Fazer o que se gosta (2)
Às vezes vou entrevistar uma pessoa mas passado pouco tempo esqueço-me das perguntas que tenho no caderno e deixo-me levar pela conversa e perco a já de si pouca objectividade que costumo ter e fico a gostar ainda mais da pessoa que está ali à minha frente como se a conhecesse de facto, mesmo sabendo que não conheço e que daí a pouco vou desligar o gravador e não vamos voltar a encontrar-nos. É muito bom quando isso acontece. Já me aconteceu duas vezes com a Patrícia Reis. E ainda por cima ela, como eu, é mãe de rapazes.
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