Teremos sempre Paris
Fiz marmelada. O António marcou um golo. Fiz um bolo. Fomos a uma festa de aniversário. Recebi uma prenda de anos atrasada (e tão boa). As crianças fizeram os trabalhos de casa. Assei castanhas. Passámos uma tarde no parque, com calor e amigos. Foi um fim-de-semana de sol. Apesar de tudo. Com Paris nos nossos pensamentos (e nas conversas e na televisão). E se fôssemos nós?, ouço dizer. Somos nós, respondo. É claro que somos nós. E é por isso que é tão assustador.
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