Saturday, August 31, 2013

"Só aos amigos é dado o espetáculo da nossa miséria"

Ter amigos verdadeiros. Daqueles com quem podemos ser nós mesmos, sem filtro, sem máscaras, sem pensar, apenas ser. Amigos a quem conto os meus segredos, as minhas paixões, os meus medos, as minhas loucuras, as minhas coisas ridículas. Amigos com quem simplesmente converso. Que ouvem. Que dão bons conselhos. Amigos com quem me calo. E que ficam. Que me protegem. Que se preocupam. Que me dão colo. Que me puxam as orelhas. Amigos a quem mando mensagens que dizem: preciso de ti. E eles respondem. Amigos que aparecem mesmo quando não mando nenhuma mensagem. Que sabem o que sinto sem que eu lhes conte. Amigos que dão abraços. Que me dão copos de vinho. E comida boa. Que me fazem rir. Que me ajudam a esquecer. Amigos que me emprestam camas para eu dormir com os meus pimpolhos quando a coisa começa a ficar complicada. Amigos a quem os meus filhos chamam amigos. Ter amigos verdadeiros é uma das minhas grandes felicidades. Não consigo perceber como é que há pessoas (e há) que conseguem viver sem uma amizade assim. Eu cada vez mais me convenço que se não fossem estes amigos que me amparam há tantos anos não conseguiria continuar a sorrir por entre as lágrimas.


 


("só aos amigos é dado o espetáculo da nossa miséria")

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"Só aos amigos é dado o espetáculo da nossa miséria"

Ter amigos verdadeiros. Daqueles com quem podemos ser nós mesmos, sem filtro, sem máscaras, sem pensar, apenas ser. Amigos a quem conto os meus segredos, as minhas paixões, os meus medos, as minhas loucuras, as minhas coisas ridículas. Amigos com quem simplesmente converso. Que ouvem. Que dão bons conselhos. Amigos com quem me calo. E que ficam. Que me protegem. Que se preocupam. Que me dão colo. Que me puxam as orelhas. Amigos a quem mando mensagens que dizem: preciso de ti. E eles respondem. Amigos que aparecem mesmo quando não mando nenhuma mensagem. Que sabem o que sinto sem que eu lhes conte. Amigos que dão abraços. Que me dão copos de vinho. E comida boa. Que me fazem rir. Que me ajudam a esquecer. Amigos que me emprestam camas para eu dormir com os meus pimpolhos quando a coisa começa a ficar complicada. Amigos a quem os meus filhos chamam amigos. Ter amigos verdadeiros é uma das minhas grandes felicidades. Não consigo perceber como é que há pessoas (e há) que conseguem viver sem uma amizade assim. Eu cada vez mais me convenço que se não fossem estes amigos que me amparam há tantos anos não conseguiria continuar a sorrir por entre as lágrimas.


 


("só aos amigos é dado o espetáculo da nossa miséria")

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Tuesday, August 27, 2013

Rir é o melhor remédio



O grande Louis CK.


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Rir é o melhor remédio



O grande Louis CK.


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Monday, August 26, 2013

Um recorde

Quatro dias sem conversar com um adulto.

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Quatro dias sem conversar com um adulto.

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Thursday, August 22, 2013

A primeira semana

A primeira vez que me imaginei três semanas de férias sozinha com os meus filhos ia tendo um ataque de pânico. O problema não é ir à praia sozinha com eles. Nada disso. Apesar dos banhos que terei de dar na água fria, essa é a parte melhor. O problema é ter que estar disponível 24 horas por dia durante tantos dias seguidos. Termos de andar sempre os três, em grupo, para ir ao supermercado ou para ir levar o lixo, para ir pôr gasolina ou para ir passear, para ir comprar o almoço ou levantar dinheiro ou tomar um café ou ver as vistas. Eu, sempre ao volante, para lá e para cá. A carregar e a descarregar as malas. Sempre eu a controlar as birras e a dar colo, a zangar-me quando eles se portam mal e a ter que jogar raquetes ou às cartas, sem ninguém com quem partilhar as tarefas ou com quem conversar sobre o que quer que seja. Eu adoro os meus filhos mas, convenhamos, isto não seriam bem férias. Ao fim de uma semana iriamos andar os três à batatata e eu iria estar de rastos.


Por isso, este ano, expliquei-lhes, vamos ter uma férias um bocadinho diferentes. Em vez de três semanas de praia vamos andar por aí. A cravar camas e colos. A visitar sítios novos e amigos antigos. Vamos fazer muitos quilómetros mas vai valer a pena, prometi-lhes.


Começámos com uma ida a Coimbra e arredores com paragem obrigatória no Portugal dos Pequenitos e na Universidade e mais uns quantos passeios. Dormir no hotel, terminar o dia na piscina, jogar snooker ao serão. Pequenas coisas que fazem os miúdos felizes. A eles bastavas-lhes isso e ter os primos para brincar e parvejar e já eram dias bem passados. As crianças chateiam menos quando têm outras crianças com quem interagir. E eu, apesar da canseira que é conduzir, tinha a minha maninha e o meu cunhado para me animarem.


Prosseguimos para o monte de uns amigos no Alto Alentejo. Mais amigos para eles brincarem. Com mais mergulhos. Bicicletas e cães. O campo e o silêncio. Os miúdos andavam tão entretidos que quase não dei por eles. E eu, além de ter direito a muitos abraços e conversas, consegui descansar (e ainda trouxe uma pen recheada de filmes e séries para me entreter nos próximos dias).


Hoje descemos até ao Baixo Alentejo. Comemos uma feijoada em casa dos avós e acabámos de chegar ao Barlavento Algarvio. Nos próximos dias seremos só nós os três. Eles, diga-se em abono da verdade, têm-se portado à altura. Ajudam a carregar as malas, têm aguentado bem as viagens e, tirando aquelas implicações habituais um com o outro, até se portam bem (dentro do género, entenda-se, os meus filhos não são conhecidos por ficarem sentados no sofá muito tempo). E eu só preciso manter a calma e relaxar. Nem sempre é fácil mas acho que com um bocadinho de esforço chego lá.


A primeira semana está a chegar a fim. So far so good.

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A primeira semana

A primeira vez que me imaginei três semanas de férias sozinha com os meus filhos ia tendo um ataque de pânico. O problema não é ir à praia sozinha com eles. Nada disso. Apesar dos banhos que terei de dar na água fria, essa é a parte melhor. O problema é ter que estar disponível 24 horas por dia durante tantos dias seguidos. Termos de andar sempre os três, em grupo, para ir ao supermercado ou para ir levar o lixo, para ir pôr gasolina ou para ir passear, para ir comprar o almoço ou levantar dinheiro ou tomar um café ou ver as vistas. Eu, sempre ao volante, para lá e para cá. A carregar e a descarregar as malas. Sempre eu a controlar as birras e a dar colo, a zangar-me quando eles se portam mal e a ter que jogar raquetes ou às cartas, sem ninguém com quem partilhar as tarefas ou com quem conversar sobre o que quer que seja. Eu adoro os meus filhos mas, convenhamos, isto não seriam bem férias. Ao fim de uma semana iriamos andar os três à batatata e eu iria estar de rastos.


Por isso, este ano, expliquei-lhes, vamos ter uma férias um bocadinho diferentes. Em vez de três semanas de praia vamos andar por aí. A cravar camas e colos. A visitar sítios novos e amigos antigos. Vamos fazer muitos quilómetros mas vai valer a pena, prometi-lhes.


Começámos com uma ida a Coimbra e arredores com paragem obrigatória no Portugal dos Pequenitos e na Universidade e mais uns quantos passeios. Dormir no hotel, terminar o dia na piscina, jogar snooker ao serão. Pequenas coisas que fazem os miúdos felizes. A eles bastavas-lhes isso e ter os primos para brincar e parvejar e já eram dias bem passados. As crianças chateiam menos quando têm outras crianças com quem interagir. E eu, apesar da canseira que é conduzir, tinha a minha maninha e o meu cunhado para me animarem.


Prosseguimos para o monte de uns amigos no Alto Alentejo. Mais amigos para eles brincarem. Com mais mergulhos. Bicicletas e cães. O campo e o silêncio. Os miúdos andavam tão entretidos que quase não dei por eles. E eu, além de ter direito a muitos abraços e conversas, consegui descansar (e ainda trouxe uma pen recheada de filmes e séries para me entreter nos próximos dias).


Hoje descemos até ao Baixo Alentejo. Comemos uma feijoada em casa dos avós e acabámos de chegar ao Barlavento Algarvio. Nos próximos dias seremos só nós os três. Eles, diga-se em abono da verdade, têm-se portado à altura. Ajudam a carregar as malas, têm aguentado bem as viagens e, tirando aquelas implicações habituais um com o outro, até se portam bem (dentro do género, entenda-se, os meus filhos não são conhecidos por ficarem sentados no sofá muito tempo). E eu só preciso manter a calma e relaxar. Nem sempre é fácil mas acho que com um bocadinho de esforço chego lá.


A primeira semana está a chegar a fim. So far so good.

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Tuesday, August 20, 2013

20 de agosto de 2013


The day she got divorced, Brandy Clark


 

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20 de agosto de 2013


The day she got divorced, Brandy Clark


 

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Monday, August 19, 2013

Pelos caminhos de Portugal (2)

- Oh mãe, o que é que aquela senhora está a fazer ali parada?


(como eu dizia, há coisas que nunca mudam. sai-se da auto-estrada e encontram-se muitas senhoras ali paradas. já não me lembrava disto)

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Pelos caminhos de Portugal (2)

- Oh mãe, o que é que aquela senhora está a fazer ali parada?


(como eu dizia, há coisas que nunca mudam. sai-se da auto-estrada e encontram-se muitas senhoras ali paradas. já não me lembrava disto)

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Pelos caminhos de Portugal

Quando eu era miúda, houve ali um período, uma meia dúzia de anos, talvez, em que, nas férias, além dos quinze dias de praia, fazíamos ainda uma viagem de uma semana ou mais com o nosso atrelado. Percorremos o país todo. Isto implicou muitas horas no carro. Visitas a muitas igrejas. Fotografias em vários pelourinhos. Tenho memórias fantásticas dessas férias. Lembro-me com precisão do calor abrasador que passámos em Castelo Branco (e das moscas, ai, as moscas). Do jardim das Caldas da Rainha. Dos banhos com moeda, que terminavam sempre com água fria, no parque de campismo do Porto. Do caminho interminável até chegar a Vila Real (e a Bragança já nem nos atrevemos). Do deplorável parque de campismo em Sintra. Das noites ventosas da Ericeira. Do mar revolto da Nazaré. Do barracão que servia de restaurante no parque no cimo da Serra da Estrela. Das festas de Campo Maior. Dos jogos de cartas à luz da lanterna. Do meu pai a martelar estacas e a tentar equilibrar o atrelado. Do carro a ir devagarinho, a custo, pelas curvas e subidas. De acordar com o cheiro dos pinheiros. Do fogão com uma mini-botija onde fazíamos o jantar. Dos pratos e copos de plástico. Das latinhas de Tody que bebíamos ao lanche. De nos perdermos. De pararmos para ver o mapa na berma da estrada. De pararmos para fazer xixi na berma da estrada. De pararmos para vomitar na berma da estrada. Da quantidade de vezes que perguntávamos, ora eu, ora a minha irmã, ainda falta muito?


 


Lembrei-me disto hoje, enquanto conduzia no regresso de Coimbra, com os meus filhos no banco de traz e a minha mana no carro da frente. Agora não acampamos. Agora já não somos nós que enjoamos nas curvas. Agora somos nós que levamos os miúdos a visitar igrejas. E em vez de jogar às cartas os rapazes preferem o snooker. Mas acho que de resto está tudo (o que verdadeiramente importa) mais ou menos na mesma. E isso deixa-me bastante feliz.

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Pelos caminhos de Portugal

Quando eu era miúda, houve ali um período, uma meia dúzia de anos, talvez, em que, nas férias, além dos quinze dias de praia, fazíamos ainda uma viagem de uma semana ou mais com o nosso atrelado. Percorremos o país todo. Isto implicou muitas horas no carro. Visitas a muitas igrejas. Fotografias em vários pelourinhos. Tenho memórias fantásticas dessas férias. Lembro-me com precisão do calor abrasador que passámos em Castelo Branco (e das moscas, ai, as moscas). Do jardim das Caldas da Rainha. Dos banhos com moeda, que terminavam sempre com água fria, no parque de campismo do Porto. Do caminho interminável até chegar a Vila Real (e a Bragança já nem nos atrevemos). Do deplorável parque de campismo em Sintra. Das noites ventosas da Ericeira. Do mar revolto da Nazaré. Do barracão que servia de restaurante no parque no cimo da Serra da Estrela. Das festas de Campo Maior. Dos jogos de cartas à luz da lanterna. Do meu pai a martelar estacas e a tentar equilibrar o atrelado. Do carro a ir devagarinho, a custo, pelas curvas e subidas. De acordar com o cheiro dos pinheiros. Do fogão com uma mini-botija onde fazíamos o jantar. Dos pratos e copos de plástico. Das latinhas de Tody que bebíamos ao lanche. De nos perdermos. De pararmos para ver o mapa na berma da estrada. De pararmos para fazer xixi na berma da estrada. De pararmos para vomitar na berma da estrada. Da quantidade de vezes que perguntávamos, ora eu, ora a minha irmã, ainda falta muito?


 


Lembrei-me disto hoje, enquanto conduzia no regresso de Coimbra, com os meus filhos no banco de traz e a minha mana no carro da frente. Agora não acampamos. Agora já não somos nós que enjoamos nas curvas. Agora somos nós que levamos os miúdos a visitar igrejas. E em vez de jogar às cartas os rapazes preferem o snooker. Mas acho que de resto está tudo (o que verdadeiramente importa) mais ou menos na mesma. E isso deixa-me bastante feliz.

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Sunday, August 18, 2013

Unfriend

Um pedido de amizade no facebook não significa nada.


Mas quando alguém nos desamiga isso significa tudo.

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Unfriend

Um pedido de amizade no facebook não significa nada.


Mas quando alguém nos desamiga isso significa tudo.

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Friday, August 16, 2013

Férias

Férias. Freedom. Felicidade. Friends. Aqui vamos nós.



Nina Simone, "How it feels to be free"

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Férias

Férias. Freedom. Felicidade. Friends. Aqui vamos nós.



Nina Simone, "How it feels to be free"

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Monday, August 12, 2013

Agora é a sério

Estamos a dias das férias. As primeiras férias a três. Que hão de ser, também, em certos períodos, férias a muitos. Que hão de ser, também, em certos momentos, férias de grande solidão. Saber o que se tem e adequar as expectativas a essa realidade é meio caminho para evitar desilusões (e esta é, para já, a única certeza que eu tenho quanto a isto tudo).


 


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Agora é a sério

Estamos a dias das férias. As primeiras férias a três. Que hão de ser, também, em certos períodos, férias a muitos. Que hão de ser, também, em certos momentos, férias de grande solidão. Saber o que se tem e adequar as expectativas a essa realidade é meio caminho para evitar desilusões (e esta é, para já, a única certeza que eu tenho quanto a isto tudo).


 


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Thursday, August 08, 2013

Mãe de rapazes (II)

Paramos na estação de serviço a caminho do algarve e corremos para a casa-de-banho das senhoras que está uma confusão. Quem vai primeiro? Esperam aqui enquanto a mãe vai fazer xixi? Sozinhos?, pergunta o António. E os dois a fixarem-me com aqueles olhos de não me deixes. De maneiras que lá nos encaixamos para cabermos os três numa box. Agora fazes tu, agora faço eu, chega-te para lá, encolhe-te um bocadinho. E quando saímos toda a gente a olhar para nós como se fossemos malucos. E somos mesmo, um bocadinho, mas, pronto, é o que temos.

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Mãe de rapazes (II)

Paramos na estação de serviço a caminho do algarve e corremos para a casa-de-banho das senhoras que está uma confusão. Quem vai primeiro? Esperam aqui enquanto a mãe vai fazer xixi? Sozinhos?, pergunta o António. E os dois a fixarem-me com aqueles olhos de não me deixes. De maneiras que lá nos encaixamos para cabermos os três numa box. Agora fazes tu, agora faço eu, chega-te para lá, encolhe-te um bocadinho. E quando saímos toda a gente a olhar para nós como se fossemos malucos. E somos mesmo, um bocadinho, mas, pronto, é o que temos.

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Instinto maternal

Ainda não fui de férias mas posso desde já dizer, com toda a certeza, que este verão vou bater o meu recorde de banhos de mar e de piscina.

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Instinto maternal

Ainda não fui de férias mas posso desde já dizer, com toda a certeza, que este verão vou bater o meu recorde de banhos de mar e de piscina.

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Sunday, August 04, 2013

Sarar

Os corações partem-se da mesma forma quando temos 17, 22 ou 38 anos.


Mas a cicatrização é completamente diferente.

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Sarar

Os corações partem-se da mesma forma quando temos 17, 22 ou 38 anos.


Mas a cicatrização é completamente diferente.

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Uma noite especial



"I ask all the time
But you never tell me
What have I got to do, to make that man want me?"



 

Devendra Banhart, ontem à noite, no CCB

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Uma noite especial



"I ask all the time
But you never tell me
What have I got to do, to make that man want me?"



 

Devendra Banhart, ontem à noite, no CCB

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Friday, August 02, 2013

Prescrição médica

Cuidado com o colestrol e tenha uma escrita criativa.


 


(receitado pelo senhor doutor hoje de manhã. são as vantagens da medicina do trabalho. ninguém quer saber realmente se estamos doentes mas podemos discutir as obras de eça de queiroz com o médico)

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Prescrição médica

Cuidado com o colestrol e tenha uma escrita criativa.


 


(receitado pelo senhor doutor hoje de manhã. são as vantagens da medicina do trabalho. ninguém quer saber realmente se estamos doentes mas podemos discutir as obras de eça de queiroz com o médico)

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