noite cerrada apesar de serem apenas seis da tarde, a chuva que não parou a viagem inteira, os putos a dormirem lá atrás, só pensava em como tenho tanta sorte por ter tudo o que tenho e por poder fazer todas as coisas que faço, e em como, se tivesse mais tempo, poderia fazer tantas coisas mais e estar com tantas mais pessoas e fazer tudo com mais calma. Às vezes, na vida, também precisamos fazer o pino. Virar tudo do avesso, uma e outra vez, as vezes que forem necessárias.

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Fazer o pino

Precisava de mais tempo nos meus fins-de-semana. Nos outros dias também mas os fins-de-semana parece que passam sempre a correr.


Tudo começou com José Sócrates a ser preso e nós sem sabermos de nada, com a televisão desligada, entretidos a rir e a conversar com uma grupeta de amigos que ocupavam os sofás, as cadeiras e os bancos lá de casa, a comer uma das melhores lasanhas do mundo e um pudim de chorar por mais. Conhecemo-nos há quase 15 anos, no mestrado na faculdade de letras. Hoje eles já são todos doutores ou quase doutores ou pós-doutores e eu nem o mestrado acabei. Mas tudo bem. Encontramo-nos uma ou (com sorte) duas vezes por ano e é sempre como se ainda estivéssemos numa aula de história do teatro ou dramaturgia ou o que fosse. As conversas encadeadas umas nas outras. Chegar ao fim da noite já a combinar o próximo jantar para daqui a seis meses.


Depois, entre os trabalhos de casa que nos ocuparam a tarde inteira no sábado e um domingo passado em família, no Alentejo, numa espécie de ensaio geral para o natal (sim, sim, já estou a pensar no natal), conseguimos ir ver Timber!, o espetáculo que os canadianos do Cirque Alfonse trouxeram ao São Luiz. Uma pequena maravilha que, além de ser de uma imensa beleza,  deixou os putos de olhos esbugalhados com as acrobacias, malabarismos e mortais variados. O António, que já sabia fazer o pino, está dedicado a conseguir andar com as mãos no chão e os pés no ar (o que me faz temer pelo que irá acontecer depois de, amanhã, irmos ver os acrobatas de Pequim...).


Timber©Nicolas Descôteaux (7).jpg  Timber©Nicolas Descôteaux (9).jpg
(além disso, foi também uma oportunidade para testar, ao vivo e a cores, aquela ideia, que está agora na moda, do "lumbersexual". Como dizia um amigo meu, não é bem a minha chávena de chá, mas percebo a ideia)


Precisava de mais tempo nos meus fins-de-semana. Ontem, ao voltar do alentejo, noite cerrada apesar de serem apenas seis da tarde, a chuva que não parou a viagem inteira, os putos a dormirem lá atrás, só pensava em como tenho tanta sorte por ter tudo o que tenho e por poder fazer todas as coisas que faço, e em como, se tivesse mais tempo, poderia fazer tantas coisas mais e estar com tantas mais pessoas e fazer tudo com mais calma. Às vezes, na vida, também precisamos fazer o pino. Virar tudo do avesso, uma e outra vez, as vezes que forem necessárias.

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Saturday, November 22, 2014

Um beijo (ou mais)


 TanitaTikaram, 'One Kiss'

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Um beijo (ou mais)


 TanitaTikaram, 'One Kiss'

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Friday, November 21, 2014

Insónia

Sou só eu. Mesmo que haja mais alguém, ou mesmo que haja muita gente à nossa volta, para eles sou só eu. Para o bem e para o mal. Sobretudo para o mal. E isso às vezes pode ser avassalador. Ninguém deveria ser mãe/pai sozinho.


E, não, embora isso seja importante, não estou só a falar da falta de fins-de-semana só para mim.

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Insónia

Sou só eu. Mesmo que haja mais alguém, ou mesmo que haja muita gente à nossa volta, para eles sou só eu. Para o bem e para o mal. Sobretudo para o mal. E isso às vezes pode ser avassalador. Ninguém deveria ser mãe/pai sozinho.


E, não, embora isso seja importante, não estou só a falar da falta de fins-de-semana só para mim.

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Wednesday, November 19, 2014

Estou capaz de abrir o champagne

Depois de doze dias em casa, o Pedro tem finalmente autorização para ir à escola.

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Estou capaz de abrir o champagne

Depois de doze dias em casa, o Pedro tem finalmente autorização para ir à escola.

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A felicidade entre as borbulhas da varicela

Um lanche com panquecas. Outro com sandes de presunto. A pizza que o Pedro ajuda a fazer para o almoço. A gelatina para a sobremesa do jantar. Folhear o livro de receitas à procura de um bolo que me apeteça experimentar. Hamburgueres no pão em frente da televisão para ver a selecção jogar.


O António a contar-me os filmes do Indiana Jones que viu em casa do avô, a fazer sons, a agitar um chicote imaginário, a sacar da pistola, num teatro fabuloso.


O Pedro a cantar numa língua macarrónica todas músicas em inglês que ouvimos no rádio do carro.


Falar ao telefone, afinal, também pode ser bom.

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A felicidade entre as borbulhas da varicela

Um lanche com panquecas. Outro com sandes de presunto. A pizza que o Pedro ajuda a fazer para o almoço. A gelatina para a sobremesa do jantar. Folhear o livro de receitas à procura de um bolo que me apeteça experimentar. Hamburgueres no pão em frente da televisão para ver a selecção jogar.


O António a contar-me os filmes do Indiana Jones que viu em casa do avô, a fazer sons, a agitar um chicote imaginário, a sacar da pistola, num teatro fabuloso.


O Pedro a cantar numa língua macarrónica todas músicas em inglês que ouvimos no rádio do carro.


Falar ao telefone, afinal, também pode ser bom.

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Tuesday, November 18, 2014

O natal chega cada vez mais cedo


Band Aid 30, 'Do They Know it's Christmas Time?'

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O natal chega cada vez mais cedo


Band Aid 30, 'Do They Know it's Christmas Time?'

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Saturday, November 15, 2014

Ilhas Fiji, aí vou eu!

O Mateus nasceu na segunda-feira e, como se não bastasse a alegria de termos mais um bebé entre nós, o rapaz está a fazer esta tia especialmente feliz. É que no babyshower houve um concurso para ver quem acertava na data e hora do nascimento do baby M. e hoje foram anunciados os resultados:


mateus2.JPG
Eu errei por escassos 40 minutos, como se vê:


mateus.JPG


E assim ganhei um prémio fabuloso: uma viagem às ilhas Fiji!!! Que é como quem diz, a possibilidade de ir beijocar a minha querida Sónia e dar muito colo ao pequeno Mateus. A ver se despachamos rapidamente esta chata da varicela para eu poder ir reclamar o meu prémio.


Bem vindo, Mateus. E que a vida te sorria sempre.


 

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Ilhas Fiji, aí vou eu!

O Mateus nasceu na segunda-feira e, como se não bastasse a alegria de termos mais um bebé entre nós, o rapaz está a fazer esta tia especialmente feliz. É que no babyshower houve um concurso para ver quem acertava na data e hora do nascimento do baby M. e hoje foram anunciados os resultados:


mateus2.JPG
Eu errei por escassos 40 minutos, como se vê:


mateus.JPG


E assim ganhei um prémio fabuloso: uma viagem às ilhas Fiji!!! Que é como quem diz, a possibilidade de ir beijocar a minha querida Sónia e dar muito colo ao pequeno Mateus. A ver se despachamos rapidamente esta chata da varicela para eu poder ir reclamar o meu prémio.


Bem vindo, Mateus. E que a vida te sorria sempre.


 

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Friday, November 14, 2014

Varicela (ainda)

 


IMG_1004.JPGAproveitar que estamos em casa para arrumar gavetas e armários, lavar roupa que vai ficar guardada muito tempo, organizar a roupa de inverno, coser botões em falta há meses. A minha avó tinha uma caixa de botões de todas as cores e formas que me maravilhava quando eu era pequena. Botões com flores, botões quadrados, botões de madeira, botões pequeninos e outros enormes. Às vezes, quando vou à retrosaria comprar joelheiras para as calças dos miúdos, tenho vontade de comprar alguns botões só por serem bonitos. Só para encher um pouco mais a minha caixa.

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Varicela (ainda)

 


IMG_1004.JPGAproveitar que estamos em casa para arrumar gavetas e armários, lavar roupa que vai ficar guardada muito tempo, organizar a roupa de inverno, coser botões em falta há meses. A minha avó tinha uma caixa de botões de todas as cores e formas que me maravilhava quando eu era pequena. Botões com flores, botões quadrados, botões de madeira, botões pequeninos e outros enormes. Às vezes, quando vou à retrosaria comprar joelheiras para as calças dos miúdos, tenho vontade de comprar alguns botões só por serem bonitos. Só para encher um pouco mais a minha caixa.

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Thursday, November 13, 2014

Varicela

Continuamos na cozinha. Eu tento trabalhar. Ele desenha a chuva. O tempo passa devagar.


IMG_1000.JPG


 

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Varicela

Continuamos na cozinha. Eu tento trabalhar. Ele desenha a chuva. O tempo passa devagar.


IMG_1000.JPG


 

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Tuesday, November 11, 2014

Na cozinha

 


IMG_0995.JPGIMG_0999.JPGO Pedro tem varicela. Vesti-lhe um casaco por cima do pijama para irmos buscar o mano à escola. Depois, passámos a tarde entre castanhas e trabalhos de casa. E conversas, sérias, sobre as meninas que gostam do António e as meninas de quem o António gosta. Na cozinha. O lugar mais importante da nossa casa é a cozinha.

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Na cozinha

 


IMG_0995.JPGIMG_0999.JPGO Pedro tem varicela. Vesti-lhe um casaco por cima do pijama para irmos buscar o mano à escola. Depois, passámos a tarde entre castanhas e trabalhos de casa. E conversas, sérias, sobre as meninas que gostam do António e as meninas de quem o António gosta. Na cozinha. O lugar mais importante da nossa casa é a cozinha.

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Monday, November 10, 2014

Sente


Robbie Wlliams, 'Feel'

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Robbie Wlliams, 'Feel'

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Friday, November 07, 2014

Mãe, já sei escrever o meu nome, queres ver?

IMG_0993.JPGDe manhã, depois de deixarmos o mano na escola dos crescidos vamos os dois tomar café e pomos a conversa em dia. Conta-me as novidades das aulas e dos amigos, faz perguntas, conta as moedas para dar ao senhor João, pede uma caneta e põe-se a desenhar letras. Depois, vê algum dos amigos a chegar, sai disparado do café e vai a correr pela rua fora até à escola, deixando-me para trás.

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Mãe, já sei escrever o meu nome, queres ver?

IMG_0993.JPGDe manhã, depois de deixarmos o mano na escola dos crescidos vamos os dois tomar café e pomos a conversa em dia. Conta-me as novidades das aulas e dos amigos, faz perguntas, conta as moedas para dar ao senhor João, pede uma caneta e põe-se a desenhar letras. Depois, vê algum dos amigos a chegar, sai disparado do café e vai a correr pela rua fora até à escola, deixando-me para trás.

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Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades (4)

IMG_00723.JPGDSC_2691.JPGGosto muito destas fotografias, gosto de cada uma delas em separado e acho que ficam bem assim juntas. Unidas por uma mão na anca. 

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Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades (4)

IMG_00723.JPGDSC_2691.JPGGosto muito destas fotografias, gosto de cada uma delas em separado e acho que ficam bem assim juntas. Unidas por uma mão na anca. 

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Thursday, November 06, 2014

Ah, o bom gosto dos anos 80!

IMG_0066.JPG(não há comentário possível a isto)

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Ah, o bom gosto dos anos 80!

IMG_0066.JPG(não há comentário possível a isto)

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Wednesday, November 05, 2014

A "bolinha" que eu sempre fui

Quando eu era pequena chamavam-me "bolinha". Não estou a perceber porquê...


IMG_0055.JPG IMG_0065.JPG


IMG_00712.JPG  IMG_0076.JPG


(estas são algumas das fotos do meu vídeo dos 40 anos. uma verdadeira delícia.)

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A "bolinha" que eu sempre fui

Quando eu era pequena chamavam-me "bolinha". Não estou a perceber porquê...


IMG_0055.JPG IMG_0065.JPG


IMG_00712.JPG  IMG_0076.JPG


(estas são algumas das fotos do meu vídeo dos 40 anos. uma verdadeira delícia.)

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Tuesday, November 04, 2014

Os animais são nosssos amigos?

Nem todos. Há por exemplo os piolhos. Blaaaagh. Que grande nojeira.piolhos.jpg


A propósito, já conhecem o 'O meu ò-mãe' da Patrícia Muller?

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Os animais são nosssos amigos?

Nem todos. Há por exemplo os piolhos. Blaaaagh. Que grande nojeira.piolhos.jpg


A propósito, já conhecem o 'O meu ò-mãe' da Patrícia Muller?

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Monday, November 03, 2014

Eu não disse que era lindo?

bolo.jpg(ainda estou a recolher fotos do evento)


 

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Eu não disse que era lindo?

bolo.jpg(ainda estou a recolher fotos do evento)


 

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Apresento-vos o Vasco Palmeirim das barracas

Ter amigos assim é do caraças. Senhoras e senhores, levantem o volume - porque é mesmo necessário - e preparem-se para ouvir o grande João Miguel, aka Vasco Palmeirim das barracas:



(este foi, obviamente, um dos momentos da noite)

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Apresento-vos o Vasco Palmeirim das barracas

Ter amigos assim é do caraças. Senhoras e senhores, levantem o volume - porque é mesmo necessário - e preparem-se para ouvir o grande João Miguel, aka Vasco Palmeirim das barracas:



(este foi, obviamente, um dos momentos da noite)

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Sunday, November 02, 2014

Dançámos, dançámos muito (2)

20141101_002605.jpgAmigos. Sorrir. Dançar. Abraços.


(e um copo de gin só para desfocar a vida por uns momentos)

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Dançámos, dançámos muito (2)

20141101_002605.jpgAmigos. Sorrir. Dançar. Abraços.


(e um copo de gin só para desfocar a vida por uns momentos)

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Dançámos, dançámos muito

A minha opinião é capaz de ser um bocadinho parcial mas eu cá acho que a festa dos 40 foi fantástica. Mesmo. Não porque tivesse alguma coisa extraordinária, que não teve, não houve decoração especial nem comida com nomes esquisitos, nem nada dessas coisas bonitinhas que há nas festas que vocês costumam ver por aí noutros blogues. Pois não. Mas teve a coisa mais extraordinária do mundo que são os meus amigos. 50 amigos (ena, tantos!, e mais uns quantos que não puderam lá estar fisicamente mas estavam na mesma). Foi muito engraçado juntar pessoas tão diferentes, de várias fases e várias áreas da minha vida, amigos da faculdade, amigos do trabalho, amigos antigos, amigos recentes. E foi muito giro vê-los todos juntos, alguns a fazerem novos amigos também. Acho que todos se divertiram, cada um à sua maneira, uns mais animados, outros só na conversa, uns que ficaram menos tempo, outros que ficaram até ao fim, mas pareceu-me que todos tiveram uma noite boa, e essa era a minha grande preocupação.


Para memória futura:


A festa foi no restaurante/bar O Século e, embora a comida não fosse nada do outro mundo, o sítio é muito agradável. Adorei chegar lá e ver as mesas postas, com as velinhas acesas, as janelas abertas para a rua, com a possibilidade de ficarmos um bocado cá fora, no largo, a conversar. Era o espaço do tamanho certo para a nossa festa, nem grande de mais nem pequeno de mais. E, como tínhamos a sala só para nós, depois do jantar, pudemos ficar lá a dançar até nos apetecer, ou seja, até depois das 4 da manhã.


Encomendei um bolo na Doces Paladares que, além de lindo, era muito, muito bom. Foi caro mas valeu cada cêntimo.


A Inês e a Ângela trouxeram um saco cheio de chapéus, óculos e outras máscaras para ser tudo ainda mais divertido (foi uma bela ideia, suas marotas).


Tinha pedido ao meu cunhado (que além de ser um dos fotógrafos da família tem acesso privilegiado ao arquivo fotógrafico do meu pai) para fazer um filme com algumas fotos dos meus 40 anos mas ele fez muito mais do que isso. O filme estava fabuloso (e cheio de tesourinhos deprimentes) e contou com a contribuição de alguns amigos queridos, que me fizeram chorar de emoção e rir até me doer a barriga. Que boa surpresa.


O Nuno e o João foram os DJs mais fantásticos do mundo. Uma festa em que se ouve David Bowie e One Direction, Madonna e Depeche Mode, Buraka, Spice Girls, Chico Buarque, e mais, muito mais, só pode ser uma grande festa. Dancei muito, pois dancei. E também foi bom ver que não sou a única a gostar de dançar.


Obrigado ao Baby M. que, apesar dos sustos, não nasceu, o que nos permitiu ter uma barriga maravilhosa na pista de dança.


Como as noivas, não consegui dar atenção a toda a gente. Mas deixo aqui um enorme obrigado a todos: Teresa e Pedro, Sónia e Ricardo, Helena e Raul, Isabel e Jairo, Sónia e Nuno, Ângela, Inês, Rita R., Paula, Lina e António, Susana, Filipa e Tiago, Eurico, Joana, Nuno G., João M., Rita e Diogo, João Pedro e Ana, João Miguel e Teresa, Lumena, Mafalda, Cecília, Patrícia A., Sandy, Milú, João M.F., Patrícia V., Maria João e Pedro, Rute, Cristina, Lurdes e Ricardo, Élia e Pedro, Susana e Miguel, Sofia e Nelson, Manuela e Nuno.


Obrigado pela amizade, pelos abraços, pelos beijos, pelas prendas (também), pela animação, pelas mensagens, por estarem por aí, mais perto ou mais longe.


Não tirei fotografias - até levei a máquina mas estava demasiado ocupada a festejar e nem me lembrei - mas estou a tentar recolher as fotos que todos tiraram. Mas uma coisa vos digo: com fotos ou sem fotos, vou lembrar-me desta noite para sempre.


Fiquei de rastos, que a idade, já se sabe, não perdoa. Mas se tudo correr bem dançamos de novo aos 50, combinado?

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Dançámos, dançámos muito

A minha opinião é capaz de ser um bocadinho parcial mas eu cá acho que a festa dos 40 foi fantástica. Mesmo. Não porque tivesse alguma coisa extraordinária, que não teve, não houve decoração especial nem comida com nomes esquisitos, nem nada dessas coisas bonitinhas que há nas festas que vocês costumam ver por aí noutros blogues. Pois não. Mas teve a coisa mais extraordinária do mundo que são os meus amigos. 50 amigos (ena, tantos!, e mais uns quantos que não puderam lá estar fisicamente mas estavam na mesma). Foi muito engraçado juntar pessoas tão diferentes, de várias fases e várias áreas da minha vida, amigos da faculdade, amigos do trabalho, amigos antigos, amigos recentes. E foi muito giro vê-los todos juntos, alguns a fazerem novos amigos também. Acho que todos se divertiram, cada um à sua maneira, uns mais animados, outros só na conversa, uns que ficaram menos tempo, outros que ficaram até ao fim, mas pareceu-me que todos tiveram uma noite boa, e essa era a minha grande preocupação.


Para memória futura:


A festa foi no restaurante/bar O Século e, embora a comida não fosse nada do outro mundo, o sítio é muito agradável. Adorei chegar lá e ver as mesas postas, com as velinhas acesas, as janelas abertas para a rua, com a possibilidade de ficarmos um bocado cá fora, no largo, a conversar. Era o espaço do tamanho certo para a nossa festa, nem grande de mais nem pequeno de mais. E, como tínhamos a sala só para nós, depois do jantar, pudemos ficar lá a dançar até nos apetecer, ou seja, até depois das 4 da manhã.


Encomendei um bolo na Doces Paladares que, além de lindo, era muito, muito bom. Foi caro mas valeu cada cêntimo.


A Inês e a Ângela trouxeram um saco cheio de chapéus, óculos e outras máscaras para ser tudo ainda mais divertido (foi uma bela ideia, suas marotas).


Tinha pedido ao meu cunhado (que além de ser um dos fotógrafos da família tem acesso privilegiado ao arquivo fotógrafico do meu pai) para fazer um filme com algumas fotos dos meus 40 anos mas ele fez muito mais do que isso. O filme estava fabuloso (e cheio de tesourinhos deprimentes) e contou com a contribuição de alguns amigos queridos, que me fizeram chorar de emoção e rir até me doer a barriga. Que boa surpresa.


O Nuno e o João foram os DJs mais fantásticos do mundo. Uma festa em que se ouve David Bowie e One Direction, Madonna e Depeche Mode, Buraka, Spice Girls, Chico Buarque, e mais, muito mais, só pode ser uma grande festa. Dancei muito, pois dancei. E também foi bom ver que não sou a única a gostar de dançar.


Obrigado ao Baby M. que, apesar dos sustos, não nasceu, o que nos permitiu ter uma barriga maravilhosa na pista de dança.


Como as noivas, não consegui dar atenção a toda a gente. Mas deixo aqui um enorme obrigado a todos: Teresa e Pedro, Sónia e Ricardo, Helena e Raul, Isabel e Jairo, Sónia e Nuno, Ângela, Inês, Rita R., Paula, Lina e António, Susana, Filipa e Tiago, Eurico, Joana, Nuno G., João M., Rita e Diogo, João Pedro e Ana, João Miguel e Teresa, Lumena, Mafalda, Cecília, Patrícia A., Sandy, Milú, João M.F., Patrícia V., Maria João e Pedro, Rute, Cristina, Lurdes e Ricardo, Élia e Pedro, Susana e Miguel, Sofia e Nelson, Manuela e Nuno.


Obrigado pela amizade, pelos abraços, pelos beijos, pelas prendas (também), pela animação, pelas mensagens, por estarem por aí, mais perto ou mais longe.


Não tirei fotografias - até levei a máquina mas estava demasiado ocupada a festejar e nem me lembrei - mas estou a tentar recolher as fotos que todos tiraram. Mas uma coisa vos digo: com fotos ou sem fotos, vou lembrar-me desta noite para sempre.


Fiquei de rastos, que a idade, já se sabe, não perdoa. Mas se tudo correr bem dançamos de novo aos 50, combinado?

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